Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

4038370 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Na década de 40 do século XX, alguns autores sergipanos assinavam pequenas comédias e ligeiras dramatizações históricas, apresentadas numa espécie de rádio-teatro por meio do programa Teatro pelo Éter, que, dirigido por Pedro Teles, ia ao ar no ano de 1944 pelos microfones da PRJ-6, Rádio Difusora de Sergipe. Internet: <empautaufs.wordpress.com>  (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, assinale a opção correta a respeito de aspectos diversos do ensino de artes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038369 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Em relação à improvisação e ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038368 Ano: 2026
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Quando nós, povos indígenas, tratamos e olhamos o nosso corpo, olhamos a partir do nosso ponto de vista de transformação. O corpo está em constante transformação, está em movimento. Uma das coisas que eu levantei na minha tese de doutorado é exatamente como nós, povos indígenas, compreendemos e conceituamos o corpo. Cheguei a uma questão que o corpo, do nosso ponto de vista, é a síntese de todos os elementos, os nossos especialistas falam que o corpo é constituído de vida água, quando digo água, não é água que a gente conhece, é a água na sua essência, vida-animal na sua essência, vida-vegetal, vida-luz, vida-terra. Essa noção de constituição do corpo como elemento é fundamental, é onde os nossos especialistas lançam mão para transformar o corpo; então Bahsese como arte transforma o corpo pelo poder de manipulação das qualidades sensíveis e das coisas via palavras, pela formação que os especialistas têm, portanto, para nós, a oralidade é importante, falar para nós não é qualquer coisa, é a palavra que transforma, é a palavra que destrói, é a palavra que constrói, o poder da palavra é superimportante, portanto a arte do Bahsese é isso. Dizia o grande professor indígena Brasilino Barreto: “Esse poder que está na ponta da boca”. Assim como para os brancos o poder está na caneta, na escrita.
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves. Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.). Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade. Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).

A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038367 Ano: 2026
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Acerca da dança e do ensino de dança no Brasil, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038366 Ano: 2026
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
O Projeto Pés iniciou-se em 2011, como pesquisa do movimento expressivo com pessoas com deficiência, desenvolvido através de técnicas do teatro-dança. Adaptação é uma palavra muito usada nesse meio. É a ideologia de trabalho segundo a qual não são os alunos que devem adaptar-se à metodologia, mas a metodologia que deve estar apta aos seus alunos.
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência. Internet:<bdm.unb.br>  (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038365 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
No que se refere ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038364 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Considerando o que prevê a BNCC para o ensino do componente curricular Arte, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038363 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Texto 1A2
        Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997. Internet:  <www.scielo.br> (com adaptações).
Considerando o texto 1A2 e as competências e habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino do componente curricular Arte, julgue os seguintes itens.
I A discussão apresentada pelo autor remete à habilidade da BNCC consistente em analisar os diálogos e os processos de disputa por legitimidade nas práticas de linguagem e em suas produções artísticas, corporais e verbais.
II O fato de que “um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto” exemplifica a dificuldade de se trabalhar, em sala de aula, a habilidade de apropriar-se do patrimônio artístico de diferentes tempos e lugares, com a compreensão da sua diversidade, bem como dos processos de legitimação das manifestações artísticas na sociedade, e o desenvolvimento da visão crítica e histórica.
III A habilidade de analisar criticamente preconceitos, estereótipos e relações de poder presentes nas práticas corporais, adotando-se posicionamento contrário a qualquer manifestação de injustiça e desrespeito a direitos humanos e valores democráticos, poderia ser trabalhada em sala de aula a partir do estudo do texto e do Teatro Experimental do Negro.

Assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038362 Ano: 2026
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Texto 1A2
        Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997. Internet:  <www.scielo.br> (com adaptações).
A partir do texto 1A02, assinale a opção correta a respeito de teatro e ensino de teatro.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4038361 Ano: 2026
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-SE
Texto 1A2
        Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997. Internet:  <www.scielo.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o texto 1A2, assinale a opção correta em relação à história do teatro brasileiro.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas