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mais famoso argumento apresentado contra o relativismo no terreno do conhecimento encontra-se no Teeteto (170c - 171c). O sofista Protágoras defende a ideia de que "homem é a medida de todas as coisas", quer dizer, que cada indivíduo é a medida da verdade, o que significa que .
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna
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A lei, em sua utilização política não pode cumprir seu papel por uma razão muito simples: os homens nem sempre estão dispostos a obedecer ao comando da lei e, por isso, é preciso assegurar, pelo uso da força, que a infração da lei acarretará alguma punição. A punição, por sua vez, não pode ficar sob encargo de um membro da sociedade. É preciso o estabelecimento de um poder acima dos indivíduos que faça a lei valer e julgue as ações ilegais. Assinale a alternativa que apresenta a instância do poder que deve executar essa função.
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Filósofos como Popper, Kuhn e Feyerabend, cada um a seu modo, serão críticos à solução positivista e defenderão a tese da impregnação teórica da observação. Contra o critério verificacionista dos positivistas, Popper apresenta o seu programa como solução ao problema da indução. Kunh e Feyerabend. Por outro lado, apresentarão, critérios pragmáticos e sociológicos como os únicos genuinamente legítimos para a delimitação e validação do campo do conhecimento científico.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Segundo a definição de WONG, o relativismo normativo é "um doutrina que indica como devemos nos comportar em relação aos que aceitam códigos morais extremamente diferentes do nosso. O relativismo moral afirma que seria um erro emitir julgamento a respeito deles ou querer conformá-los ao nosso próprio código" (Dicionário de Ética e Filosofia Moral, vol. 2, p. 490). O relativismo normativo busca dar então:
Assinale a alternativa correta.
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Hume, em uma passagem famosa, afirma que os filósofos cometem um erro lógico, pois pretendem inferir uma conclusão valorativa de premissas fatuais, ou seja, pretendem deduzir como .
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Quando chegou o momento de as raças mortais nascerem, os deuses as fabricaram através de uma mistura de terra e fogo. Antes de as trazerem da terra para a luz, encarregaram os deuses irmãos de repartirem os poderes entre os seres vivos, de modo a estabelecer uma ordenação boa e equilibrada no mundo. Assinale a alternativa que apresenta o nome dos deuses irmãos.
Assinale a alternativa correta.
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Diferente do determinismo, que é um conceito mais simples, a ideia de liberdade é múltipla. Alguns sentidos possíveis da liberdade:
Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Como a abertura e variedade da vida e da cultura humana, a qual, ao contrário do mundo dos animais, não é totalmente definida pela biologia - ideia de abertura e de indeterminação do ser humano;
( ) Como ausência de coerções externas, quando a ação é determinadas pelo próprio agente, e não por algo;
( ) Como o horizonte inescapável de todo ser humano - definida como escolha radical, cujos critérios o próprio sujeito estabelece, e como responsabilidade radical, sendo o recurso ao determinismo uma estratégia de má-fé.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Toda informação da conclusão, obtida numa inferência dedutiva, já estava contida nas premissas. Nesse sentido, os raciocínios dedutivos apenas explicitam o conteúdo de suas premissas. Não há ampliação de conhecimento, apenas clarificação ou explicitação. Essas características fizeram com que Francis Bacon (1561 - 1626) considerasse o raciocínio indutivo a base do chamado:
Assinale a alternativa correta.
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O surgimento da Filosofia na Grécia antiga é um processo social e cultural, que ocorreu em circunstâncias históricas bem determinadas. A ideia de que houve um "milagre grego" já está totalmente ultrapassada. Trata-se de compreender concretamente os fatores que contribuíram para que os cidadãos gregos adotassem, pouco a pouco, modos de agir e de fazer as coisas, maneiras de viver e de pensar que foram, respectivamente, reconhecidos como "filosóficos". Este processo é compreendido, atualmente, como o período de Formação da:
Assinale a alternativa correta.
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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Em seu texto, Guiomar de Grammon expõe sua opinião acerca da leitura. Destaca-se, dentre as estratégias utilizadas, o uso:
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