Foram encontradas 60 questões.
Na década de 40 do século XX, alguns autores sergipanos assinavam pequenas comédias e ligeiras dramatizações históricas,
apresentadas numa espécie de rádio-teatro por meio do programa Teatro pelo Éter, que, dirigido por Pedro Teles, ia ao ar no ano de
1944 pelos microfones da PRJ-6, Rádio Difusora de Sergipe.
Internet: <empautaufs.wordpress.com> (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, assinale a opção correta a respeito de aspectos diversos do ensino de artes.
Tendo o texto precedente como referência, assinale a opção correta a respeito de aspectos diversos do ensino de artes.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação à improvisação e ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando nós, povos indígenas, tratamos e olhamos o nosso
corpo, olhamos a partir do nosso ponto de vista de transformação.
O corpo está em constante transformação, está em movimento.
Uma das coisas que eu levantei na minha tese de doutorado é
exatamente como nós, povos indígenas, compreendemos e
conceituamos o corpo. Cheguei a uma questão que o corpo, do
nosso ponto de vista, é a síntese de todos os elementos, os nossos
especialistas falam que o corpo é constituído de vida água,
quando digo água, não é água que a gente conhece, é a água na
sua essência, vida-animal na sua essência, vida-vegetal, vida-luz,
vida-terra. Essa noção de constituição do corpo como elemento é
fundamental, é onde os nossos especialistas lançam mão para
transformar o corpo; então Bahsese como arte transforma o corpo
pelo poder de manipulação das qualidades sensíveis e das coisas
via palavras, pela formação que os especialistas têm, portanto,
para nós, a oralidade é importante, falar para nós não é qualquer
coisa, é a palavra que transforma, é a palavra que destrói, é a
palavra que constrói, o poder da palavra é superimportante,
portanto a arte do Bahsese é isso. Dizia o grande professor
indígena Brasilino Barreto: “Esse poder que está na ponta da
boca”. Assim como para os brancos o poder está na caneta, na
escrita.
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves. Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.). Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade. Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).
A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves. Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.). Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade. Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).
A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acerca da dança e do ensino de dança no Brasil, assinale a opção
correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Projeto Pés iniciou-se em 2011, como pesquisa do
movimento expressivo com pessoas com deficiência,
desenvolvido através de técnicas do teatro-dança. Adaptação é
uma palavra muito usada nesse meio. É a ideologia de trabalho
segundo a qual não são os alunos que devem adaptar-se à
metodologia, mas a metodologia que deve estar apta aos seus
alunos.
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência. Internet:<bdm.unb.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência. Internet:<bdm.unb.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção
correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando o que prevê a BNCC para o ensino do componente
curricular Arte, assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência
de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu
país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase
metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na
época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal
tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria,
então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas
indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa
de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e
brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só
em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas
encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona —
desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o
inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos
brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator
branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre
com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O
Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca
(1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente
a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor
do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz
brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou
alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava
para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos,
brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
I A discussão apresentada pelo autor remete à habilidade da BNCC consistente em analisar os diálogos e os processos de disputa por legitimidade nas práticas de linguagem e em suas produções artísticas, corporais e verbais.
II O fato de que “um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto” exemplifica a dificuldade de se trabalhar, em sala de aula, a habilidade de apropriar-se do patrimônio artístico de diferentes tempos e lugares, com a compreensão da sua diversidade, bem como dos processos de legitimação das manifestações artísticas na sociedade, e o desenvolvimento da visão crítica e histórica.
III A habilidade de analisar criticamente preconceitos, estereótipos e relações de poder presentes nas práticas corporais, adotando-se posicionamento contrário a qualquer manifestação de injustiça e desrespeito a direitos humanos e valores democráticos, poderia ser trabalhada em sala de aula a partir do estudo do texto e do Teatro Experimental do Negro.
Assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência
de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu
país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase
metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na
época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal
tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria,
então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas
indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa
de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e
brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só
em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas
encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona —
desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o
inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos
brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator
branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre
com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O
Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca
(1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente
a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor
do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz
brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou
alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava
para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos,
brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência
de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu
país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase
metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na
época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal
tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria,
então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas
indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa
de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e
brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só
em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas
encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona —
desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o
inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos
brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator
branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre
com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O
Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca
(1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente
a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor
do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz
brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou
alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava
para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos,
brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container