Foram encontradas 120 questões.
As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou
então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo
nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria,
mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse:
Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que
seriam uns gentilhomens.
Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei
um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter
sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas
mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no
meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até
os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma
faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e
em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos
com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito
um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga
estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de
lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa
razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é
como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma
coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que
a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do
abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque.
MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa
enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono,
revela-se um contexto de violência. A partir dessa
informação, em relação ao texto, aos seus aspectos
estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou
então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo
nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria,
mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse:
Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que
seriam uns gentilhomens.
Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei
um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter
sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas
mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no
meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até
os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma
faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e
em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos
com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito
um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga
estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de
lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa
razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é
como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma
coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que
a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do
abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque.
MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa
enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono,
revela-se um contexto de violência. A partir dessa
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estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou
então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo
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mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse:
Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que
seriam uns gentilhomens.
Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei
um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter
sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas
mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no
meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até
os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma
faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e
em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos
com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito
um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga
estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de
lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa
razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é
como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma
coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que
a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do
abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque.
MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa
enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono,
revela-se um contexto de violência. A partir dessa
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então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo
nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria,
mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse:
Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que
seriam uns gentilhomens.
Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei
um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter
sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas
mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no
meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até
os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma
faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e
em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos
com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito
um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga
estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de
lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa
razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é
como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma
coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que
a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do
abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque.
MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa
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mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse:
Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que
seriam uns gentilhomens.
Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei
um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter
sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas
mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no
meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até
os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma
faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e
em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos
com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito
um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga
estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de
lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa
razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é
como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma
coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que
a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do
abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque.
MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa
enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono,
revela-se um contexto de violência. A partir dessa
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais Pedagógicos
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares
que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
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que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
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- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Temas Educacionais Pedagógicos
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares
que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
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