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Foram encontradas 120 questões.

3937866 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Estávamos pintados como se fôssemos para a guerra. Várias bocas, dentes e sorrisos, mas um coração pulsava na esperança por avanços para a garantia dos direitos dos povos indígenas. Olhavam-nos como se fôssemos seres de outro planeta, certos de desconhecer seu próprio país. Os olhos brilhavam como as estrelas e essa emoção se misturava ao cheiro do café, na cantina ao lado, aos desenhos indígenas e ao cheiro de pintura de jenipapo na cara, ao cheiro do óleo da castanha-do-pará e ao cheiro do vermelho urucum dos Kaiapó.
POTIGUARA, Eliane. Metade cara, metade máscara. Lorena: DM Projetos Especiais, 2018. Eliana Potiguara é escritora indígena contemporânea.
A partir dessa informação e no que diz respeito ao texto e aos seus aspectos estéticos, julgue o item a seguir.
No segundo período do texto, a metonímia é utilizada para ressaltar a ideia de coletividade própria da cultura indígena.
 

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3937865 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Estávamos pintados como se fôssemos para a guerra. Várias bocas, dentes e sorrisos, mas um coração pulsava na esperança por avanços para a garantia dos direitos dos povos indígenas. Olhavam-nos como se fôssemos seres de outro planeta, certos de desconhecer seu próprio país. Os olhos brilhavam como as estrelas e essa emoção se misturava ao cheiro do café, na cantina ao lado, aos desenhos indígenas e ao cheiro de pintura de jenipapo na cara, ao cheiro do óleo da castanha-do-pará e ao cheiro do vermelho urucum dos Kaiapó.
POTIGUARA, Eliane. Metade cara, metade máscara. Lorena: DM Projetos Especiais, 2018. Eliana Potiguara é escritora indígena contemporânea.
A partir dessa informação e no que diz respeito ao texto e aos seus aspectos estéticos, julgue o item a seguir.
Por meio da linguagem e dos elementos da narrativa presentes no trecho, observa-se que o tempo da narrativa e do narrador são diferentes e que há uma perspectiva etnocêntrica por parte dos indígenas.
 

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3937864 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo de Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Vila Rica, 1997. Em “Macunaíma”, Mário de Andrade apresenta a imagem do herói nacional.
Considerando essa informação e em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos, ao seu autor e aos movimentos literários brasileiros, julgue o ite seguinte.
Refletir a respeito do sentido de estar no mundo, as angústias humanas e o desejo de compreender a relação entre indivíduo e sociedade caracteriza a poesia de Drummond e o segundo tempo modernista, mas reflete uma renovação da linguagem que se iniciou no primeiro tempo modernista.
 

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3937863 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo de Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Vila Rica, 1997. Em “Macunaíma”, Mário de Andrade apresenta a imagem do herói nacional.
Considerando essa informação e em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos, ao seu autor e aos movimentos literários brasileiros, julgue o ite seguinte.
A pesquisa por elementos mais característicos da identidade nacional na obra de Mário de Andrade revela-se também nos seus poemas urbanos, em Pauliceia Desvairada, e na apresentação da poesia modernista de vanguarda nos dois manifestos que lançou: Pau-brasil e Antropófago, os quais resumiam as novas referências estéticas.
 

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3937862 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo de Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Vila Rica, 1997. Em “Macunaíma”, Mário de Andrade apresenta a imagem do herói nacional.
Considerando essa informação e em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos, ao seu autor e aos movimentos literários brasileiros, julgue o ite seguinte.
A descrição de Macunaíma e do seu nascimento afirma a miscigenação no processo de formação do povo brasileiro, como se observa na escolha lexical por vocábulos indígenas e na expressão “Era preto retinto e filho do medo da noite”.
 

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3937861 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo de Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Vila Rica, 1997. Em “Macunaíma”, Mário de Andrade apresenta a imagem do herói nacional.
Considerando essa informação e em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos, ao seu autor e aos movimentos literários brasileiros, julgue o ite seguinte.
Em “Macunaíma”, Mário de Andrade ratifica a imagem do herói nacional retratado tanto nos romances indianistas quantos nos romances urbanos do século XIX.
 

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3937860 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria, mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse: Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que seriam uns gentilhomens. Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque. MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono, revela-se um contexto de violência. A partir dessa informação, em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
O neologismo é um recurso estético utilizado no título do romance de Ana Miranda para caracterizar o Brasil Colônia.
 

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3937859 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria, mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse: Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que seriam uns gentilhomens. Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque. MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono, revela-se um contexto de violência. A partir dessa informação, em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
Apesar de ser uma escritora contemporânea, Ana Miranda remete o leitor à época em que ocorreram as primeiras manifestações literárias no Brasil, conhecida como Quinhentismo, representada pela literatura de informação e de catequese, retomada com olhar crítico por Oswald de Andrade e Mário de Andrade.
 

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3937858 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria, mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse: Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que seriam uns gentilhomens. Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque. MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono, revela-se um contexto de violência. A partir dessa informação, em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
Além da manifestação estética da linguagem presente no trecho, a experiência humana do medo descrito pela personagem denuncia a realidade, o que marca também a presença da função social da literatura.
 

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3937857 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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As órfãs faziam sinal-da-cruz, iam arranjar marido bom ou então uns desdentados, trolocutores surdos, bêbados, lobo nas ovelhas, caminho de espinhos, azemel de estrebaria, mulo namorado, fosse o que fosse, desde que dissesse: Senhora, quereis companhia? Ordenara a rainha que seriam uns gentilhomens. Uma panela de comida num canto, meti as mãos e tirei um pedaço do guisado frio, comi numa ânsia de nunca ter sentido assim, tudo o que se havia preparado para umas mais três bocas, fome é um tipo de fogo que se acende no meio das gentes, que se ateia com tanto ímpeto que até os olhos ardem e resseca tudo por dentro e vai sendo uma faca que revira o dentro como se buscando o fio da vida e em nosso rosto se forma um diabólico labirinto, sonhamos com feiras e que se comeria um rato da lama, é fome feito um monstro que assenta em nosso ventre e nos rasga estripando, com suas garras longas, língua asquerosa de lagarta, se branqueteia de nós, sugando nossa força e nossa razão, que perdemos de arrazoar e fracas estimativas, é como cem anos de inferno, uma dor incomparável, uma coisa tão lastimosa de se sentir que não há homem que a possa dissimular. Por medo da fome, da orfandade, do abandono, quis que tornasse Francisco de Albuquerque. MIRANDA, Ana. Desmundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 
Em “Desmundo”, de Ana Miranda, Oribela, órfã portuguesa enviada ao Brasil em 1555 para se casar com um colono, revela-se um contexto de violência. A partir dessa informação, em relação ao texto, aos seus aspectos estéticos e aos movimentos literários brasileiros, julgue o iten a seguir.
De acordo com o texto, a narradora, assim como a personagem Aurélia, em “Senhora”, de José de Alencar, pretende se manter casada devido ao medo da orfandade e ao encontro com um amor seguro e eterno que irá afastá-la da sua condição de fome.
 

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