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Foram encontradas 80 questões.

2424154 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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A Cia. ABC, em 31/12/2010, apurou um lucro líquido de R$ 400.000. O seu estatuto vigente estabelece a participação dos administradores em 5%, empregados em 10% e partes beneficiárias em 5%. Com base na legislação societária, a parcela do lucro do exercício atribuída aos titulares das partes beneficiárias foi igual a:
 

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2422058 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO

"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário(a) ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta(b) sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua(c) própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.

Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".

Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.

Na análise de Alexandre(d) Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.

Atualmente, qualquer esforço de controlar(e) conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".

(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)

A preposição presente no segmento "alegações éticas e morais para a intervenção..." tem o mesmo valor semântico que a preposição sublinhada em:

 

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2422056 Ano: 2011
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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Uma ação promete pagar dividendos no valor de $ 4,0/ação. Estima-se que, nos anos posteriores, os dividendos cresçam à taxa constante de 5% ao ano. Se o custo de oportunidade do capital é de 14% ao ano e os dividendos são considerados uma perpetuidade, o valor presente dos dividendos será:
 

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2421815 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO

"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.

Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".

Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.

Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.

Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".

(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)

De acordo com o contexto, o "difícil equilíbrio", explicitado no título do texto, ocorre entre:

 

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2421078 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO

"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.

Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".

Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.

Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.

Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".

(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)

"Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo..." - apresenta concordância incorreta a seguinte frase:

 

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2420536 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO

"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.

Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".

Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.

Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.

Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".

(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)

De acordo com o contexto, a expressão em destaque no segmento "...e vão em caminho contrário ao da intervenção..." não significa:

 

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2419804 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO

"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.

Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".

Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.

Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.

Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".

(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)

"...os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir..." - o verbo em destaque está incorretamente conjugado na frase:

 

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2416471 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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Três caixas iguais, uma preta, uma branca e uma amarela estão uma ao lado da outra em uma prateleira. Uma caixa contém 2 moedas; outra, 3 moedas; e a outra, 4 moedas. Observe a figura abaixo.
Enunciado 2924329-1
Sabe-se que:
  • A caixa preta não contém 4 moedas.
  • O número de moedas da caixa do meio é menor que o número de moedas da caixa da direita.
  • A caixa amarela está à direita da caixa que contém 4 moedas.
Então, conclui-se que:
 

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2416446 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Provas:

Com base no resultado final do concurso para o cargo de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental da SEPLAG, prova realizada pelo CEPERJ em 01.08.2010, as frequências para o número de acertos obtidos nas cinco questões de Estatística pelos 1.535 candidatos que realizaram a prova estão mostradas no quadro abaixo.

Enunciado 2923271-1

O gráfico abaixo mostra a frequência relativa dos acertos.

Enunciado 2923271-2

Com base na tabela e no gráfico, julgue as afirmativas a seguir.

I- A moda e a mediana da distribuição são iguais.

II- A amplitude interquartílica é igual a 2.

III- A média da distribuição é igual a 2.

IV- A probabilidade de um candidato, escolhido ao acaso entre os 1.535, ter acertado no máximo duas questões é igual a 66,4%.

São corretas apenas as afirmativas:

 

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2416345 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
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Pelo Art. 45 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, o julgamento das propostas será objetivo, devendo a Comissão de Licitação realizá-lo em conformidade com os tipos de licitação, os critérios previamente estabelecidos no ato convocatório e de acordo com os fatores exclusivamente nele referidos, de maneira a possibilitar sua aferição pelos licitantes e pelos órgãos de controle. O parágrafo 1º estabelece para os efeitos deste artigo, exceto numa determinada modalidade, que constituem tipos de licitação, a de menor preço, a de melhor técnica, a de técnica e preço, e a de maior lance ou oferta. Nessas condições, a modalidade de licitação referenciada é conhecida por:

 

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