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Foram encontradas 65 questões.

3548007 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Suponha a existência de uma dada etnia que registre quantidades fazendo nós e laços em cipós.
Ao fazer a contagem de objetos, os indivíduos dessa etnia, primeiramente, agrupam-nos de 4 em 4 até que isso não seja mais possível. Cada grupo de 4 é representado por um laço no cipó. As unidades remanescentes são representadas por nós que são dados nesse mesmo cipó.
Nesse sistema de contagem, é impossível que um cipó
 

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3548006 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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No 1º dia de cada mês, ao receber o seu salário, Umberto avalia o seu poder de compras verificando quantas balas de tamarindo ele poderia comprar na mercearia do “seu” Antônio gastando toda a sua remuneração mensal.
No dia 01 de novembro de 2024, seu salário inteiro compraria 1.600 dessas balas. No dia 01 de dezembro de 2024, ele recebeu um salário 26% maior. Naturalmente, imaginou que teria a capacidade de comprar 26% a mais de balas. Entretanto, quando chegou à mercearia, descobriu que o preço da bala de tamarindo havia aumentado 5%.
É correto concluir que, no dia 01 de dezembro de 2024, o salário de Umberto seria suficiente para comprar
 

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3548005 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Se um número inteiro é divisível por 18 e também por 12, então esse número certamente é divisível por
 

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3548004 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Em uma progressão aritmética, a soma dos 2º, 5º e 8º termos é 33. Essa informação
 

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3548003 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Construído em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Referencial Curricular do Ensino Médio Potiguar destaca princípios que orientam o projeto educacional do estado do RN para esse segmento.
Configura-se como um desses princípios
 

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Antônio foi condenado, em sentença criminal transitada em julgado, pela prática de determinada infração penal. Durante o cumprimento da pena, que iria se extinguir em dois anos, decidiu que iria iniciar a sua carreira política na eleição que seria realizada em outubro do ano em que estava realizando suas reflexões. No entanto, ao analisar a sistemática prevista em nossa ordem constitucional, constatou que os seus direitos políticos estavam suspensos.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,
 

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João, diretor de certa estrutura estatal de poder, recebeu um processo administrativo para prolação de decisão. Em sua análise preliminar, avaliou que o melhor a fazer seria realizar uma abordagem de ordem ética que seria direcionada por determinado viés utilitarista.
Assinale a opção que se mostra compatível com a diretriz argumentativa definida por João.
 

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Em sua evolução histórica, os direitos humanos passaram por distintas fases de sedimentação do seu conteúdo e do correlato reconhecimento da necessidade de serem observados nos diversos quadrantes do mundo.
Em relação a esse processo de evolução, é correto afirmar que
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
A entrevista concedida por Tayse Campos Potiguara insere-se em um projeto de registro da tradição de resistência e atuação política de indígenas mulheres no Rio Grande do Norte.
Nesse caso, o uso da história oral, permitiu
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
Tayse Campos Potiguara é uma líder da comunidade dos Mendonça do Amarelão e ativista do Movimento Indígena do Rio Grande do Norte.
Considerando o trecho de sua entrevista, sobre a identidade e a autoafirmação dos povos indígenas, depreende-se que
 

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