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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
[...]
E Cordulina, botando a vergonha de lado, com o Duquinha no quadril – que as privações tinham desensinado de andar, e agora mal engatinhava – dirigia-se às casas, pedindo um leitinho para dar ao filho, um restinho de farinha ou de goma pra fazer uma papa...
A pobre da burra, que vinham sustentando Deus sabe como, com casca de pau e sabugos de monturo, foi emagrecendo, descarnando, até ficar uma dura armação de ossos, envolvida num couro sujo, esburacado de vermelho.
Chico Bento julgou melhor trocá-la por qualquer cinco mil réis, do que ser forçado a abandoná-la por aí, meio morta, em algum pedaço de caminho.
(QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 33. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984. Fragmento.)
Escritores como Rachel de Queiroz optaram por retratar as misérias humanas, principalmente, no sertão do Nordeste, conforme observado no fragmento anterior. O referido grupo pode ser reconhecido como autores pertencentes à:
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Alguns elementos tais como narrador, personagem, espaço, tempo e enredo contribuem para a construção de textos narrativos. Identifique e assinale a afirmativa correta sobre tais elementos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
[...] Algum tempo se passou sem que nenhum jornal falasse nesse volume [...] Depois acordaram todos ao mesmo tempo, e o autor dos primeiros cantos se viu exaltado muito acima do seu merecimento. O mais conceituado dos escritores portugueses – Alexandre Herculano – falou desse volume com expressões bem lisonjeiras e esse artigo causou muita impressão em Portugal e Brasil.
Mas já nesse tempo o povo tinha adotado o poeta, repetindo e cantando em todos os ângulos do Brasil. [...]
(DIAS, Gonçalves. Apud: CANDIDO,
Antonio. Formação da literatura brasileira. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981. Fragmento.)
Considerando o fragmento anterior e a estética literária à qual pertence o seu autor, pode-se afirmar que:
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A diversidade valorizada
Valorizar a realidade do outro é o movimento mais
revolucionário dos nossos tempos.
A humanidade, como um todo, às vezes parece um ébrio que avança cambaleante, que titubeia à esquerda, deambula à direta, retrocede meio passo e, aos poucos, avança imprecisamente. Talvez se assemelhe melhor a um infante, quiçá a um bebê, que, inseguro, busca firmar seus passos e a quem a queda se apresenta não como mandatária, mas como experiênciad.
Todos nós, relutantes e amedrontados, transformamos a nossa realidade num lar, onde nos aconchegamos, repousamos e alardeamos ser este o nosso espaço possível, o único seguro. Fora deste “nosso lar” nada existe – e, se existir, é perigoso, é uma ameaça que precisa ser eliminada.
Mas será que para trombetear que nosso lar é acolhedor precisamos exorcizar os lares alheios? Quando guturalmente explicitamos que nosso espaço é possível, estamos negando que outros existam? Cada pessoa se depara com algo que gostaria de negar, precisa ver o que não gostaria de reconhecer e é colocada próxima daquilo de que gostaria de manter distância: o outro, a outra.c
O “outro” impõe sua existência, está às vistas, circula na proximidade. Como vamos lidar com isso? Ou, ainda, como estamos percebendo este outro, esta outra? A realidade do outro e da outra não é mono, mas polissêmica; não é rotina, mas festejo; não é única, mas diversa. Assim, a diversidade se introduz como hóspede inoportuna, com galhardia imprópria. Desfila a si mesma, desarticulando nossa insegura e medrosa rotina.
O momento exige que o infante ébrio firme seus passos, encare o percurso, sorria desafiante e acalente um sonho. Deve -se festejar a diversidade, não apenas suportar sua presença; torná-la laudável, não um infortúnio imposto; anunciá-la abertamente, não a tratando como hóspede indesejada.b Para isso, uma transformação se impõe e é preciso pôr em prática um vasto e generoso escambo, ir para a vida disposto a trocar o resultado pela paz interior, o falo pelo afeto, o linear pelo cíclico, a lógica pelo fenômeno, a colheita pelo plantio, a certeza pela dúvida, a razão pela vivência.
A diversidade elogiada se revela sorrateira e cativante nas suas múltiplas dobras, num convite claro para que a humanidade visualize a si mesma, encare-se como totalidade e não exclua de si a sua essência: o diverso. Negar a diversidade é impossível, por isso é que pessoas e povos com projetos de dominação forjam teorias – com alcunha de ciência ou nome de algum deus – que fazem classificações de “superiores” e “inferiores”. Desta forma, o modo de lidar com a diversidade se torna sutil e perverso. Seria, por acaso, tão difícil perceber que dizer que o “outro” é inferior carrega a lógica da dominação?
