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Durante o século XX muitos países, na tentativa de aproximar o trabalho em saúde da população desenvolveram estratégias e conceitos de Atenção Primária à Saúde (APS). Com relação às concepções de APS é correto afirmar (ANDRADE, 2006):
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Nas décadas de 1970-1980, a Saúde Coletiva constitui-se como campo de pensamento e de práticas em meio a um período no qual a sociedade ocidental moderna passa por mudanças de paradigmas no que concerne a novos fenômenos que apresentam configurações que caracterizam a denominada pós-modernidade. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde aos movimentos históricos que trouxeram novas discussões para esse campo:
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Nas discussões sobre a constituição das Ciências Sócias na modernidade, Aurea Ianni (2011) problematiza o lugar dessas ciências no cômputo dos saberes e sua relação com os propósitos da Saúde Coletiva. Nesse contexto de afirmação de identidades e definição de espaços científicos, podemos eleger como correto que:
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De acordo com as reflexões de Madel T. Luz (2009), o campo da Saúde Coletiva pode ser caracterizado por sua irredutibilidade tanto discursiva quanto prática e expressiva de sua produção a um modelo ou paradigma único. A partir dessa constatação, a autora aponta a coexistência de três modelos discursivos – multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar que vêm caracterizando, ao longo da modernidade, o campo da Saúde Coletiva. Assinale a alternativa CORRETA que ilustra esse percurso:
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No início do Século XXI, as discussões sobre o campo específico da Saúde Coletiva contribuíram para a sua afirmação como campo produtor de conteúdos, metodologias, saberes e práticas multidisciplinares (LUZ, 2009). Diante desta afirmação, leia com atenção as proposições abaixo, marque V (verdadeiro) ou F (falso) no que se refere ao desenvolvimento dessas discussões e em seguida assinale a sequência CORRETA.
Luz (2009) apresenta autores como Everardo Nunes (2001), Campos (2000), Ayres (2001), dentre outros que:
( ) Determinaram o núcleo epistemológico, teórico e prático da Saúde Coletiva, ressaltando sua identidade como área de saber e sua tímida aproximação com as Ciências Humanas, a Medicina, a Epidemiologia Clássica e outros saberes.
( ) Adotaram um viés analítico conceitual, tematizando a positividade da saúde como elemento central em oposição à visão da teoria das doenças, hegemônica nas especialidades médicas ou da saúde, que afirmam ser à condição de saúde como ausência de doença.
( ) Consideraram o processo sócio histórico ao analisarem a evolução dos paradigmas no campo, por meio de suas mudanças históricas, como por exemplo, da Saúde Pública à Medicina Social, da Medicina Social à Saúde Coletiva.
( ) Afirmaram o caráter coletivo de campo, defendendo a sobreposição das representações coletivas de saúde na relação indivíduo-população e o que se pretende com saúde coletiva, vista sob o ângulo de modelos de normatividade e intervenção em populações, grupos sociais e indivíduos.
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A avaliação de programas e serviços de saúde está inserida na saúde coletiva mantendo convergência com duas outras instâncias próximas. São elas:
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Quando o propósito da avaliação é ajustar/aperfeiçoar um programa de modo que ele possa atender melhor seus objetivos, esse tipo de avaliação é:
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Existe uma ampla variedade de desenhos e tipologias de avaliação que depende de critérios a serem utilizados no seu processo de análise. Existe, também, uma ampla variedade de critérios que possibilitam realizar juízos avaliativos. No setor saúde, os critérios mais utilizados, são os seguintes: relevância ou pertinência, efetividade, eficiência, acessibilidade, aceitabilidade, humanização e qualidade. Diante do exposto, analise as alternativas abaixo:
I. Relevância ou pertinência: questão particularmente importante para viabilidade do programa ou serviço, pois focaliza a estratégia escolhida e a sua real capacidade de melhorar a situação que originou a intervenção.
II. Efetividade: com este critério pretende-se verificar a relação entre os resultados obtidos e os recursos investidos (financeiros, humanos e de tempo). A avaliação da efetividade permite responder a seguinte questão: É possível obter maiores efeitos com os mesmos recursos?
III. Eficiência: este critério preocupa-se com o grau de alcance dos objetivos da intervenção, em termos de realizações, resultados e impactos. Relativamente à saúde, a eficiência deveria aferir a capacidade – dos tratamentos e dos cuidados em saúde – de reduzir a morbidade e a mortalidade.
IV. Acessibilidade: é o critério que possibilita medir: a) a relação entre as necessidades de saúde da comunidade e a oferta de recursos para satisfazê-las; b) a capacidade dos serviços de garantir um cuidado de saúde apropriado a todos os que dele necessitam.
V. Aceitabilidade: este critério torna possível verificar o grau de congruência entre os serviços de saúde ofertados e os valores e as expectativas dos usuários e das comunidades.
VI. Humanização: este tipo de critério descreve a relação das atitudes dos trabalhadores de saúde sobre os usuários e sobre as características das práticas dos serviços em prestar assistência a esses usuários, bem como a satisfação.
VII. Qualidade: trata-se de um critério muito utilizado para avaliação dos serviços de saúde. Adota uma perspectiva multidimensional, envolvendo diversos atores (paciente, representantes de usuários, profissionais, administradores, gerentes, etc.) e diversas dimensões de análise (estrutura, processo e resultado).
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Serapione, Lopes e Silva (2013) afirmam que a avaliação no sentido de julgar o valor das ações com o propósito de melhorá-las é tão antiga quanto a consciência humana. A base para o desenvolvimento da avaliação, entendida como atividade sistemática, foi reconhecida pela divisão de dois atos. Assinale a alternativa que contenha tais atos:
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Dentre as afirmações abaixo, marque V para verdadeiro e F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O Plano Nacional de Saúde explicita as iniciativas prioritárias do Ministério da Saúde e apresenta uma estrutura composta de introdução (processo, estrutura e embasamento legal), princípios, análise situacional da saúde, objetivos e diretrizes (com as respectivas metas), gestão, monitoramento e avaliação. Seus objetivos, diretrizes e metas encontram-se dirigidos para cinco tópicos: linhas de atenção à saúde; condições de saúde da população; setor saúde; gestão em saúde; e investimento em saúde.
( ) O Plano Estadual de Saúde dispõe de uma estrutura básica e algumas variações. Assim, pode-se ter a caracterização do contexto sócio demográfico, a análise da situação de saúde – incluindo o sistema estadual (problemas e desafios da gestão em relação à atenção básica, média e alta complexidade, vigilância epidemiológica e sanitária, recursos humanos, monitoramento e avaliação), diretrizes prioritárias (gestão descentralizada do sistema, atenção integral à saúde, controle de riscos e agravos, gestão e desenvolvimento de pessoas, monitoramento e avaliação em saúde), planos de ação para cada diretriz explicitando objetivos e operações, além dos mecanismos de monitoramento e avaliação do plano estadual e orçamento.
( ) No que diz respeito ao Plano Municipal de Saúde, é possível definir um módulo operacional para cada eixo prioritário (problemas e prioridades) explicitando o objetivo geral e o respectivo dirigente institucional responsável pelas operações.
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