Magna Concursos

Foram encontradas 1.386 questões.

2431392 Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:

Com base no Regimento Interno do Senado Federal, não se admitirá emenda:

I. sem relação com a matéria da disposição que se pretenda emendar;

II. em sentido contrário à proposição quando se trate de proposta de emenda à Constituição, projeto de lei ou de resolução;

III. que diga respeito a mais de um dispositivo, a não ser que se trate de modificações correlatas, de sorte que a aprovação, relativamente a um dispositivo, envolva a necessidade de se alterarem outros.

Assinale

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

ESCREVA BEM, É SIMPLES

Não é preciso ser professor de língua portuguesa para conhecê-la. Os gramáticos não são os únicos capazes de produzir textos coerentes, concisos e adequados. Não, a língua portuguesa não é a mais difícil de ser entendida. Não, português não é difícil de aprender. Acredite, você é capaz de produzir textos concisos, caprichados e perfeitamente entendíveis às pessoas que você deseja que tenham acesso a eles.

Para começar, defina seu assunto, ou seja, sobre o que você pretende falar ou discursar. Entenda que não é o título (ao concluir seu texto, não se esqueça dele), mas o assunto a ser desenvolvido, aquele que será seu objeto de análise, tal como uma matéria-prima que precisa ser moldada para ter os formatos de acordo com o estilo de cada um

Uma das dicas para isso é inserir em seu cotidiano a leitura em suas formas verbais e não verbais, tendo um olhar atencioso a todas as formas de textos que o rodeiam, tais como propaganda, folder, charge, placa de trânsito, anúncio de emprego, discurso de algum político, enfim, atente-se a tudo o que é capaz de transmitir uma mensagem. Aproveite para se questionar sobre como esses exemplos conseguem fazer com que uma mensagem seja entendida por um determinado grupo de pessoas.

Bom, escolhido o assunto, defina, indispensavelmente, seu público-alvo, pois ninguém escreve bem se não souber para quem vai escrever. Essa dica vale até mesmo se você desejar que seu texto seja lido por um grande número de pessoas. Nesse caso, utilize-se de uma linguagem simples e formal, ou seja, não utilize palavras que parecem existir apenas em dicionários e, muito menos, não utilize expressões grosseiras e gírias.

Observadas essas dicas, você pode, enfim, começar seu rascunho. Isso mesmo! Rascunho, pois um bom texto, na maioria das vezes, é o resultado de uma releitura realizada pelo próprio autor. Isso acontece porque, ao reler o que escrevemos, vamos identificando outras formas de passar a mesma informação. Nesse processo, aumentamos nossa garantia de que a mensagem será entendida pelos nossos receptores.

Além dessas regras que podem ser lembradas mais facilmente, vale uma dica muito importante: peça que outra pessoa leia seu texto, pois nada como um olhar diferente para apontar algumas falhas que, mesmo após nossa releitura, não conseguimos identificar.

(Adaptado de Erika de Souza Bueno, O Globo, 17-03-2012)

Em “Entenda que não é o título (ao concluir seu texto, não se esqueça dele), mas o assunto a ser desenvolvido...”, a observação colocada entre parênteses nos faz ver que, na concepção da autora, o título de um texto

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431158 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:
Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômico-sociais.
Tomando-se o período acima como discurso direto , assinale a alternativa em que a transposição para o discurso indireto tenha sido feita em consonância com a norma culta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2430306 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:
Athens rehearses the nightmare of default
By Joshua Chaffin in Athens
Constantine Michalos, president of the Athens chamber of commerce, sat in his office - around the corner from where protesters were hurling chunks of marble at riot police - and contemplated what was once unthinkable: that Greece would default on its debt and then be forced into a messy exit from the euro.
"AII hell would break loose;" Mr Michalos said , sketching a society that would quickly run short of fuel, food, medicine and necessities. "VOu would have social upheaval."
Since the crisis began, it has been widely held that a default would prove disastrous not only for Greece but also for the entire European Union, and that it was to be avoided at ali costs.
That assumption is being questioned as never before. Some officials argue that the blowback from a Greek default might not be so debilitating, after alI.
"I am not advocating a Greek default, hard or soft - but I'm not excluding the possibility of it if the f Greeks don't get their acts together, Europe is prepared... I think we've taken the necessary measures." Alexander Stubb, Finland's Europe minister, told the Financiai Times.
That view is by no means unanimous among Greece's creditors. François Fillon, French prime minister, bn Friday had a stinging rebuke for those who would consider it. "To put in play the default of Greece is completely irresponsible," he told broadcaster RTL.
Stéphane Deo, European economist at UBS, warned that a Greek default could wreak havoc across the continent, including bank runs.
In rumour-prone Athens, business leaders, politicians and economists are aghast at open discussion of default. "It would be a nightmare," said Vannis Stournaras, head of the Foundation for Economic and Industrial Research, an Athens think-tank. "Vou would see serial defaults ... Banks would collapse completely. There would be no banks."
An important factor in any default would be the reaction of the European Central Bank. It might be possible to keep Greece in the eurozone an contain the damage if the ECB were to provide a lifeline to the country's banks, some analysts believe.
But it is also possible Frankfurt would decide it could no longer accept Greek government bonds as collateral. Without ECB liquidity - cut off from financial markets - Athens would have to print drachmas to pay its bills.
The new currency would plunge in value against the euro. That would trigger another wave of defaults for businesses and citizens, unable to pay outstanding debts in euros. Litigation, and even deeper recession, would probably ensue.
Platon Monokroussos, research head at Eurobank EFG, believes a Greek default might even cascade into a full-blown EU exit, beca use government would probably try to impose capital controls, close borders and take measures that violated EU law.
Greece's mainstream politicians appear aware of this. Lucas Papademos, the prime minister, warned MPs that the country faced "catastrophe" if it did not approve a sweeping austerity package tied to the loan.
Opinion polls show more than 70 per cent of Greeks determined to remain in the eurozone despite enduring two years of austerity and economic contraction.
However, there is a minority - particularly on the far left - that wants out. Their chief argument, endorsed by some well-known foreign economists, is that a devalued drachma would lower wages and instantly make Greece more competitive.
They tend to point to Argentina, which broke its \Iif peg with the dollar more than a decade ago, defaulted on its foreign debt and has since fared far better than many expected.
Yet that comparison overlooks the fact that the Greek economy - unlike Argentina's - boasts a small production base and few exporters. Most of its companies rely on imports, which would rocket in cost. Sceptical, too, are ordinary citizens. "We are not Argentina," Mr. Stournaras said. "We are not even self-sufficient in agriculture."
(Adapted from: FinanciaI Times http://www.ft.comjintljcmsjsjOj76d064c6-5992-11e1- 8d 36-00144 fea bdcO. htm I#axzz 1 m I F7WITI)
In paragraph 1, we are told that u around the corner from where protesters were hurling chunks of marble at riot police". It would be correct to say that
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2430201 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado

