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Foram encontradas 140 questões.

2415372 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Sobre a curva de Laffer, a afirmativa incorreta é:
 

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2415326 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
As despesas de capital do governo em construção de estradas, hospitais e escolas são chamadas de:
 

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2415261 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Quando a economia cresce ou quando há inflação, o público tende a aumentar a demanda por encaixes reais. Se isso ocorre, o governo pode obter receita emitindo moeda para satisfazer essa demanda. Os recursos provenientes dessa emissão são denominados:
 

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2415055 Ano: 2011
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Segundo a Lei Complementar n.º 101/2000, ao fim de um bimestre, se verificado que a realização da receita poderá não comportar cumprimento de metas do resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, nos trinta dias subsequentes, por ato próprio e nos montantes necessários, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias, a:
 

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2414924 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Os professores de uma escola combinaram almoçar juntos após a reunião geral do sábado seguinte pela manhã, e o transporte até o restaurante seria feito pelos automóveis de alguns professores que estavam no estacionamento da escola. Terminada a reunião, constatou-se que:
  • Com 5 pessoas em cada carro, todos os professores podem ser transportados e 2 carros podem permanecer no estacionamento.
  • Se 2 professores que não possuem carro desistirem, todos os carros podem transportar os professores restantes, com 4 pessoas em cada carro.
O número total de professores na reunião era:
 

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2414778 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
De acordo com o modelo clássico de determinação da renda, a curva de demanda de trabalho é representada pela igualdade entre:
 

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2414762 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Serão admitidas emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:
 

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2414651 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
Comemora-se no dia 22 de abril o Descobrimento do Brasil e, 138 dias depois, a Independência do Brasil, em 7 de setembro.

Certo ano, a data do descobrimento do Brasil caiu em um domingo.

Nesse ano, a data comemorativa da Independência caiu na:
 

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2414636 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ

Leia o texto a seguir e responda à questão.

INTERNAUTAS DO MUNDO TODO: UNI-VOS!

Desconfio que algo de novo está acontecendo no planeta. Começou no Oriente Médio e no norte da África e agora se estende por outras partes do mundo, chegando até o Brasil e os Estados Unidos.

É evidente que estou generalizando, uma vez que o que levou as pessoas às ruas no Egito e na Líbia não foi a mesma coisa que agora as mobiliza em quase cem países e quase mil cidades. As causas são diversas, e o número de manifestantes varia muito de país para país.

Não obstante, podemos chegar a uma primeira conclusão: por mais diferenças que haja entre essas manifestações, boa parte delas tem em comum ser espontânea e não ter sido organizada por partidos políticos nem entidades de classe. São o que apelidei de “manifestações do povo desorganizado”.

Há ainda outras diferenças, uma vez que as motivações não são as mesmas e o adversário a vencer tampouco, já que no Egito e na Líbia, por exemplo, o inimigo era o regime autoritário, antidemocrático, e nos Estados Unidos ou na Itália, não se trata disso.

Por essa mesma razão, naqueles países, o objetivo era pôr abaixo o regime, ainda que a custo de uma guerra civil, enquanto, do lado de cá, seja na França ou na Grécia, protesta-se contra medidas conjunturais tomadas pelo governo em face da crise que lhes abala a economia. Devemos observar, no entanto, que, embora coincidindo em alguns aspectos, essas manifestações diferem pouco dos atos de protesto mais ou menos habituais.

Já o que ocorre em países como os EUA e o Brasil tem outro caráter, não apenas porque não tem por trás partidos políticos e sindicatos mas também porque os motivos daqueles outros protestos são conjunturais, diria mesmo tradicionais.

O leitor pode estar achando pouco clara essa minha exposição, e com razão, porque, de fato, esforço-me, eu mesmo, para entender o que ocorre ao mesmo tempo em tantos países e que não é fácil de definir.

Mas vamos tentar. Comecemos por um fator que é novo e comum a essas manifestações do povo desorganizado: a internet. Sem ela, certamente seria impossível mobilizar tanta gente para trazer a público seu descontentamento ou sua indignação.

Na Líbia, na Síria, o povo se ergueu contra a falta de liberdade e os privilégios de que gozam os donos do poder e clama por democracia. Onde há democracia, como nos países ocidentais, as causas do descontentamento são outras; atrevo-me a dizer que se rebelam contra os excessos do regime capitalista. E aqui me parece estar a novidade. É isso aí: os jovens dos países capitalistas vão à rua para exigir mudanças radicais no capitalismo.

A coisa ainda não está explícita e daí a dificuldade de apreendê-la e defini-la. Mas é isso que me parece surgir nas ruas dessas numerosas cidades: uma visão crítica do capitalismo que não tem nada a ver com Karl Marx nem com o que se define como esquerda.

Se meu palpite está certo, trata-se de um fenômeno pelo menos curioso: alguns líderes dessas manifestações denunciam o que há de negativo no regime econômico que conquistou o mundo inteiro, até mesmo a China, onde o Partido Comunista se mantém no poder.

Como essas manifestações nada têm de ideológico, consequentemente não pretendem substituir o capitalismo por outro sistema econômico, isto é, substituir a propriedade privada dos meios de produção pela propriedade social daqueles meios, tal como pregava o marxismo e que resultava, de fato, em entregar a gestão da economia aos burocratas do partido.

Ninguém mais pensa nisso e, não obstante, os indignados de hoje consideram o capitalismo um regime injusto, cruel e corrupto, que não pode continuar como está.

Os comunistas diziam a mesma coisa para apresentar, como alternativa aos governos burgueses, a ditadura do proletariado (que, aliás, nunca ocorreu). Mas isso está fora de cogitação.

Não obstante, tendo derrotado o comunismo e se tornado o dono do pedaço no mundo inteiro, o capitalismo agora é questionado – sem “partis pris” ideológico – por aqueles que nunca leram Marx.

Por isso mesmo, não podem os seus defensores alegar que os que estão nas ruas exigindo mudanças são subversivos a serviço de Moscou ou de Pequim, hoje tão capitalistas quanto Nova York ou Londres.

(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, 23 de outubro de 2011)

O “algo de novo” que está acontecendo são:

 

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2414572 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEFAZ-RJ
“O primeiro governo FHC foi dominado pelo tema da estabilização, em função da memória dos planos fracassados nos 10 anos prévios. O ano de 1995 e o próprio governo se iniciaram sob intensa pressão”. A afirmativa que não pode ser apontada como explicação para esse fato é:
 

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