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Uma fábrica possui uma demanda de 1.000 produtos por ano, um custo unitário de manter itens em seus armazéns de R$ 1,00 e, a cada nota fiscal emitida, a soma dos impostos pagos soma R$ 20,00. Considere, ainda, a fábrica que opera em sistema de consumo linear de produtos e reposição automática de estoques. Para calcular o Ct, é preciso saber o custo total de manutenção de uma unidade em estoque por pedido (Ce) e os custos totais de colocação por pedido (Cp). Dessa forma, é possível determinar o custo total pela soma de duas parcelas: 1) o custo de manutenção, obtido através da multiplicação do estoque médio (Q/2) pelo custo de manutenção por unidade (Ce); 2) o custo de pedido, multiplicando o custo total de colocação de pedido (Cp) pelo número de pedidos no período (D/Q). Assim, é possível formular a equação que define o custo tota:
Ct = (Ce) . (Q/2) + (Cp) . (D/Q)
De acordo com as informações, a quantidade ideal de produtos pedidos por um gestor inteligente, ou seja, o Lote Econômico de Compra (LEC) é:
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Tubino (1999) classifica os quatro tipos de processos produtivos, de acordo com o tipo de operação que sofre o produto e o nível de demanda; são eles: processos, repetitivos em massa, de projetos, repetitivos em lotes e contínuos.
I. Processos repetitivos em massa: são utilizados quando há produção de bens e serviços com elevada uniformidade, levando os produtos e os processos produtivos à total interdependência, favorecendo a automação, não existindo flexibilidade no sistema. É utilizado pelas empresas que utilizam intensivamente o capital, devido à necessidade de elevados investimentos em equipamentos e instalações.
II. Processo de projeto: lidam com produtos discretos, altamente customizados. Possui um período de tempo longo para a sua realização. Baixo volume e alta variedade. Tem início e fim bem definidos. O intervalo de tempo entre o começo de diferentes trabalhos é relativamente longo. Os recursos transformadores que fazem o produto, provavelmente serão organizados de forma especial para cada um deles.
III. Processos repetitivos em lotes: característicos da produção de um volume médio de bens ou serviços padronizados em lotes, sendo que cada lote segue uma sequência diferenciada de operações que necessita ser programada à medida que as operações anteriores forem realizadas.
IV. Processos contínuos: a demanda pelos produtos é normalmente estável, fazendo com que os seus projetos tenham poucas alterações a curto prazo, o que possibilita, semelhantemente à produção contínua, a montagem de uma estrutura produtiva altamente especializada e pouco flexível, em que os altos investimentos possam ser amortizados durante um longo prazo.
Está correto o que se afirma apenas em
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Considerando os principais instrumentos aplicados pelo Produtor Cultural e Design, analise as afirmativas a seguir.
I. Mailing List: lista que contém a relação dos veículos e jornalistas contatados para divulgação, com dados básicos, como nome completo, cargo, editoria, número de telefone, e-mail e endereço.
II. Clipping: reúne vídeos de reportagens que tenham saído em matérias jornalísticas como mídias espontâneas e institucionais geradas pela própria empresa ou órgão oficial.
III. Press Release: documento enviado à imprensa, que comunica sobre algo como um lançamento, um evento, uma promoção, uma notícia, ou qualquer outra novidade. Seu principal objetivo é repassar aos veículos de comunicação a respeito de algo que podem considerar relevante, gerando mídia espontânea.
IV. Media Training: treinamento específico oferecido pelas assessorias aos clientes, a fim de prepará-los para atender à imprensa.
V. Press Kit: conjunto de brindes que ajudam a divulgar e a criar uma fidelidade entre a marca/produto por passar a fazer parte do cotidiano do cliente/público.
Está correto o que se afirma apenas em
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Embora os filósofos gregos tenham suposto corretamente a existência dos átomos, eles não podiam imaginar algo tão sutil como a sua estrutura. É importante conhecer a estrutura de um átomo porque o comportamento físico e químico da matéria depende da maneira pela qual os átomos interagem e esta, por sua vez, depende da sua estrutura. Sobre os átomos, analise as afirmativas a seguir.
