Foram encontradas 120 questões.
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
julgue o item seguinte.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
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estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
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Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
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Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
julgue o item seguinte.
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Questão presente nas seguintes provas
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
julgue o item seguinte.
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Questão presente nas seguintes provas
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha
estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por
seu professor de Português: saber se eu considerava o
estudo da Gramática indispensável para aprender e usar
a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava
seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões.
Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e
aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar.
Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos
desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles
mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado?
Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e
que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas
algumas regras básicas da Gramática, para evitar os
vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A
sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever
bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por
exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro,
certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos
na área do talento, que também não tem nada a ver
com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só
predomina nas línguas mortas.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores.
E adverti que minha implicância com a Gramática na certa
se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui
péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês,
a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu
ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência
na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.
Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas
são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo
submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para
satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida.
E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua
vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens,
sua família nem o que outros já fizeram com elas.
VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras.
In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando
Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo:
Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).
Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado,
julgue o item seguinte.
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O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?
É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
Internet: (com adaptações).
Provas
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O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?
É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
Internet: (com adaptações).
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É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir
informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com
a finalidade de facilitar a compreensão.
É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar
facilmente o que procura, compreender o que encontrou
e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura
do texto.
No Brasil, a primeira política pública para tratar
exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em
2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem
Simples da Prefeitura de São Paulo.
POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?
O público-alvo da Secretaria de Educação é muito amplo.
Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda
temos o público interno, servidores de várias áreas como
administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante
ter uma linguagem que todos os públicos possam
compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade
de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda
a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10
brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos
simples (Todos Pela Educação, 2018).
As vantagens do emprego da linguagem simples são
diversas:
• Garante a participação e o controle da gestão
pública pela população.
• Reduz a necessidade de intermediários entre o
governo e a população.
• É direito do usuário a adequada prestação de
serviços.
• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.
• Facilita a comunicação interna e o entendimento
das informações.
O QUE É PRECISO FAZER?
Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os
canais aos diferentes segmentos de público, de maneira
simplificada e acessível.
• Empregue uma linguagem respeitosa, clara,
acessível, inclusiva e de fácil compreensão.
• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia
a dia.
• Lembre-se de que o texto pode ser lido por
criança, adolescente, pessoa com deficiência ou
transtornos.
• Sempre obedeça às regras gramaticais.
• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões,
termos técnicos e siglas desconhecidas.
• Use a linguagem simples no atendimento ao
público e nos atos administrativos internos.
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