Foram encontradas 80 questões.
Texto CG1A1-III
1976: esse foi o ano do surgimento do termo meme, com o
biólogo Richard Dawkins, numa obra que tratava
majoritariamente de uma perspectiva evolucionista dos genes. O
argumento central é o de que os seres vivos são máquinas de
sobrevivência para replicadores biológicos — os genes —, mas é
possível que haja outros tipos de replicadores, o que leva a outros
tipos de evolução, como a que acontece nas culturas humanas. É
sob a égide desse pensamento que se propõe a existência de um
replicador cultural, o que permite que as culturas evoluam.
Meme, segundo o autor, é entendido como uma unidade de
transmissão cultural, ou unidade de imitação. São ideias que
também são replicadas de tempos em tempos, e ele tem três
características de replicadores: a longevidade, a fecundidade e a
fidelidade da cópia. A longevidade diz respeito ao tempo em que
um meme ficará disponível numa cultura; a fecundidade é a sua
habilidade de gerar cópias; e a fidelidade da cópia é a capacidade
de o meme gerar cópias com a maior semelhança possível
consigo, o original.
Vicente de Lima-Neto. Meme é gênero? Questionamentos sobre o estatuto genérico do meme.
In: Trabalhos em Linguística Aplicada, 59(3), 2020, p. 2.251 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-III
1976: esse foi o ano do surgimento do termo meme, com o
biólogo Richard Dawkins, numa obra que tratava
majoritariamente de uma perspectiva evolucionista dos genes. O
argumento central é o de que os seres vivos são máquinas de
sobrevivência para replicadores biológicos — os genes —, mas é
possível que haja outros tipos de replicadores, o que leva a outros
tipos de evolução, como a que acontece nas culturas humanas. É
sob a égide desse pensamento que se propõe a existência de um
replicador cultural, o que permite que as culturas evoluam.
Meme, segundo o autor, é entendido como uma unidade de
transmissão cultural, ou unidade de imitação. São ideias que
também são replicadas de tempos em tempos, e ele tem três
características de replicadores: a longevidade, a fecundidade e a
fidelidade da cópia. A longevidade diz respeito ao tempo em que
um meme ficará disponível numa cultura; a fecundidade é a sua
habilidade de gerar cópias; e a fidelidade da cópia é a capacidade
de o meme gerar cópias com a maior semelhança possível
consigo, o original.
Vicente de Lima-Neto. Meme é gênero? Questionamentos sobre o estatuto genérico do meme.
In: Trabalhos em Linguística Aplicada, 59(3), 2020, p. 2.251 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
I No terceiro período do primeiro parágrafo, a flexão da forma verbal “nascemos” na primeira pessoa do plural deve-se à concordância dessa forma verbal com o sujeito oculto da oração, cujo referente é “Nós”.
II A substituição da forma verbal “existem” (segundo período do segundo parágrafo) pela forma verbal há manteria a correção gramatical do texto.
III Estaria preservada a correção gramatical do segundo período do segundo parágrafo caso se substituísse “similar à do planeta Terra” por similares às do planeta Terra.
Assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
I Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a expressão “mesmo a gestão fiscal responsável” (último período do primeiro parágrafo) estivesse isolada entre vírgulas.
II A supressão da vírgula empregada após o termo “Paraná” (primeiro período do segundo parágrafo) manteria a correção gramatical do período, mas alteraria seu sentido.
III No quarto período do segundo parágrafo, a inserção de vírgula imediatamente depois do termo “abruptas” não prejudicaria a correção gramatical do texto, mas alteraria o seu sentido original.
Assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4025103
Ano: 2026
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-PR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-PR
Provas:
Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container