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Foram encontradas 140 questões.

2420017 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ

O número mínimo de vezes que uma moeda honesta (não viciada), com faces cara e coroa, deve ser lançada para que a probabilidade de aparecer a face cara, pelo menos uma vez, seja maior do que 95% é igual a:

 

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2419984 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
São comuns os casos em que a ação de um indivíduo ou de uma empresa afeta outros agentes do sistema econômico. As situações nas quais essas ações implicam benefícios a outros indivíduos ou firmas são caracterizadas como:
 

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2419918 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ

O Governador do Estado W pretende apresentar projeto de lei que lhe confere competência para realizar concursos e nomear os aprovados para cargos atinentes ao Poder Judiciário. Caso tal lei seja aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado W, padecerá do vício de inconstitucionalidade por afrontar:

 

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2419796 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado, em relação àquele exercício, nos últimos:
 

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2418079 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Numa situação de déficit, além das medidas tradicionais de política fiscal, o governo pode financiar seu déficit por meio de duas fontes de recursos extrafiscais, a saber:
 

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2416648 Ano: 2011
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Enunciado 2933869-1
Uma empresa contrata em um banco um empréstimo hot money de R$ 50.000,00 pelo prazo de um dia útil. A taxa de negociação firmada é de 4,1% ao mês mais um spread de 0,4% para o período. O valor futuro a pagar e o custo efetivo da operação são, respectivamente:
 

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2416565 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Em relação aos impostos, a afirmativa incorreta é:
 

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2416386 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ

Leia o texto a seguir e responda à questão.

INTERNAUTAS DO MUNDO TODO: UNI-VOS!

Desconfio que algo de novo está acontecendo no planeta. Começou no Oriente Médio e no norte da África e agora se estende por outras partes do mundo, chegando até o Brasil e os Estados Unidos.

É evidente que estou generalizando, uma vez que o que levou as pessoas às ruas no Egito e na Líbia não foi a mesma coisa que agora as mobiliza em quase cem países e quase mil cidades. As causas são diversas, e o número de manifestantes varia muito de país para país.

Não obstante, podemos chegar a uma primeira conclusão: por mais diferenças que haja entre essas manifestações, boa parte delas tem em comum ser espontânea e não ter sido organizada por partidos políticos nem entidades de classe. São o que apelidei de “manifestações do povo desorganizado”.

Há ainda outras diferenças, uma vez que as motivações não são as mesmas e o adversário a vencer tampouco, já que no Egito e na Líbia, por exemplo, o inimigo era o regime autoritário, antidemocrático, e nos Estados Unidos ou na Itália, não se trata disso.

Por essa mesma razão, naqueles países, o objetivo era pôr abaixo o regime, ainda que a custo de uma guerra civil, enquanto, do lado de cá(b), seja na França ou na Grécia, protesta-se contra medidas conjunturais tomadas pelo governo em face da crise que lhes abala a economia. Devemos observar, no entanto, que, embora coincidindo(a) em alguns aspectos, essas manifestações diferem pouco dos atos de protesto mais ou menos habituais.

Já o que ocorre em países como os EUA e o Brasil tem outro caráter, não apenas porque não tem por trás partidos políticos e sindicatos mas também porque os motivos daqueles outros protestos são conjunturais, diria mesmo tradicionais.

O leitor pode estar achando pouco clara essa minha exposição, e com razão, porque, de fato, esforço-me, eu mesmo, para entender o que ocorre ao mesmo tempo em tantos países e que não é fácil de definir.

Mas vamos tentar. Comecemos por um fator que é novo e comum a essas manifestações do povo desorganizado: a internet. Sem ela, certamente seria impossível mobilizar tanta gente para trazer a público(c) seu descontentamento ou sua indignação.

Na Líbia, na Síria, o povo se ergueu contra a falta de liberdade e os privilégios de que gozam os donos do poder e clama por democracia. Onde há democracia, como nos países ocidentais, as causas do descontentamento são outras; atrevo-me a dizer que se rebelam contra os excessos do regime capitalista. E aqui me parece estar a novidade(d). É isso aí: os jovens dos países capitalistas vão à rua para exigir mudanças radicais no capitalismo.

A coisa ainda não está explícita e daí a dificuldade de apreendê-la e defini-la. Mas é isso que me parece surgir nas ruas dessas numerosas cidades: uma visão crítica do capitalismo que não tem nada a ver com Karl Marx nem com o que se define como esquerda.

Se meu palpite está certo, trata-se de um fenômeno pelo menos curioso: alguns líderes dessas manifestações denunciam o que há de negativo no regime econômico que conquistou o mundo inteiro, até mesmo a China, onde o Partido Comunista se mantém no poder.

Como essas manifestações nada têm de ideológico, consequentemente não pretendem substituir o capitalismo por outro sistema econômico, isto é, substituir a propriedade privada dos meios de produção pela propriedade social daqueles meios, tal como pregava o marxismo e que resultava, de fato, em entregar a gestão da economia aos burocratas do partido.

Ninguém mais pensa nisso e, não obstante, os indignados de hoje consideram o capitalismo um regime injusto, cruel e corrupto, que não pode continuar como está.

Os comunistas diziam a mesma coisa para apresentar, como alternativa aos governos burgueses, a ditadura do proletariado (que, aliás, nunca ocorreu). Mas isso está fora de cogitação.

Não obstante, tendo derrotado o comunismo e se tornado o dono do pedaço no mundo inteiro, o capitalismo agora é questionado – sem “partis pris” ideológico – por aqueles que nunca leram Marx.

Por isso mesmo, não podem(e) os seus defensores alegar que os que estão nas ruas exigindo mudanças são subversivos a serviço de Moscou ou de Pequim, hoje tão capitalistas quanto Nova York ou Londres.

(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, 23 de outubro de 2011)

A expressão destacada no segmento “Não obstante, podemos chegar a...” poderia ser substituída, sem prejuízo semântico-gramatical pela expressão sublinhada no trecho:

 

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2416294 Ano: 2011
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Constitucionalmente o Poder Executivo deverá publicar relatório resumido da execução orçamentária até 30 dias após o encerramento de cada:
 

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2416149 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
O princípio tributário que determina que o conteúdo do orçamento deve ser divulgado por veículos oficiais de comunicação, para conhecimento da sociedade e para eficácia da sua validade, é chamado de:
 

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