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Foram encontradas 60 questões.

227174 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Sempre que a natureza, método, condições e local de trabalho colocarem o funcionário público do Estado do Sergipe em acentuado risco de vida, pela frequente relação de proximidade ou contato pessoal direto com população carcerária, doentes mentais comprovadamente perigosos e materiais considerados inflamáveis ou explosivos, o funcionário terá direito ao pagamento de:
 

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227173 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Tício é funcionário público do Estado do Sergipe e foi removido para outro local de exercício a seu próprio pedido. Nesse caso, Tício:
 

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227172 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Mévio aproveitou sua condição de funcionário público do Estado do Sergipe e passou a exercer o comércio de alimentos e bebidas para colegas em seu ambiente de trabalho. De acordo com a Lei n° 2.148/1977 do Estado do Sergipe, nesse caso, Mévio:
 

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227171 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Com relação às garantias, prerrogativas, deveres, proibições e vantagens do Guarda de Segurança do Sistema Prisional, previstos na Lei Complementar n° 72/2002 do Estado do Sergipe, é correto afirmar, conforme esta lei, que:
 

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227170 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Um agente penitenciário, de uma determinada cidade, recebe R$ 60,00 por dia quando não faz suas refeições no trabalho e, recebe R$ 35,00 por dia, quando faz suas refeições no trabalho. No final de 30 dias, recebeu R$ 1 500,00. Assinale a alternativa que representa a quantidade de dias que ele não fez as refeições no trabalho.
 

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227169 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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O Estado comprou 8 000m de arame e 14 000m de fios para colocar sobre muros, a fim de dificultar a fuga de presos e entrada de sinal para celular no presídio. Ao todo foram pagos R$ 25 760,00. Mil metros do arame e mil metros do fio comprados custam juntos R$ 2 950,00. Assinale a alternativa correta que indica o preço de um metro do fio e um metro do arame, nesta ordem:
 

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227168 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Três agentes penitenciários de um país qualquer, Darlan, Arley e Wanderson, recebem juntos, por dia, R$ 721,00. Arley recebe R$ 36,00 mais que o Darlan, Wanderson recebe R$ 44,00 menos que o Arley. Assinale a alternativa que representa a diária de cada um, em ordem crescente de valores.
 

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227167 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Foi feita uma obra de ampliação em um presídio com superlotação, desta forma sua população carcerária foi remanejada da seguinte maneira: os dois terços do total de presos foi dividida em partes iguais entre três alas recém construídas e o restante dos presos, foram divididos em partes iguais para as quatro alas já existentes, ficando cada uma das quatro com 60 presos. Assinale a alternativa correta que indica quantos são os presos do presídio e quantos presos cada ala recém construída recebeu.
 

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227166 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Crise dos Refugiados

(adaptação)