Analise os itens listados de acordo com sua correção gramatical, adequação à norma culta e boa redação.

I. Faz três meses que não nos vemos.

II. Choveram reclamações naquele evento.

III. Eles fizeram cinco anos de casados.

Assinale

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2430072 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:
Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Assinale a alternativa que poderia substituir inexorável no texto, sem grave alteração de sentido.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2429812 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:
Bem no fundo
no fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto
a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela - silêncio perpétuo
extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais
mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande .
e aos domingos saem todos passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas
( Paulo Leminski)
Com base no que orienta o Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal, assinale como se devem ler os seguintes termos: artigo 10, inciso IX, seção II.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2429371 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
Provas:
Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal(e) americano(c) e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia(a) representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar(b) os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas(d) e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Assinale a palavra do texto que tenha sido formada pelo mesmo processo que viceja.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2428946 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado

o novo

não me choca mais

nada de novo

sob o sol

apenas o mesmo

ovo de sempre

choca o mesmo novo

(Paulo Leminski)

A respeito do poema acima, analise as afirmativas a seguir:

I. A significação do poema de Leminski não é possível desvinculando a camada significante como também significado.

II. O campo semântico de “ovo” delineia o sentido de “choca”, mas não o restringe, em função das múltiplas possibilidades da linguagem poética.

III. A motivação sonora da rima “ovo” e “novo” delimitam essas palavras no universo lúdico do poema em composição.

Assinale

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Performance and accountability:

Making government work

Governments have always been keen to achieve results, but calls to improve public sector performance in OECD countries have become particularly loud and insistent over the last couple of decades.

Reasons include increasing claims on public expenditure, particularly pensions, healthcare and education, expectations of higher quality public services in line with rising living standards and, in many cases, reluctance on the part of citizens to pay ever higher taxes. Government also has to be more competitive in the face of other potential suppliers in areas like transport, communications and energy. It must show it can do the job it sets out to do.

That is why governments across the OECD have responded by setting goals and shifting the emphasis of government management and budgeting away from how much money to spend towards what is actually being achieved. New Zealand was among the first to adopt this results-oriented budgeting and management approach in the late 1980s, and was followed in the 1990s by Canada, Denmark, Finland, the Netherlands, Sweden, the UK and the US. Later, Austria, Germany and Switzerland launched similar moves, and Turkey has recently begun a pilot phase of this process.

At the same time, these developments have pushed governments to modernise their accountability and control procedures. In particular, over the last 15 years or so, OECD governments have been engaged in reviewing and reforming the ways in which they keep control over large and complex operations in public services and how those responsible are held to account. Technological innovation and changes in the size and structure of government, in part reflecting privatisation and decentralisation, are also playing an important role in fostering these developments.

But these initiatives have by no means run their course, and their widespread implementation gives rise to some fundamental questions. What is meant by performance in the public service context, and how can it best be measured? Should a service be judged by, say, its accessibility or its financial cost, and who should do the judging? How can moves to increase the managerial responsibilities and decision-making powers of public servants be reconciled with democratic control and effective auditing procedures?

It is clearly not enough to argue that a reform works because it is based on sound research, or on an accepted procedure, or indeed that the government spent billions on its implementation. The main challenge is how to make reforms achieve their goal. This is the basic idea underlying performance-oriented budgeting and management: to shift the emphasis away from controlling inputs and towards achieving results. However, OECD countries are at different stages in this process and approaches to implementation vary.

Note: The Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD) is celebrating its 50th anniversary, but its roots go back to the rubble of Europe after World War II. Determined to avoid the mistakes of their predecessors in the wake of World War I, European leaders realised that the best way to ensure lasting peace was to encourage co-operation and reconstruction, rather than punish the defeated.

(adapted from http://www.oecd.org)

When the text informs that governments have been focusing on “their accountability”, this means they have had to

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas