Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Texto 1
Como armar um presépio
(José Paulo Paes)
pegar uma paisagem qualquer
cortar todas as árvores e transformá-las em papel [de imprensa
enviar para o matadouro mais próximo todos os [animais
retirar da terra o petróleo ferro urânio que possa eventualmente conter e fabricar carros tanques [aviões
mísseis nucleares cujos morticínios hão de ser [noticiados com destaque
despejar os detritos industriais nos rios e lagos
exterminar com herbicida ou napalm os últimos [traços de vegetação
evacuar a população sobrevivente para as [fábricas e cortiços da cidade
depois de reduzir assim a paisagem à medida do [homem
erguer um estábulo com restos de madeira cobri-lo de chapas enferrujadas e esperar
esperar que algum boi doente algum burro fugido algum carneiro sem dono venha nele esconder-se
esperar que venha ajoelhar-se diante dele algum velho pastor que ainda acredite no milagre
esperar esperar
quem sabe um dia não nasce ali uma criança e a vida recomeça?
(GUIMARÃES, Florianete e Margaret. A gramática lê o texto. Ed. Moderna. SP. 1998. P. 97)
José Paulo Paes (1926 – 1998), paulista de Taquaritinga, apresenta em seus poemas um senso de humor e uma visão crítica diante da realidade. No poema Como armar um presépio, o caráter crítico e sarcástico do autor é evidenciado pelo uso constante da seguinte figura de linguagem:
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Em caso de mal súbito em via pública, o socorro deve ser acionado, sendo o mais adequado, neste caso:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Texto 1
Como armar um presépio
(José Paulo Paes)
pegar uma paisagem qualquer
cortar todas as árvores e transformá-las em papel [de imprensa
enviar para o matadouro mais próximo todos os [animais
retirar da terra o petróleo ferro urânio que possa eventualmente conter e fabricar carros tanques [aviões
mísseis nucleares cujos morticínios hão de ser [noticiados com destaque
despejar os detritos industriais nos rios e lagos
exterminar com herbicida ou napalm os últimos [traços de vegetação
evacuar a população sobrevivente para as [fábricas e cortiços da cidade
depois de reduzir assim a paisagem à medida do [homem
erguer um estábulo com restos de madeira cobri-lo de chapas enferrujadas e esperar
esperar que algum boi doente algum burro fugido algum carneiro sem dono venha nele esconder-se
esperar que venha ajoelhar-se diante dele algum velho pastor que ainda acredite no milagre
esperar esperar
quem sabe um dia não nasce ali uma criança e a vida recomeça?
(GUIMARÃES, Florianete e Margaret. A gramática lê o texto. Ed. Moderna. SP. 1998. P. 97)
Podemos dividir o poema em dois momentos: o primeiro, que assinala destruição e morte; o segundo, que denota recomeço e vida. No texto, os dois verbos no infinitivo que marcam, respectivamente, o término do primeiro momento e o início do segundo correspondem à alternativa:
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O sistema elétrico afeta diretamente a direção segura de um veículo. Os itens relacionados abaixo fazem parte desse sistema. Assinale o item cuja função está corretamente identificada.
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Antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá:
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Texto 1
Como armar um presépio
(José Paulo Paes)
pegar uma paisagem qualquer
cortar todas as árvores e transformá-las em papel [de imprensa
enviar para o matadouro mais próximo todos os [animais
retirar da terra o petróleo ferro urânio que possa eventualmente conter e fabricar carros tanques [aviões
mísseis nucleares cujos morticínios hão de ser [noticiados com destaque
despejar os detritos industriais nos rios e lagos
exterminar com herbicida ou napalm os últimos [traços de vegetação
evacuar a população sobrevivente para as [fábricas e cortiços da cidade
depois de reduzir assim a paisagem à medida do [homem
erguer um estábulo com restos de madeira cobri-lo de chapas enferrujadas e esperar
esperar que algum boi doente algum burro fugido algum carneiro sem dono venha nele esconder-se
esperar que venha ajoelhar-se diante dele algum velho pastor que ainda acredite no milagre
esperar esperar
quem sabe um dia não nasce ali uma criança e a vida recomeça?
(GUIMARÃES, Florianete e Margaret. A gramática lê o texto. Ed. Moderna. SP. 1998. P. 97)
O poema de José Paulo Paes é construído a partir de verbos infinitivos impessoais que correspondem às ações do homem. Reescreveu-se um desses verbos do poema no modo imperativo afirmativo, na segunda (2ª) pessoa do singular, em:
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A placa (A-7a) abaixo adverte o condutor que à esquerda, existe:

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Texto 1
Como armar um presépio
(José Paulo Paes)
pegar uma paisagem qualquer
cortar todas as árvores e transformá-las em papel [de imprensa
enviar para o matadouro mais próximo todos os [animais
retirar da terra o petróleo ferro urânio que possa eventualmente conter e fabricar carros tanques [aviões
mísseis nucleares cujos morticínios hão de ser [noticiados com destaque
despejar os detritos industriais nos rios e lagos
exterminar com herbicida ou napalm os últimos [traços de vegetação
evacuar a população sobrevivente para as [fábricas e cortiços da cidade
depois de reduzir assim a paisagem à medida do [homem
erguer um estábulo com restos de madeira cobri-lo de chapas enferrujadas e esperar
esperar que algum boi doente algum burro fugido algum carneiro sem dono venha nele esconder-se
esperar que venha ajoelhar-se diante dele algum velho pastor que ainda acredite no milagre
esperar esperar
quem sabe um dia não nasce ali uma criança e a vida recomeça?
(GUIMARÃES, Florianete e Margaret. A gramática lê o texto. Ed. Moderna. SP. 1998. P. 97)
O tom de impessoalidade do poema é construído através da ausência de um sujeito, atribuindo-lhe um caráter universal, com a função de generalizar. O recurso utilizado pelo autor para marcar a impessoalidade do texto é:
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Texto 1
Como armar um presépio
(José Paulo Paes)
pegar uma paisagem qualquer
cortar todas as árvores e transformá-las em papel [de imprensa
enviar para o matadouro mais próximo todos os [animais
retirar da terra o petróleo ferro urânio que possa eventualmente conter e fabricar carros tanques [aviões
mísseis nucleares cujos morticínios hão de ser [noticiados com destaque
despejar os detritos industriais nos rios e lagos
exterminar com herbicida ou napalm os últimos [traços de vegetação
evacuar a população sobrevivente para as [fábricas e cortiços da cidade
depois de reduzir assim a paisagem à medida do [homem
erguer um estábulo com restos de madeira cobri-lo de chapas enferrujadas e esperar
esperar que algum boi doente algum burro fugido algum carneiro sem dono venha nele esconder-se
esperar que venha ajoelhar-se diante dele algum velho pastor que ainda acredite no milagre
esperar esperar
quem sabe um dia não nasce ali uma criança e a vida recomeça?
(GUIMARÃES, Florianete e Margaret. A gramática lê o texto. Ed. Moderna. SP. 1998. P. 97)
A leitura global do poema acima nos permite identificar como tema central:
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Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local é considerada uma infração média quando a velocidade for superior à máxima em até:
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