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Texto I
Nos laços (fracos) da internet
(Diogo Schelp)
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais que isso. (...) Os brasileiros já dominaram o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. (...) Qual é o impacto desses sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles, (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: “Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal”.
(...)
Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. (...) Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade. (...)
(Veja, 8 de julho de 2009, ed. 2120 – ano 42 – nº 27)
As primeiras orações do texto são enunciadas no Presente do Indicativo pelo seguinte motivo:
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Texto II

O emprego do verbo dar em “Me dá um beijo”, ilustra:
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A estratégia governamental do estado de Minas Gerais está ancorada no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), que estabelece, em sua mais recente edição, as grandes diretrizes para a atuação do setor público no período de 2011-2030. Os novos desafios são derivados da própria trajetória evolutiva do seu modelo de gestão. Com base nesse plano, assinale a alternativa incorreta.
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Numa fazenda 15% dos animais são porcos. Se o total de porcos na fazenda é 12, então 35% do total de animais da fazenda é igual a:
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O sexto termo da sequencia lógica !$ { \large 9 \over 8}, { \large 3 \over 4}, { \large 1 \over 2}, { \large 1 \over 3}, { \large 2 \over 9} !$, ... é igual a:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei Federal nº 8.069 de 13/07/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA).
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Assinale a alternativa correta sobre a aplicação dos princípios constitucionais na Administração Pública.
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A Constituição Federal brasileira estabelece, como direitos e deveres individuais e coletivos, uma série de garantias irredutíveis e indispensáveis à promoção de seus objetivos.
Com base nessa disciplina constitucional, assinale a alternativa correta.
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De acordo coma Lei Federal nº 12.527 de 18/11/2011, que regula o acesso a informações das atividades da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, assinale a alternativa incorreta.
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Texto I
Nos laços (fracos) da internet
(Diogo Schelp)
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais que isso. (...) Os brasileiros já dominaram o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. (...) Qual é o impacto desses sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles, (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: “Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal”.
(...)
Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. (...) Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade. (...)
(Veja, 8 de julho de 2009, ed. 2120 – ano 42 – nº 27)
Em “manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns”, ocorrem duas conjunções que apresentam, respectivamente, os seguintes valores semânticos:
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