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O caso a ser explicitado abaixo servirá de base para as questões de 47 a 50.
Maria é assistente social do Núcleo de Apoio à Família- NASF, de seu município. Em uma reunião para discussão de casos com a equipe do posto de saúde, foi discutido o caso de Josué. Este tem 30 anos de idade e desde criança apresentava dificuldade na escola para ler e escrever. Como a unidade de ensino não disponibilizava tutores para acompanhar os alunos com dificuldade no aprendizado, Josué não foi mais às aulas. Além disso, após completar 10 anos de idade, começou a ficar agressivo. Filho de pai desconhecido, sua mãe abandonou ele e sua irmã ainda pequenos. Após denúncias dos vizinhos, Josué e sua irmã foram morar com a avó e um tio em uma casa feita com material reciclado, cedida por vizinhos, em área de ocupação. Como a área era descoberta de equipes de saúde da família, durante anos, o jovem ficou sem atendimento por profissionais de saúde. Nesse período, sua avó envelheceu, seu tio, que fazia uso abusivo de álcool e outras drogas perdeu o emprego e ficou sem qualquer renda. Esta ficou restrita apenas ao bolsa-família, e a idosa espera completar 65 anos para dar entrada no Benefício de Prestação Continuada. Após um episódio em que Josué derrubou sua avó e ela fraturou o fêmur, ele passou a ficar trancado em um espaço pequeno e insalubre. Após as visitas da ACS com orientações, nada havia sido feito por parte da família; assim, a equipe solicitou intervenção da assistente social com a demanda voltada para o fato de que Josué estaria vivendo em cárcere privado. Após a primeira visita domiciliar realizada pela assistente social, ela, de imediato, chamou a polícia para configurar flagrante e elaborou relatório social encaminhado ao Ministério Público, denunciando a família por maus-tratos e indicando a institucionalização de Josué.
Uma das possibilidades de intervenção por parte da assistente social poderia ser a articulação com os equipamentos da Assistência Social do município. Com base na Política Nacional de Assistência Social - PNAS, analise as afirmativas abaixo:
I. Inicialmente a articulação deveria ter sido realizada entre a assistente social e o Centro de Referência da Assistência Social do território, pois, compondo os serviços da proteção social especial, é de responsabilidade do CRAS atuar com famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, visando à orientação e ao convívio sociofamiliar e comunitário a partir da oferta do Programa de Atenção Integral às Famílias.
II. A assistente social agiu de forma correta, ao indicar, de imediato, a institucionalização, uma vez que esta compõe a proteção social especial de média complexidade e é compreendida dentro da política de assistência social como a primeira alternativa indicada diante de casos confirmados de violação de direitos.
III. O encaminhamento correto seria para a proteção social especial de alta complexidade que envolve os Centros de Referência Especializados da Assistência Social, voltados para o atendimento às situações de violação de direitos.
IV. Após uma primeira aproximação à família, poderia ter sido articulada uma visita domiciliar conjunta entre a assistente social e o CREAS da área de cobertura, uma vez que o serviço oferta atendimento às famílias e aos indivíduos com seus direitos violados cujos vínculos não foram rompidos. O atendimento nesse nível de complexidade requer uma atenção mais especializada, individualizada e/ou de acompanhamento sistemático e monitorado.
Está CORRETO o que se afirma em
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O caso a ser explicitado abaixo servirá de base para as questões de 47 a 50.
Maria é assistente social do Núcleo de Apoio à Família- NASF, de seu município. Em uma reunião para discussão de casos com a equipe do posto de saúde, foi discutido o caso de Josué. Este tem 30 anos de idade e desde criança apresentava dificuldade na escola para ler e escrever. Como a unidade de ensino não disponibilizava tutores para acompanhar os alunos com dificuldade no aprendizado, Josué não foi mais às aulas. Além disso, após completar 10 anos de idade, começou a ficar agressivo. Filho de pai desconhecido, sua mãe abandonou ele e sua irmã ainda pequenos. Após denúncias dos vizinhos, Josué e sua irmã foram morar com a avó e um tio em uma casa feita com material reciclado, cedida por vizinhos, em área de ocupação. Como a área era descoberta de equipes de saúde da família, durante anos, o jovem ficou sem atendimento por profissionais de saúde. Nesse período, sua avó envelheceu, seu tio, que fazia uso abusivo de álcool e outras drogas perdeu o emprego e ficou sem qualquer renda. Esta ficou restrita apenas ao bolsa-família, e a idosa espera completar 65 anos para dar entrada no Benefício de Prestação Continuada. Após um episódio em que Josué derrubou sua avó e ela fraturou o fêmur, ele passou a ficar trancado em um espaço pequeno e insalubre. Após as visitas da ACS com orientações, nada havia sido feito por parte da família; assim, a equipe solicitou intervenção da assistente social com a demanda voltada para o fato de que Josué estaria vivendo em cárcere privado. Após a primeira visita domiciliar realizada pela assistente social, ela, de imediato, chamou a polícia para configurar flagrante e elaborou relatório social encaminhado ao Ministério Público, denunciando a família por maus-tratos e indicando a institucionalização de Josué.
Ao ler o caso explicitado acima, percebemos que houve, ao longo da história da família, a violação de diversos direitos. Dentre alguns deles, podemos inferir que houve negação dos direitos sociais expressos na Constituição de 1988:
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O caso a ser explicitado abaixo servirá de base para as questões de 47 a 50.