O relato sobre a diversidade laudável se torna extenso, mas também pode ser sucintamente apresentado, desde que sejam abandonados esquemas mentais de negação do(a) outro(a). Se esse passo for dado, a diversidade surge resplandecente, como joia desejada, que contabiliza para o tesouro da humanidade.a
Invertendo esse sonho, a pobreza se torna nosso legado, pois, quando uma cultura desaparece, junto some uma maneira de interpretar a realidade; quando um idioma para de ser falado, cessa junto um jeito de expressar a palavra “mundo”; quando uma religião finda, empobrecem as sendas da humanidade na busca pelo sagrado; quando uma etnia é ocultada, é o olhar de todos que fica embaçado; quando uma expressão de gênero é perseguida, a humanidade revela sua própria infelicidade. Por fim, quando um humano é discriminado por aqueles que detêm o poder, todos correm riscos, pois o poder muda de mãos, mas a sua lógica, nunca.
Passamos de uma pauta pessoal para uma pauta política e coletiva, porque, quando se acalenta que um simples fragmento de diversidade possa ser excluído, dá-se a dica e a permissão para nossa própria exclusão. Sim, negar a diversidade é a mais sutil e astuta agenda dos ditadores de plantão. Os regimes autoritários não podem permitir que o diverso exista, já que cultuam a si mesmos. Eles precisam suplantar o outro, para fazer reluzir a própria egolatria. Preferem o espelho à janela e, mesmo com olhos abertos, só enxergam a própria face.
Valorizar a diversidade é o movimento mais revolucionário dos nossos tempos, o mais democrático dos impulsos, a empreitada mais transformadora. Valorizar a diversidade é raciocinar a partir da premissa de que todos contam. O pão acumulado em uma mesa e que falta na mesa do outro é injusto; o religioso que se apresenta como o único representante do sagrado é mentiroso; o modelo de família trazido como o único verdadeiro é falso; o líder que se apregoa como a única opção é um usurpador; a etnia que se infla de superior é insegura; o padrão de afeto que precisa se impor é decepcionante. Que a diversidade ecoe em nossos ouvidos como a música predileta. Que ela ocupe nossos pensamentos como nossos melhores sonhos. E que, vigilantes, possamos escrutinar nosso cotidiano, para que nunca, nem no menor aceno, possamos afastá-la. Em última instância, a diversidade é o reflexo da vida, que misteriosamente desliza à nossa frente em muitas formas, desvelando seu mistério.
(SANCHES, Mário Antonio. A diversidade valorizada. O Estado de São Paulo. Em: 18/09/2021. Disponível em: https://opiniao.estadao.com.br/ noticias/espaco-aberto,a-diversidade-valorizada,70003842411.)
A linguagem empregada nos textos frequentemente apresenta múltiplos sentidos, diferentes daqueles veiculados pelos dicionários. Dependendo do contexto, as palavras ganham novos sentidos, carregados de valores culturais, afetivos e sociais. Com base nessas considerações, assinale a alternativa que apresenta o termo destacado utilizado denotativamente, ou seja, com seu sentido literal, mais usual.
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A diversidade valorizada
Valorizar a realidade do outro é o movimento mais
revolucionário dos nossos tempos.
A humanidade, como um todo, às vezes parece um ébrio que avança cambaleante, que titubeia à esquerda, deambula à direta, retrocede meio passo e, aos poucos, avança imprecisamente. Talvez se assemelhe melhor a um infante, quiçá a um bebê, que, inseguro, busca firmar seus passos e a quem a queda se apresenta não como mandatária, mas como experiência.
Todos nós, relutantes e amedrontados, transformamos a nossa realidade num lar, onde nos aconchegamos, repousamos e alardeamos ser este o nosso espaço possível, o único seguro. Fora deste “nosso lar” nada existe – e, se existir, é perigoso, é uma ameaça que precisa ser eliminada.
Mas será que para trombetear que nosso lar é acolhedor precisamos exorcizar os lares alheios? Quando guturalmente explicitamos que nosso espaço é possível, estamos negando que outros existam? Cada pessoa se depara com algo que gostaria de negar, precisa ver o que não gostaria de reconhecer e é colocada próxima daquilo de que gostaria de manter distância: o outro, a outra.
O “outro” impõe sua existência, está às vistas, circula na proximidade. Como vamos lidar com isso? Ou, ainda, como estamos percebendo este outro, esta outra? A realidade do outro e da outra não é mono, mas polissêmica; não é rotina, mas festejo; não é única, mas diversa. Assim, a diversidade se introduz como hóspede inoportuna, com galhardia imprópria. Desfila a si mesma, desarticulando nossa insegura e medrosa rotina.
