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Overweight- and obesity-related problems, which have assumed “epidemic proportions”, were debated by the European Parliament last night (Wednesday). Speaking on behalf of the GUE/NGL Group, Swedish MEP [Member of the European Parliament] Jens Holm warned against the rapidly increasing consumption of trans-fatty acids. “This is perhaps good news for some industries, but has been proven bad for health. The time is ripe for a ban on trans-fat acids, which could save the health of many thousands of Europeans and it is now up to the Commission to propose how this ban should be enforced.”
MEP Holm said he would also like to see a strategy to lower meat consumption. “Meat consumption is soaring in the world and will double in the coming decades if measures are not taken. This is not good for health, the environment or for animals,” he concluded.
Contributing to the debate, Ilda Figueiredo (GUE/NGL, Portugal) stressed that it was important to have “a global and integrated vision of nutrition, overweight and obesity-related problems”. She called for policies to ensure that healthy nutrition is available to all and measures to make that “quality farm produce including milk, fruit and vegetables is available locally, at reasonable prices and distributed free to people with few or no resources.”
“We need a set of public policies and programmes on health, including information campaigns and health education programmes focusing on nutrition, the promotion of healthy diets and lifestyles, physical education and sport, accessible to the population as a whole, with a particular focus on school children and young people,” MEP Figueiredo concluded.
The verb could, underlined in the text, indicates
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Instruções: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.
O poder do mercado e o dever do Estado
A grave crise econômica que, de um modo ou de outro, todos os países vêm atravessando pôs a nu a fragilidade desse deus moderno, o todo-poderoso Mercado – até então incensado como o centro ativo e exclusivo de todas as operações econômicas. Atribuíram-lhe não apenas “racionalidade própria” como um temperamento sensível: quantas vezes não se ouviu dizer que “o mercado anda nervoso”? Pois essa entidade divinizada, deixada a saciar livremente seu apetite, acabou devorando as próprias entranhas.
E o mocinho, quem diria, teve de ser socorrido pelo vilão dos mercadólatras, o Estado. Governos de vários países viram-se obrigados a abrir os cofres públicos e injetar somas astronômicas em bancos e empresas privadas, para evitar que o grande desastre chegasse a hecatombe. A lição é dura, mas pode ser proveitosa: se é essencial a função do mercado no desenvolvimento da economia, não menos essencial é o papel do Estado na definição dos rumos e das prioridades a que devem atender os investimentos financeiros e a produção de riquezas. O equacionamento entre os interesses do capital e as necessidades sociais é um desafio permanente. Mercado e Estado, num sistema capitalista civilizado, devem assumir a responsabilidade de satisfazerem, em conjunto, as demandas da ordem social.
A gestão desse equacionamento, no regime democrático, é delegada ao poder político, a quem cabe formular as metas de desenvolvimento. Em alguns países desenvolvidos, como a França, em que é historicamente viva a consciência dos direitos da sociedade, as reivindicações e os protestos são enérgicos, multidões saem à rua tão logo se configure uma crise, para chamar o Estado à responsabilidade de gestor maior das políticas públicas.
A presente crise global tornou urgente uma nova arquitetura das macropolíticas econômicas, para cuja formulação e controle o poder público deve atuar como agente decisivo. Ficou claro, sobretudo com o exemplo da situação norteamericana, que capitais voláteis e ganhos fictícios envenenam o próprio mercado, cujas “leis” não podem obstar a busca de justiça social.
(Domício Menezes, inédito)
É correto afirmar, sobre a frase E o mocinho, quem diria, teve de ser socorrido pelo vilão dos mercadólatras, o Estado, que o segmento
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II. Há ampliação da mais valia absoluta quando ocorre aumento da produtividade na produção dos bens necessários à satisfação das necessidades dos trabalhadores e ampliação da mais valia relativa quando ocorre expansão da jornada de trabalho.
III. De acordo com a teoria do valor-trabalho, o valor de cada bem pode ser reduzido ao custo do trabalho necessário à sua produção. Já a teoria subjetiva do valor afirma que o valor dos bens é atribuído conforme a avaliação dos consumidores quanto ao grau de substitutibilidade entre os bens.
IV. Diz-se que há um monopólio natural quando, por questões de escala mínima, uma única empresa se instala para fornecer determinado bem ou serviço, sendo capaz de atender plenamente o mercado consumidor.
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Com relação às três dimensões clássicas da policy analysis, considere:
I. A dimensão institucional da politics tem em vista os processos políticos de caráter conflituoso, dizendo respeito à imposição de objetivos e decisões que afetam a distribuição de poder numa comunidade.
II. Nos casos de políticas setoriais novas e fortemente conflituosas, como é o caso da política ambiental, tende a inverter-se a relação de causalidade esperada entre polity, politics e policy.
III. No caso de políticas setoriais consolidadas com estruturas de decisão relativamente estáveis, espera-se que a policy seja a variável independente.
IV. Quanto mais conflituosa a dimensão da politics, maior a autonomia da policy community na definição dos rumos de determinada política pública.
V. A prática comum da policy analysis de considerar a polity como variável independente e a policy como variável dependente tem-se mostrado inadequada para os casos de países em desenvolvimento.
Está correto o que se afirma APENAS em
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O nome desse filme é
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Too often, America educates its children for the challenges they will face in the global, knowledge-based 21st century using 20th-century technology and methodology. Other nations provide students with laptop computers, fast broadband connections, and state-of-the-art digital applications, infusing technology and innovation throughout their educational experiences. In contrast, the Bush Administration has proposed in its FY09 budget eliminating all funding for the Enhancing Education Through Technology program, designed to improve student achievement and boost students' digital literacy through the use of technology in schools.
The competitiveness and vibrancy of our economy, as well as our homeland security, depend on our ability to maintain a highly-skilled workforce. We must educate new generations of digitally literate citizens to ensure they are able to compete successfully in today's global workforce and participate in our increasingly knowledge-based society.
Our education system, however, is failing to meet this challenge. In America's schools, Internet access is often far too slow, with insufficient bandwidth for online learning, collaborative work, video conferencing, and other educational applications. In some cases, schools still use dial-up Internet access. School technology is often antiquated, in short supply, and insufficiently supported. Distance learning over broadband is a distant dream. Online curricula is offline. Teachers are insufficiently trained to use technology in their classrooms, so that whatever technology is available to them languishes. Students [TO TEACH] the basic 3 Rs, as required by the No Child Left Behind Act, but not the digital skills that will enable them to translate those 3 Rs [Reading, Writing and 'Rithmetic] into success in today's Information Age. The bottom line is that rather than "no child left behind," the failure to fully infuse technology and broadband throughout the education system has left behind many of America's children.
The new Administration should include in its National Broadband Strategy initiatives to promote the rapid adoption of technology and broadband throughout the classroom. It should also include initiatives to advance online learning and "digital excellence" training. In this way, the new Administration will not only stimulate broadband supply and demand, but deliver significant improvements in our nation's ability to educate its children.
According to the text,
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