I. O Se2- possui 34 prótons e 36 elétrons
II. Na teoria atômica de Dalton, os átomos são permanentes e indivisíveis; não podem ser criados nem destruídos.
III. Thomson mostrou que as partículas em raio catódico são carregadas negativamente; provou, ainda, a afirmação, mostrando que o raio pode ser desviado se passar entre placas de metais carregados opostamente em um tubo de Crookes.
Está correto o que se afirma em
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No contexto atual, o conceito de cidadania e democracia está constantemente em debate público. Entretanto, deve-se compreender que ambos se tratam de um conceito histórico. Ou seja, a efetivação está ligada a um conjunto de fatores que, ao longo da história, foram se consolidando para chegarmos ao pleno exercício da cidadania. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (Resolução nº 217 A III), em 10 de dezembro 1948, expõe que:
“Todo ser humano tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e a férias remuneradas periódicas.”
(DUDH, Art. 24.)
Conforme o exposto, a cidadania é uma conquista histórica; esse tópico só foi conquistado a partir do marco colocado pela seguinte Revolução:
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Antônio, que trabalha como apoio escolar, deverá comprar copos, que serão utilizados em evento comemorativo, para professores e equipe pedagógica. Não podendo levar o protótipo consigo, providenciou um molde de papel, tendo como base uma taça. Considere que o copo, separado de sua base, possui a forma de um tronco de cone, que é a base do cone sem o vértice, conforme o círculo:

Podemos afirmar que o molde desenhado por Antônio foi
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Aluguel pode subir 25%, mas situação
econômica favorece negociação
Inflado pelo dólar, o IGP-M, usado para reajustar os contratos, teve, neste mês, a maior alta desde 2003. O IGP-M é o índice mais usado para fazer os reajustes anuais dos aluguéis e também de diversos outros tipos de contratos, como academias, mensalidades de escolas e serviços às empresas. A variação em dozes meses registrada agora é a maior desde 2003, e isto em um momento em que a renda e o emprego vivem um de seus piores anos.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br
/esporte/igpm-aluguelpode- subir-mas-da-para-tentar-negociar-veja-dicas/. Acesso em: 24/08/2021. Adaptado.)
Antes deste aumento, os gastos de uma família com aluguel já representavam 40% da sua renda total. Porém, com a venda de doces, sabe-se que a renda dessa família sofrerá um acréscimo de 10% nos próximos dias. Com o possível reajuste do aluguel e, ainda, considerando a contribuição da venda de doces, a porcentagem da renda dessa família, que será comprometida com o aluguel (x), deverá ser obtida obedecendo ao seguinte raciocínio:
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Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”.
Considerando os métodos analíticos e sintéticos, analise as afirmativas a seguir.
I. “No método , a criança aprende a fazer uma correspondência entre o som e a grafia, ou seja, fonemas x grafemas.”
II. “No método , a criança é capaz de perceber os símbolos gráficos de uma forma geral, mas apresenta dificuldades de compreender e criar textos; a leitura permanece pouco.”
III. “No método , a criança aprende a ler de maneira global ou audiovisual, na qual vai em uma direção do todo para as partes, ou seja, a partir de unidades complexas da linguagem, para, depois, decompor em unidades simples: textos, palavras, frases sílabas e letras.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
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A Gramática: conhecimento e ensino
Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.
Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala.
Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.
E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.
[...]
Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.
(NEVES, Maria Helena de Moura.
A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Considerando que o emprego dos sinais de pontuação é de extrema importância, assinale a reescrita que mantém a correção gramatical do trecho: “Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação.”
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A Gramática: conhecimento e ensino
Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.
Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala.
Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.
E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.
[...]
Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.
(NEVES, Maria Helena de Moura.
A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
“A ordem das palavras na frase não é aleatória. Algumas inversões podem tornar o enunciado a gramatical; outras podem alterar totalmente o seu sentido.” Em relação ao assunto tratado no texto, a afirmativa anterior está:
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