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Foram encontradas 360 questões.

3880677 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO
        Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria.
        Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto.
      Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet –, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas.
(Vivian Whiteman, Veja Jovens setembro, 2001, p. 52-3)

Sobre a relação sintático-semântica do verbo reclamar, nos contextos discursivos I e II, assinale a alternativa correta.

I “Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura.”

II “Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração [...]”

 

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3880676 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO
        Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria.
        Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto.
      Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet –, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas.
(Vivian Whiteman, Veja Jovens setembro, 2001, p. 52-3)
A informação 1, em relação à informação 2, no excerto a seguir, trata-se de um(a)

“Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada¹ sobre a geração atual: ela não gosta de ler².” 
 

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3880675 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO
        Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria.
        Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto.
      Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet –, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas.
(Vivian Whiteman, Veja Jovens setembro, 2001, p. 52-3)
Segundo Aristóteles, a retórica é a arte do discurso que visa à persuasão. Desse modo, essa estratégia discursiva é explicitada no trecho
 

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3880674 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO
        Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria.
        Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto.
      Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet –, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas.
(Vivian Whiteman, Veja Jovens setembro, 2001, p. 52-3)
Para Bakhtin, linguista russo, a linguagem é, por natureza, dialógica. Dessa forma, a intertextualidade usada pela articulista Vivian Whiteman, ao dialogar com o trecho a seguir de Hamlet, de William Shakespeare, configura uma intertextualidade, especialmente, por 

“Estar ou não estar, ser ou não ser, eis a questão: haverá mais nobreza de espírito em sofrer os lances e as lanças do infortúnio ou enfrentar um mar de distúrbios e, armando-se, dar-lhes fim?”

Hamlet, Ato 3, Cena 1.
 

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3880673 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO
        Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles reclamam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam frequentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria.
        Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto.
      Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet –, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas.
(Vivian Whiteman, Veja Jovens setembro, 2001, p. 52-3)
A passagem que ratifica a causa da tese do texto em análise encontra-se na alternativa
 

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3880672 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
No trecho a seguir, é utilizada uma técnica comum em narrativas, mas que foi transmutada para o fazer poético em A vingança da porta. Esta técnica é denominada de

(...) Uma vez, ao tornar a casa, quando Erguia a aldraba, o coração lhe fala: Entra mais devagar... — Para, hesitando... (...)
 

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3880671 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
No verso “— Nada! traze o jantar!”, o verbo destacado está impelindo uma ação à outra pessoa em linguagem coloquial. Logo, sua estrutura formal, na segunda pessoa do plural, é
 

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3880670 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
A recorrência do termo a porta, no poema, sem a preocupação de constituir trocas semânticas, trata-se de um recurso fonológico muito comum em textos poéticos, caracterizando, portanto, uma coesão
 

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3880669 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
A sonoridade é a base para a construção de recursos poéticos, como o ritmo, o metro e a rima. Dessa forma, em relação à primeira estrofe do poema A vingança da porta, é correto o que se diz em
 

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3880668 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
O soneto é uma forma fixa que foi criada no século XIII, na Itália, tendo sido suporte de várias correntes literárias. Desse modo, analise o poema A vingança da porta e aponte a alternativa correta.
 

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