O mundo vive atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. São 65,6 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar seus lares, fugindo de guerras, conflitos internos, perseguições políticas e violações de direitos humanos.
A maioria dos refugiados vem da África e do Oriente Médio. A Guerra da Síria é a maior responsável pelo crescimento neste atual fluxo. Desde 2011, o país enfrenta uma sangrenta guerra civil que parece longe de terminar. Estima-se que o conflito no país já matou mais de 250 mil pessoas e provocou o deslocamento de outras 5,5 milhões, o que corresponde a um quinto da população do país.
Depois dos sírios, os maiores grupos de migrantes, por nacionalidade, são formados por afegãos (2,5 milhões), Sudaneses do sul (1,4 milhão) e somalis (1 milhão). São países envolvidos em conflitos internos, que provocam fuga em massa de sua população.
O continente europeu recebeu mais de um milhão de refugiados em 2015 e outros 400 mil em 2016. As principais portas de entrada no continente são a Grécia e a Itália e, para chegar lá, muitos migrantes desafiam os mares revoltos do Mediterrâneo. A travessia é perigosa, feita em embarcações precárias, geralmente superlotadas. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), mais de 5 mil deslocados morreram ou desapareceram durante as travessias no ano passado.
Para os que conseguem fazer a travessia e chegar ao próspero continente europeu, os problemas não terminam. O destino final dessa massa humana são os países menos afetados pela crise econômica que há anos ronda o Velho Continente, como Alemanha, Suécia e Áustria. Para chegar até lá, os migrantes precisam cruzar diversos países, onde nem sempre são bem recebidos. A resposta de muitos governos é carregada de racismo e xenofobia, com um discurso que defende medidas extremas, que vão de prisão à deportação dos migrantes.
Além das rotas pelo Mediterrâneo, vale ressaltar que uma parte reduzida dos migrantes chega por terra, atravessando a Turquia, muitas vezes a pé, até alcançar os territórios búlgaro ou grego.
Muitos países europeus barram a entrada de imigrantes ilegais sob a justificativa de que a maioria desses estrangeiros que chega à Europa são migrantes e não refugiados. Mas o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) contesta o argumento, afirmando que oito, em cada dez migrantes, provêm de países em conflito ou sob regime de exceção, como Síria, Afeganistão, Iraque e Eritreia.
Disponível em: <https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/aumento-derefugiados-provoca-grave-crise-humanitaria-entenda/>
As expressões: “próspero continente” e “Velho Continente”, referem-se:
 

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227165 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SEPLAG-SE
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Crise dos Refugiados

(adaptação)

O mundo vive atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. São 65,6 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar seus lares, fugindo de guerras, conflitos internos, perseguições políticas e violações de direitos humanos.
A maioria dos refugiados vem da África e do Oriente Médio. A Guerra da Síria é a maior responsável pelo crescimento neste atual fluxo. Desde 2011, o país enfrenta uma sangrenta guerra civil que parece longe de terminar. Estima-se que o conflito no país já matou mais de 250 mil pessoas e provocou o deslocamento de outras 5,5 milhões, o que corresponde a um quinto da população do país.
Depois dos sírios, os maiores grupos de migrantes, por nacionalidade, são formados por afegãos (2,5 milhões), Sudaneses do sul (1,4 milhão) e somalis (1 milhão). São países envolvidos em conflitos internos, que provocam fuga em massa de sua população.
O continente europeu recebeu mais de um milhão de refugiados em 2015 e outros 400 mil em 2016. As principais portas de entrada no continente são a Grécia e a Itália e, para chegar lá, muitos migrantes desafiam os mares revoltos do Mediterrâneo. A travessia é perigosa, feita em embarcações precárias, geralmente superlotadas. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), mais de 5 mil deslocados morreram ou desapareceram durante as travessias no ano passado.
Para os que conseguem fazer a travessia e chegar ao próspero continente europeu, os problemas não terminam. O destino final dessa massa humana são os países menos afetados pela crise econômica que há anos ronda o Velho Continente, como Alemanha, Suécia e Áustria. Para chegar até lá, os migrantes precisam cruzar diversos países, onde nem sempre são bem recebidos. A resposta de muitos governos é carregada de racismo e xenofobia, com um discurso que defende medidas extremas, que vão de prisão à deportação dos migrantes.
Além das rotas pelo Mediterrâneo, vale ressaltar que uma parte reduzida dos migrantes chega por terra, atravessando a Turquia, muitas vezes a pé, até alcançar os territórios búlgaro ou grego.
Muitos países europeus barram a entrada de imigrantes ilegais sob a justificativa de que a maioria desses estrangeiros que chega à Europa são migrantes e não refugiados. Mas o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) contesta o argumento, afirmando que oito, em cada dez migrantes, provêm de países em conflito ou sob regime de exceção, como Síria, Afeganistão, Iraque e Eritreia.
Disponível em: <https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/aumento-derefugiados-provoca-grave-crise-humanitaria-entenda/>
No 4° parágrafo pode-se observar a presença de verbos em tempos e modos distintos, além da presença de forma nominal. São eles:
 

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