Foram encontradas 120 questões.
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?
É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
Internet: (com adaptações).
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O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?
É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
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É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
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É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
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facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
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É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
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A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar
de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa
sistemática. É desejável que os professores e todos os
atores envolvidos com a educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere-se no campo da
pesquisa social e pode ser construída de acordo com um
paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição
epistemológica conhecida como interpretativismo. O
positivismo e o interpretativismo são as duas principais
tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O
positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e
foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início
do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na
produção de conhecimento científico do que em todos
os milênios de sua existência até agora. As ciências estão
organizadas em associações científicas, guardiãs da
tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e
responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências
seja contemporâneo das modernas tecnologias. O
conhecimento científico tem avançado juntamente com a
história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa
história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.
Há muitos registros de atividade científica entre os
povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de
astronomia dos maias, pré-colombianos; a técnica de
mumificação e de construção das pirâmides no antigo
Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros
povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV
a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar
a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa
herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo
científico ocidental.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador:
introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10-12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto,
julgue o item a seguir
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A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar
de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa
sistemática. É desejável que os professores e todos os
atores envolvidos com a educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere-se no campo da
pesquisa social e pode ser construída de acordo com um
paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição
epistemológica conhecida como interpretativismo. O
positivismo e o interpretativismo são as duas principais
tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O
positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e
foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início
do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na
produção de conhecimento científico do que em todos
os milênios de sua existência até agora. As ciências estão
organizadas em associações científicas, guardiãs da
tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e
responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências
seja contemporâneo das modernas tecnologias. O
conhecimento científico tem avançado juntamente com a
história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa
história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.
Há muitos registros de atividade científica entre os
povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de
astronomia dos maias, pré-colombianos; a técnica de
mumificação e de construção das pirâmides no antigo
Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros
povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV
a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar
a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa
herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo
científico ocidental.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador:
introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10-12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto,
julgue o item a seguir
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A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar
de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa
sistemática. É desejável que os professores e todos os
atores envolvidos com a educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere-se no campo da
pesquisa social e pode ser construída de acordo com um
paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição
epistemológica conhecida como interpretativismo. O
positivismo e o interpretativismo são as duas principais
tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O
positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e
foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início
do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na
produção de conhecimento científico do que em todos
os milênios de sua existência até agora. As ciências estão
organizadas em associações científicas, guardiãs da
tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e
responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências
seja contemporâneo das modernas tecnologias. O
conhecimento científico tem avançado juntamente com a
história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa
história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.
Há muitos registros de atividade científica entre os
povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de
astronomia dos maias, pré-colombianos; a técnica de
mumificação e de construção das pirâmides no antigo
Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros
povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV
a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar
a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa
herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo
científico ocidental.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador:
introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10-12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto,
julgue o item a seguir
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A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar
de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa
sistemática. É desejável que os professores e todos os
atores envolvidos com a educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere-se no campo da
pesquisa social e pode ser construída de acordo com um
paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição
epistemológica conhecida como interpretativismo. O
positivismo e o interpretativismo são as duas principais
tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O
positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e
foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início
do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na
produção de conhecimento científico do que em todos
os milênios de sua existência até agora. As ciências estão
organizadas em associações científicas, guardiãs da
tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e
responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências
seja contemporâneo das modernas tecnologias. O
conhecimento científico tem avançado juntamente com a
história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa
história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.
Há muitos registros de atividade científica entre os
povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de
astronomia dos maias, pré-colombianos; a técnica de
mumificação e de construção das pirâmides no antigo
Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros
povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV
a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar
a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa
herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo
científico ocidental.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador:
introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10-12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto,
julgue o item a seguir
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A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar
de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa
sistemática. É desejável que os professores e todos os
atores envolvidos com a educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere-se no campo da
pesquisa social e pode ser construída de acordo com um
paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição
epistemológica conhecida como interpretativismo. O
positivismo e o interpretativismo são as duas principais
tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O
positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e
foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início
do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na
produção de conhecimento científico do que em todos
os milênios de sua existência até agora. As ciências estão
organizadas em associações científicas, guardiãs da
tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e
responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências
seja contemporâneo das modernas tecnologias. O
conhecimento científico tem avançado juntamente com a
história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa
história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.
Há muitos registros de atividade científica entre os
povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de
astronomia dos maias, pré-colombianos; a técnica de
mumificação e de construção das pirâmides no antigo
Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros
povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV
a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar
a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa
herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo
científico ocidental.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador:
introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10-12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto,
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