Maria é assistente social do Núcleo de Apoio à Família- NASF, de seu município. Em uma reunião para discussão de casos com a equipe do posto de saúde, foi discutido o caso de Josué. Este tem 30 anos de idade e desde criança apresentava dificuldade na escola para ler e escrever. Como a unidade de ensino não disponibilizava tutores para acompanhar os alunos com dificuldade no aprendizado, Josué não foi mais às aulas. Além disso, após completar 10 anos de idade, começou a ficar agressivo. Filho de pai desconhecido, sua mãe abandonou ele e sua irmã ainda pequenos. Após denúncias dos vizinhos, Josué e sua irmã foram morar com a avó e um tio em uma casa feita com material reciclado, cedida por vizinhos, em área de ocupação. Como a área era descoberta de equipes de saúde da família, durante anos, o jovem ficou sem atendimento por profissionais de saúde. Nesse período, sua avó envelheceu, seu tio, que fazia uso abusivo de álcool e outras drogas perdeu o emprego e ficou sem qualquer renda. Esta ficou restrita apenas ao bolsa-família, e a idosa espera completar 65 anos para dar entrada no Benefício de Prestação Continuada. Após um episódio em que Josué derrubou sua avó e ela fraturou o fêmur, ele passou a ficar trancado em um espaço pequeno e insalubre. Após as visitas da ACS com orientações, nada havia sido feito por parte da família; assim, a equipe solicitou intervenção da assistente social com a demanda voltada para o fato de que Josué estaria vivendo em cárcere privado. Após a primeira visita domiciliar realizada pela assistente social, ela, de imediato, chamou a polícia para configurar flagrante e elaborou relatório social encaminhado ao Ministério Público, denunciando a família por maus-tratos e indicando a institucionalização de Josué.
No caso explicitado, o tio de Josué faz uso abusivo de álcool e de outras drogas e, em decorrência desse uso, chegou, inclusive, a perder o emprego. Uma estratégia possível de ser realizada junto com ele é a de redução de danos.
Sobre ela, assinale a alternativa CORRETA.
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O caso a ser explicitado abaixo servirá de base para as questões de 47 a 50.
Maria é assistente social do Núcleo de Apoio à Família- NASF, de seu município. Em uma reunião para discussão de casos com a equipe do posto de saúde, foi discutido o caso de Josué. Este tem 30 anos de idade e desde criança apresentava dificuldade na escola para ler e escrever. Como a unidade de ensino não disponibilizava tutores para acompanhar os alunos com dificuldade no aprendizado, Josué não foi mais às aulas. Além disso, após completar 10 anos de idade, começou a ficar agressivo. Filho de pai desconhecido, sua mãe abandonou ele e sua irmã ainda pequenos. Após denúncias dos vizinhos, Josué e sua irmã foram morar com a avó e um tio em uma casa feita com material reciclado, cedida por vizinhos, em área de ocupação. Como a área era descoberta de equipes de saúde da família, durante anos, o jovem ficou sem atendimento por profissionais de saúde. Nesse período, sua avó envelheceu, seu tio, que fazia uso abusivo de álcool e outras drogas perdeu o emprego e ficou sem qualquer renda. Esta ficou restrita apenas ao bolsa-família, e a idosa espera completar 65 anos para dar entrada no Benefício de Prestação Continuada. Após um episódio em que Josué derrubou sua avó e ela fraturou o fêmur, ele passou a ficar trancado em um espaço pequeno e insalubre. Após as visitas da ACS com orientações, nada havia sido feito por parte da família; assim, a equipe solicitou intervenção da assistente social com a demanda voltada para o fato de que Josué estaria vivendo em cárcere privado. Após a primeira visita domiciliar realizada pela assistente social, ela, de imediato, chamou a polícia para configurar flagrante e elaborou relatório social encaminhado ao Ministério Público, denunciando a família por maus-tratos e indicando a institucionalização de Josué.
Os fundamentos teórico-metodológicos que fundamentaram a atuação da assistente social no caso relatado acima foram baseados na seguinte perspectiva teórica:
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Com a Política Nacional de Saúde mental, as famílias passam a ser requisitadas como parceiras e vistas também como espaços de cuidado do familiar acometido por algum tipo de transtorno mental.
Nesse sentido, assinale a afirmativa que NÃO está de acordo com o preconizado nessa relação.
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Sobre a intervenção profissional na política de saúde mental, assinale a afirmativa que vai de encontro ao que é preconizado para a atenção básica.
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Os serviços de proteção social especial de alta complexidade são aqueles, que garantem proteção integral para famílias e indivíduos, que se encontram sem referência e, ou, em situação de ameaça, necessitando ser retirados de seu núcleo familiar.
Compõem os serviços de alta complexidade:
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A Política Nacional de Assistência Social defende como condição fundamental a reciprocidade das ações da rede de proteção social básica e especial.
Ainda de acordo com a PNAS, é CORRETO o que se afirma na alternativa
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Sobre a relação entre Estado e Sociedade Civil na Política Nacional de Assistência Social, assinale a alternativa CORRETA.
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João integra o conjunto de conselheiros de saúde do seu município, compondo o segmento trabalhador. Ao fiscalizar as ações realizadas, entre elas o financiamento e a gestão em saúde, identificou que os recursos provenientes do Fundo Nacional de Saúde não estavam sendo repassados para a gestão municipal. João levou o fato para a reunião extraordinária do Conselho Municipal de Saúde.
Sobre as condições para recebimento desse recurso, analise as afirmativas abaixo:
I. O Conselho de Saúde mantenha composição paritária; dessa forma, usuários representam 50% dos integrantes.
II. O município implante uma Comissão de Elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) no prazo de dois anos.
III. O município possua plano de saúde.
Está CORRETO o que se afirma em
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