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2446482 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

Com relação ao projeto de arquitetura e a alguns dos conceitos relativos ao manejo e controle do consumo de energia nas edificações, tendo como um dos critérios fundamentais o conforto do usuário, assinale a afirmativa correta.

 

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2446479 Ano: 2012
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FGV
Orgão: Senado

A Lei Federal 10.257/2001, denominada Estatuto da Cidade, determina que o Plano Diretor é obrigatório para os municípios que

 

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2446478 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

A execução do detalhamento de todos os elementos do empreendimento de modo a gerar um conjunto de informações suficientes para a perfeita caracterização das obras/serviços a serem executadas, bem como a avaliação dos custos, métodos construtivos, e prazos de execução, objetivando o resultado de um conjunto de informações técnicas claras e objetivas sobre todos os elementos, sistemas e componentes do empreendimento, corresponde à fase do

 

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2446476 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

Ao longo do século XX, foram desenvolvidos e aplicados diversos princípios projetuais para intervenção na cidade. Diversos desses estudos tiveram enorme repercussão nos meios culturais e profissionais e se constituem em importantes referenciais para a prática urbana contemporânea. Sobre esses princípios, considere as afirmativas a seguir:

I. Conforme o pensamento do arquiteto e matemático Christopher Alexander, explicitado em seu famoso artigo “Uma cidade não é uma Árvore”, o urbanismo moderno deve ser contestado. O autor critica o modo moderno de se pensar e produzir cidades ou partes de cidades, nas quais o sistema de semitrama, próprio das cidades por ele chamadas de “naturais”, é substituído por um sistema extremamente hierarquizado e menos complexo, que ele define como “estrutura em árvore”. As cidades “artificiais”, planejadas por esses projetistas modernos, tornam-se incapazes de desenvolver essa “pátina da vida” que as cidades naturais possuem.

II. No livro Morte e Vida das Grandes Cidades, o arquiteto Rem Koohaas desenvolve um combate aos ditames modernos de grandes áreas verdes e edifícios isolados, assim como o zoneamento de funções e a segregação entre a circulação de pedestres e veículos. Propõe retomar a observação das cidades reais que os planejadores modernos ignoraram e defende a diversidade dos usos de forma mais complexa e densa.

III. O pensamento de Aldo Rossi, explicitado no texto do “A Arquitetura da Cidade” opõe-se ao funcionalismo como relação determinista entre a forma e a função, proclamando a autonomia do desenho arquitetônico.

Assinale

 

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2446475 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

A respeito dos serviços preliminares à construção e à organização do canteiro de obras, considere as afirmativas abaixo:

I. As ligações de água, energia elétrica, esgoto e telefone devem ser solicitadas, junto à Prefeitura local, logo após a instalação dos tapumes ou construção dos muros no limite do terreno.

II. No estudo preliminar do canteiro de obras, ainda na fase de planejamento, diversos itens de vital importância devem ser considerados. Entre esses itens, está incluída a localização e dimensionamento dos equipamentos de transporte de materiais e pessoas.

III. A solicitação das ligações de água, energia elétrica, esgoto e telefone devem ser realizadas nas respectivas Concessionárias. Essas solicitações devem ser acompanhadas de um resumo do cronograma da instalação do canteiro e das atividades de máquinas e equipamentos fixos, para determinar, com antecedência, sua disposição e construção.

Assinale

 

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2446472 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

O Plano Urbanístico de Brasília, elaborado pelo arquiteto e urbanista Lúcio Costa, foi um marco na afirmação do urbanismo moderno no Brasil. Com referência aos conceitos contidos na sua elaboração, é correto afirmar que a cidade

 

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2446471 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: Senado

Considerada uma edificação paradigmática na história da arquitetura brasileira e mundial, o prédio que abrigou o antigo Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo Capanema, possui os cinco princípios básicos da nova arquitetura preconizados por Le Corbusier. Alguns desses princípios são

 

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2446470 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: Senado

O número de óbitos por leptospirose no município de Leandrópolis em 2009 foi de:

 

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ESCREVA BEM, É SIMPLES

Não é preciso ser professor de língua portuguesa para conhecê-la. Os gramáticos não são os únicos capazes de produzir textos coerentes, concisos e adequados. Não, a língua portuguesa não é a mais difícil de ser entendida. Não, português não é difícil de aprender. Acredite, você é capaz de produzir textos concisos, caprichados e perfeitamente entendíveis às pessoas que você deseja que tenham acesso a eles.

