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Salvo mediante lei específica, não podem ser utilizados recursos públicos, inclusive de operações de crédito, para socorrer instituições do Sistema Financeiro Nacional, ainda que mediante concessão de empréstimos de recuperação ou financiamentos para mudança de controle acionário.
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Jornais, manchetes e números: sejamos sempre um pouco desconfiados...
Jornais - impressos ou eletrônicos - costumam, periodicamente, "retratar" o desempenho da economia e do governo. Para isso, precisam trabalhar com medidas, indicadores quantitativos. Contudo, os indicadores que construímos (nós ou eles) não são neutros, não são independentes do lugar em que estamos, na sociedade. E não são independentes do rumo que pretendemos dar à sociedade - o nosso projeto, a nossa ideologia.
Faz tempo que estava amadurecendo a polêmica sobre esses indicadores - crescimento econômico e emprego. Há poucos meses, no caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo, um artigo de colunista oficial do jornal, bastante conservadora, criticava o desempenho da economia e do governo, afirmando, por exemplo, que a economia ia mal e o desemprego crescia. Na mesma edição, mas em outro caderno, um romancista e colunista de jornais e revistas, João Ubaldo Ribeiro, dizia algo similar: nada crescia no Brasil, a não ser os impostos. O assombroso é que a principal matéria desse caderno de economia, nessa mesma edição do Estadão, com grande destaque, era algo assim: Cresce o emprego (e emprego formal), e a massa salarial aumenta na velocidade de 30 bi por mês.
O leitor desconfiado perguntaria: o que aconteceu? Os colunistas não leem o próprio jornal? Não, não é isso. A colunista não estava produzindo informação, estava produzindo uma intervenção no debate, uma intervenção motivada, uma informação interessada, motivada pela sua posição política. E o romancista estava se referindo, implicitamente, à Medida Provisória (MP) nº 232, que aumentaria impostos para as tais "empresas prestadoras de serviços", nas quais, provavelmente, ele iria ser enquadrado. Nada mais natural que esperneiem e que vejam o mundo de outra maneira. É uma percepção do mundo, marcada pelo lugar em que eles estão e pelos fatos que percorrem sua existência diária.
A MP nº 232, tão surrada pela mídia, diminuía o imposto de renda (IR) para os assalariados e pensionistas e, proporcionalmente, aumentava o imposto das tais empresas. Essas, nos últimos anos, tinham sido o dispositivo pelo qual empresas e funcionários qualificados tinham empreendido a terceirização do assalariado, com significativa redução de carga tributária. Algum jornal tocou nessa relação? Não se fala de corda em casa de enforcado.
Regis Moraes. Internet: <www.piratininga.org.br> (com adaptações).
Julgue o item, acerca das propriedades textuais e gramaticais do texto acima.
O conectivo que inicia o trecho "E o romancista estava se referindo" tem valor explicativo e poderia ser substituído por Pois, sem prejuízo para os sentidos originais do texto.
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
O reconhecimento da despesa por competência deve ocorrer mesmo que as fases de execução da despesa orçamentária estejam pendentes.
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Determinada empresa de serviços iniciou suas atividades em 1/12/x1 com a integralização de capital em dinheiro no valor de R$ 50.000,00. No dia 10/12, foi adquirido, com metade dos recursos, um veículo para uso nas atividades da empresa.
Com base nessa situação hipotética e considerando, ainda, que o referido veículo não sofreu depreciação e que no dia 10 ainda houve prestação de serviços pela empresa, com recebimento à vista e em dinheiro, no valor de R$ 50.000,00, julgue o item seguinte.
O lucro líquido do período foi de R$ 50.000,00.
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
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A remissão é o benefício que visa excluir o crédito tributário na parte relativa à multa aplicada pelo sujeito ativo ao sujeito passivo.
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As previsões para depreciação são computadas para efeito de apuração do saldo líquido das mencionadas entidades.
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Jornais, manchetes e números: sejamos sempre um pouco desconfiados...
Jornais - impressos ou eletrônicos - costumam, periodicamente, "retratar" o desempenho da economia e do governo. Para isso, precisam trabalhar com medidas, indicadores quantitativos. Contudo, os indicadores que construímos (nós ou eles) não são neutros, não são independentes do lugar em que estamos, na sociedade. E não são independentes do rumo que pretendemos dar à sociedade - o nosso projeto, a nossa ideologia.
Faz tempo que estava amadurecendo a polêmica sobre esses indicadores - crescimento econômico e emprego. Há poucos meses, no caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo, um artigo de colunista oficial do jornal, bastante conservadora, criticava o desempenho da economia e do governo, afirmando, por exemplo, que a economia ia mal e o desemprego crescia. Na mesma edição, mas em outro caderno, um romancista e colunista de jornais e revistas, João Ubaldo Ribeiro, dizia algo similar: nada crescia no Brasil, a não ser os impostos. O assombroso é que a principal matéria desse caderno de economia, nessa mesma edição do Estadão, com grande destaque, era algo assim: Cresce o emprego (e emprego formal), e a massa salarial aumenta na velocidade de 30 bi por mês.
O leitor desconfiado perguntaria: o que aconteceu? Os colunistas não leem o próprio jornal? Não, não é isso. A colunista não estava produzindo informação, estava produzindo uma intervenção no debate, uma intervenção motivada, uma informação interessada, motivada pela sua posição política. E o romancista estava se referindo, implicitamente, à Medida Provisória (MP) nº 232, que aumentaria impostos para as tais "empresas prestadoras de serviços", nas quais, provavelmente, ele iria ser enquadrado. Nada mais natural que esperneiem e que vejam o mundo de outra maneira. É uma percepção do mundo, marcada pelo lugar em que eles estão e pelos fatos que percorrem sua existência diária.
A MP nº 232, tão surrada pela mídia, diminuía o imposto de renda (IR) para os assalariados e pensionistas e, proporcionalmente, aumentava o imposto das tais empresas. Essas, nos últimos anos, tinham sido o dispositivo pelo qual empresas e funcionários qualificados tinham empreendido a terceirização do assalariado, com significativa redução de carga tributária. Algum jornal tocou nessa relação? Não se fala de corda em casa de enforcado.
Regis Moraes. Internet: <www.piratininga.org.br> (com adaptações).
Julgue o item, acerca das propriedades textuais e gramaticais do texto acima.
No trecho "O assombroso é que a principal matéria desse caderno de economia", a palavra "assombroso" está empregada como um substantivo, o que se comprova pela presença do artigo que a antecede.
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