O momento exige que o infante ébrio firme seus passos, encare o percurso, sorria desafiante e acalente um sonho. Deve -se festejar a diversidade, não apenas suportar sua presença; torná-la laudável, não um infortúnio impostoa; anunciá-la abertamente, não a tratando como hóspede indesejada. Para isso, uma transformação se impõe e é preciso pôr em prática um vasto e generoso escambo, ir para a vida disposto a trocar o resultado pela paz interior, o falo pelo afeto, o linear pelo cíclico, a lógica pelo fenômeno, a colheita pelo plantio, a certeza pela dúvida, a razão pela vivência.
A diversidade elogiada se revela sorrateira e cativante nas suas múltiplas dobras, num convite claro para que a humanidade visualize a si mesma, encare-se como totalidade e não exclua de si a sua essência: o diverso. Negar a diversidade é impossível, por isso é que pessoas e povos com projetos de dominação forjam teorias – com alcunha de ciência ou nome de algum deus – que fazem classificações de “superiores” e “inferiores”. Desta forma, o modo de lidar com a diversidade se torna sutil e perverso. Seria, por acaso, tão difícil perceber que dizer que o “outro” é inferior carrega a lógica da dominação?
O relato sobre a diversidade laudável se torna extenso, mas também pode ser sucintamente apresentado, desde que sejam abandonados esquemas mentais de negação do(a) outro(a). Se esse passo for dado, a diversidade surge resplandecente, como joia desejada, que contabiliza para o tesouro da humanidade.
Invertendo esse sonho, a pobreza se torna nosso legado, pois, quando uma cultura desaparece, junto some uma maneira de interpretar a realidade; quando um idioma para de ser falado, cessa junto um jeito de expressar a palavra “mundo”; quando uma religião finda, empobrecem as sendas da humanidade na busca pelo sagrado; quando uma etnia é ocultada, é o olhar de todos que fica embaçado; quando uma expressão de gênero é perseguida, a humanidade revela sua própria infelicidade. Por fim, quando um humano é discriminado por aqueles que detêm o poder, todos correm riscos, pois o poder muda de mãos, mas a sua lógica, nunca.c d
Passamos de uma pauta pessoal para uma pauta política e coletiva, porque, quando se acalenta que um simples fragmento de diversidade possa ser excluído, dá-se a dica e a permissão para nossa própria exclusão. Sim, negar a diversidade é a mais sutil e astuta agenda dos ditadores de plantão. Os regimes autoritários não podem permitir que o diverso exista, já que cultuam a si mesmos. Eles precisam suplantar o outro, para fazer reluzir a própria egolatria.e Preferem o espelho à janela e, mesmo com olhos abertos, só enxergam a própria face.
Valorizar a diversidade é o movimento mais revolucionário dos nossos tempos, o mais democrático dos impulsos, a empreitada mais transformadora. Valorizar a diversidade é raciocinar a partir da premissa de que todos contam. O pão acumulado em uma mesa e que falta na mesa do outro é injusto; o religioso que se apresenta como o único representante do sagrado é mentiroso; o modelo de família trazido como o único verdadeiro é falso; o líder que se apregoa como a única opção é um usurpador; a etnia que se infla de superior é insegura; o padrão de afeto que precisa se impor é decepcionante. Que a diversidade ecoe em nossos ouvidos como a música predileta. Que ela ocupe nossos pensamentos como nossos melhores sonhos. E que, vigilantes, possamos escrutinar nosso cotidiano, para que nunca, nem no menor aceno, possamos afastá-la. Em última instância, a diversidade é o reflexo da vida, que misteriosamente desliza à nossa frente em muitas formas, desvelando seu mistério.b
(SANCHES, Mário Antonio. A diversidade valorizada. O Estado de São Paulo. Em: 18/09/2021. Disponível em: https://opiniao.estadao.com.br/ noticias/espaco-aberto,a-diversidade-valorizada,70003842411.)
A progressão temática de um texto é favorecida pela coesão referencial, que é utilizada para garantir a articulação entre as partes do texto e também para estabelecer relações entre as informações. Esse tipo de coesão cria um sistema de relações entre as palavras e expressões de um texto, permitindo ao leitor identificar os termos a que se referem. Com base nessas informações, analise as relações coesivas estabelecidas pelos pronomes destacados nas passagens a seguir e assinale a alternativa que apresenta o adequado referente apontado nos parênteses.
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Media and Education in the digital age
The idea that education is a fundamentally political process construes education as a process in which a number of participants compete for a variety of goals, depending on the nature of the issues at stake. A classical tradition in political science defines the core aspect of this process as a competition for control over the distribution of values in society. In this perspective, the study of politics is, in practice, the study of ‘who gets what, when and how’ (Lasswell, 1950). Seen as political process, the study of education is the study of who gets what, when and how in the competition for control over the future of society. This includes the study of the main cleavages, or the fault lines defined by relevant issues at the core of the competition between the main actors, the strategies, or the moves through which main actors try to gain political influence and the nature of the stake. While shared in political studies and also in critical contributions to the analysis of education (Youdell, 2011) this position seems nevertheless far from mainstream in much of the current discussion on media and education. For too many, education is a technical problem: one which has to do primarily with the effective management of available resources, with the identification and implementation of costefficient educational models, curricula and technologies.