Para começar, defina seu assunto, ou seja, sobre o que você pretende falar ou discursar. Entenda que não é o título (ao concluir seu texto, não se esqueça dele), mas o assunto a ser desenvolvido, aquele que será seu objeto de análise, tal como uma matéria-prima que precisa ser moldada para ter os formatos de acordo com o estilo de cada um

Uma das dicas para isso é inserir em seu cotidiano a leitura em suas formas verbais e não verbais, tendo um olhar atencioso a todas as formas de textos que o rodeiam, tais como propaganda, folder, charge, placa de trânsito, anúncio de emprego, discurso de algum político, enfim, atente-se a tudo o que é capaz de transmitir uma mensagem. Aproveite para se questionar sobre como esses exemplos conseguem fazer com que uma mensagem seja entendida por um determinado grupo de pessoas.

Bom, escolhido o assunto, defina, indispensavelmente, seu público-alvo, pois ninguém escreve bem se não souber para quem vai escrever. Essa dica vale até mesmo se você desejar que seu texto seja lido por um grande número de pessoas. Nesse caso, utilize-se de uma linguagem simples e formal, ou seja, não utilize palavras que parecem existir apenas em dicionários e, muito menos, não utilize expressões grosseiras e gírias.

Observadas essas dicas, você pode, enfim, começar seu rascunho. Isso mesmo! Rascunho, pois um bom texto, na maioria das vezes, é o resultado de uma releitura realizada pelo próprio autor. Isso acontece porque, ao reler o que escrevemos, vamos identificando outras formas de passar a mesma informação. Nesse processo, aumentamos nossa garantia de que a mensagem será entendida pelos nossos receptores.

Além dessas regras que podem ser lembradas mais facilmente, vale uma dica muito importante: peça que outra pessoa leia seu texto, pois nada como um olhar diferente para apontar algumas falhas que, mesmo após nossa releitura, não conseguimos identificar.

(Adaptado de Erika de Souza Bueno, O Globo, 17-03-2012)

O primeiro parágrafo do texto se estrutura a partir de uma estratégia argumentativa que é:

 

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Performance and accountability:

Making government work

Governments have always been keen to achieve results, but calls to improve public sector performance in OECD countries have become particularly loud and insistent over the last couple of decades.

Reasons include increasing claims on public expenditure, particularly pensions, healthcare and education, expectations of higher quality public services in line with rising living standards and, in many cases, reluctance on the part of citizens to pay ever higher taxes. Government also has to be more competitive in the face of other potential suppliers in areas like transport, communications and energy. It must show it can do the job it sets out to do.

That is why governments across the OECD have responded by setting goals and shifting the emphasis of government management and budgeting away from how much money to spend towards what is actually being achieved. New Zealand was among the first to adopt this results-oriented budgeting and management approach in the late 1980s, and was followed in the 1990s by Canada, Denmark, Finland, the Netherlands, Sweden, the UK and the US. Later, Austria, Germany and Switzerland launched similar moves, and Turkey has recently begun a pilot phase of this process.

At the same time, these developments have pushed governments to modernise their accountability and control procedures. In particular, over the last 15 years or so, OECD governments have been engaged in reviewing and reforming the ways in which they keep control over large and complex operations in public services and how those responsible are held to account. Technological innovation and changes in the size and structure of government, in part reflecting privatisation and decentralisation, are also playing an important role in fostering these developments.

But these initiatives have by no means run their course, and their widespread implementation gives rise to some fundamental questions. What is meant by performance in the public service context, and how can it best be measured? Should a service be judged by, say, its accessibility or its financial cost, and who should do the judging? How can moves to increase the managerial responsibilities and decision-making powers of public servants be reconciled with democratic control and effective auditing procedures?

It is clearly not enough to argue that a reform works because it is based on sound research, or on an accepted procedure, or indeed that the government spent billions on its implementation. The main challenge is how to make reforms achieve their goal. This is the basic idea underlying performance-oriented budgeting and management: to shift the emphasis away from controlling inputs and towards achieving results. However, OECD countries are at different stages in this process and approaches to implementation vary.

Note: The Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD) is celebrating its 50th anniversary, but its roots go back to the rubble of Europe after World War II. Determined to avoid the mistakes of their predecessors in the wake of World War I, European leaders realised that the best way to ensure lasting peace was to encourage co-operation and reconstruction, rather than punish the defeated.

(adapted from http://www.oecd.org)

In the note at the end of the text, we learn that the OECD as an organization is

 

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