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A questão refere-se ao texto abaixo:
Michael Joseph Jackson’s story was an American tale of celebrity and excess that took him from musical boy wonder to global pop superstar to sad figure haunted by lawsuits, paparazzi and failed plastic surgery.
At the height of his career, Mr. Jackson was indisputably the biggest star in the world; he sold more than 750 million albums. He spent a lifetime surprising people, in his last years mainly because of a surreal personal life, lurid legal scandals, serial plastic surgeries and erratic public behaviorthat turned him — on his very best days — into the butt of late-night talk-show jokes and tabloid headlines.
Mr. Jackson died atage 50 in Los Angeles on June25,2009. His death itself became an enormous spectacle. On television and on the Internet, tens of millions of people worldwide watched a memorial Service at the Staples Center in Los Angeles.
The cause of Mr. Jackson’s death was a mixture of the powerful anesthetic propofol and the anti-anxiety drug lorazepam, according to the Los Angeles County Coroner’s Office.
Two days after Mr. Jackson’s death his personal doctor, Conrad Murray, told detectives that he had been using propofol nearly daily for the last two months to help Mr. Jackson sleep. But he said that he had been trying to wean Mr. Jackson off the drug and had tried sedatives instead. Dr. Murray was charged with involuntary manslaughter for providing him with propofol.
Adapted from New York Times, Nov. 29, 2011
According to the Los Angeles County Coroner’s Office MichaeLs cause of death was basically:
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Qual é a Lei que espelharia de alguma maneira a lei natural, de modo a assegurar na cidade a mesma harmonia e justiça que detectamos no cosmos? Podemos compreender que, para essa linha teórica, tem um fundamento transcendente, isto é, a própria lei de natureza. A visão filosófica que se contrapõe a essa, afirma que a tal lei não encontra fundamento em Deus ou na natureza, mas simplesmente nos desejos e interesses humanos (de forma geral, é a perspectiva adotada na modernidade, mas ela ecoa alguns dos pressupostos da sofística grega - século V a.C.).
Assinale a alternativa correta.
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Santo Agostinho era filósofo e um dos pais da igreja, tendo postulado em sua obra filosófica a primazia da fé sobre a razão, ao dizer que:
Assinale a alternativa correta.
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Prende-se à noção de interesse comum a ideia de , isto é, o bem que, dizendo respeito ao corpo social e político em sua totalidade, envolve os desejos particulares.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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O quadrilátero que possui lados paralelos dois a dois e quatro ângulos retos, sendo que os lados não paralelos não são congruentes, é chamado de:
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A Lei que diz respeito à ordem presente no mundo independentemente da vontade humana, com fundamento em uma razão universal que estabeleceria uma harmonia, uma ordenação do cosmos, e determinaria o curso daquilo que ocorre é:
Assinale a alternativa correta.
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Os Estados estão incumbidos de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, definindo com os Municípios formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do . Assinale a alternativa que complete de maneira fidedigna a lacuna:
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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Ao longo do texto, são apresentados argumentos para justificar uma possível proibição da leitura. Em um deles, no oitavo parágrafo, a autora trabalha com a ideia da liberdade, afirmando que “ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança.”. Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre leitura e liberdade segundo o texto:
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Os vértices de um triângulo ABC são A(3,4), B(-2,5) e C(1, -3) e os vértices de um triângulo DEF são D(3,1), E(-2,2) e C(1,-6). Pode-se dizer que a relação entre os triângulos ABC e DEF é:
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Un búho aterroriza Middlesbrough
Un enorme búho está aterrorizando a los compradores y paseantes del centro de Middlesbrough.
El ave, capaz de transportar zorros y pequeños ciervos, se lanza desde los altos tejados hacia la gente que pasa confiada por la zona, informa la publicación The Sun.
El búho-águila, cuyas alas alcanzan una evergadura de un metro y medio, se instaló en el tejado de la estación de tren en septiembre, pero se convirtió en un problema en Navidad.
Craig Smith cuenta cómo el avese abalanzó sobre él desde atrás en el momento en que él empezó a correr por el aparcamiento e la estación para coger el tren: "Yo oí un sonido muy alto similar al que producen los búhos y miré atrás. Entonces vi esa criatura de alas plateadas y garras extendidas", recuerda.
Otra víctima, Mark Freyett, de años y padre de cuatro hijos, declaró: "Yo salía del trabajo cuando oí una especie de grito y vi esa gran cara blanca viniendo hacia mí. Levanté mi brazo y golpeé su ala, entonces cayó al suelo, pero se levantó y echó a volar. (...) Estaba aterrado. Fue como una escena de Harry Potter. iPensé que iba a cogerme! Fui a casa y llamé a la policía, pero pensaron que estaba borracho."
Rachel Stewart, del Kirkleatham Owl Centre en Redcar, North Yorkshire (Inglaterra), dijo: "Creemos que debe de haber escapado de algún espectáculo ambulante. Algunos voluntarios han intentado cazarlo un par de veces. No es peligroso para la gente, pero cazará para sobrevivir. Podría matar fácilmente un gato o un perro pequeño.
Texto traducido y adatpado de www.ananova.com
Cuando Mark Fryett, le contó a la policía lo que le había pasado, la policia:
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