(Available at: https://library.oapen.org. Adapted.)
While establishing links among text segments, we construct text cohesion. After analysing the use of NEVERTHELESS, highlighted in the text, point out the item which does NOT mean the same as it does.
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Using Podcasts in World Language Classes
(Elena Spathis; September 03/2021.)
In a sense, language teachers act as tour guides as we lead our students through the unfamiliar territory that is a newlanguage. Over the course of this cultural and linguistic journey, we hope to witness them as they grow into culturally competent communicators. Therefore, we must ensure that they have ample opportunities to practice listening, speaking, reading, and writing in the target language throughout the school year. Each year, my students consistently share that they find listening comprehension tasks to be the most difficult and nerve-racking. Without a doubt, listening to native speakers use the language at a fast pace can be daunting for language learners of all ages. To help build my students’ listening skills as well as their cultural awareness, I strive to expose them to a wide range of culturally rich songs, videos, and audio clips. Repeated practice improves their skills and builds their confidence.
With the rise in popularity of audiobooks and podcasts over the past few years, I suddenly thought to myself, why not integrate podcasts into my classes? Rather than repeatedly playing quick audio clips for my students, I felt that a podcast could tell a compelling story. This was likely to immediately engage them and hopefully could make listening to the target language a bit less overwhelming. I found myself exploring the award-winning Radio Ambulante by NPR, despite the fact that it was not a traditional language-learning podcast. Upon browsing the multitude of culturally focused podcasts on the site, I noticed that they aligned well with my units. Many of the episodes focused on immigration experiences, while others discussed environmental challenges or global issues. When using any podcast, I focus on designing pre-listening, while- -listening, and post-listening activities for students to complete. Here are some key steps for incorporating podcasts.
1. Preview the material. Prior to listening to the podcast, I present students with the title and theme of the episode and ask them to share what they know about the particular topic. I also have them make predictions in pairs as to what the podcast might address. This sets them up for success once they start listening.
2. Encourage active listening. While students listen to each podcast section, I provide them with cloze-style activities or a series of open-ended comprehension questions, students need to fill in the blanks with missing words; you can have them focus on verbs, nouns, adjectives, or a mix. I often have them participate in think-pair-share activities and ask them to share their responses with a partner. Sometimes I simply ask them to share what they’ve understood in the target language aloud.
3. Finish with reflection. Upon listening to the entirety of the podcast, I lead a whole-class discussion in which we collectively talk about the highlights and takeaways. While improving students’ listening skills is at the forefront, podcasts also allow for a wide range of speaking and writing tasks. If you are looking for podcast options take a look at an article in Afar magazine called “15 Best Podcasts to Help You Master a New Language”, which is broken down by proficiency level and language. Instead of treating listening comprehension as a drill, we can take a more creative and engaging approach by exploring world-language podcasts.
(Available at: https://www.edutopia.org/article/using-podcasts-worldlanguage- classes.)
In the segment “I also have them make predictions in pairs as to what the podcast might address” AS TO means:
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Com o declínio da produção aurífera em Minas Gerais e a pressão metropolitana no sentido de arrecadar, anualmente, as cem arrobas de ouro devidas ao rei, a situação dos donos das minas ficou difícil. A decretação da derrama deixou a população revoltada com o governo e, no entender dos inconfidentes, criava um contexto favorável a rebeliões. Sobre a Inconfidência Mineira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Caracterizou-se pelas lideranças das camadas populares.
( ) Entre os rebelados, muitos tinham grandes dívidas com o fisco metropolitano.
( ) O movimento era emancipacionista e pretendia fazer de Minas Gerais, se possível, do Rio de Janeiro, um novo país.
( ) Havia um consenso entre participantes da Inconfidência quanto à questão da abolição da escravidão.
( ) No plano econômico, havia a intenção de estimular as manufaturas.
A sequência está correta em
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A fim de representar para os seus alunos a molécula da água, para cada átomo o professor pretende usar uma bola de isopor com cores distintas, que irão simbolizar os átomos que formam a molécula citada. Quantas bolas deverão ser utilizadas e quais as cores?
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“Camada que fica acima da maioria dos solos; formada por restos de folhas, galhos, frutos e demais partes vegetais, bem como remanescentes de animais e seus excrementos. É observada em florestas e bosques; sua composição oscila de acordo com o ecossistema onde ela se situa. Como exemplo, florestas tropicais com grande quantidade de árvores e animais, somados a elevados índices de chuvas e altas temperaturas, irão produzi-la em maior quantidade.” Trata-se de:
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