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Mulher de 35 anos com queixas de taquicardia, sudorese fria, sensação de ansiedade e turvação visual, sugerindo hipoglicemia há quase 2 anos. Negava uso de qualquer medicação. Na avaliação laboratorial, foram constatados os seguintes valores, aferidos em dois momentos distintos: Glicemia de jejum de 30 e 39mg/dL (VR: 70-100 mg/dl); insulina basal (dosados junto com a glicemia) de 450 e 400 U/L (VR:2-19 U/L); com peptídeo C de 2.3 e 3.5 ng/mL (VR: 0,36 -3.69ng/mL). Há cerca de 3 meses diagnóstico de hipertireoidismo [TSH suprimido, T4 Livre elevado (2x VR) e TRAB positivo (3x VR)] quando foi iniciado tratamento com Metimazol 20 mg/dia.
Considerando esses resultados, qual a hipótese mais provável nesse caso?
(VR= Valor de referência)
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Os inibidores da SGLT2 têm demonstrado resultados bem impactantes em relação aos benefícios cardiovasculares e renais, além do controle glicêmico. Podemos dizer que as medicações dessa classe de antidiabéticos liberadas para uso no Brasil oferecem ao paciente diabético todos os efeitos abaixo citados, EXCETO:
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Uma paciente de 45 anos procura avaliação médica por notar aumento da tireoide há cerca de 5 meses. Tinha nódulo evidente em lobo esquerdo ao exame da tireoide, medindo aproximadamente 2,0 cm, o qual foi confirmado pelo USG que já trazia, mostrando nódulo sólido de 2.1 x 1.8 x 1,0 cm em polo superior do lobo esquerdo, bem delimitado, sem calcificação e doppler mostrando vascularização central e periférica. A função tiroideana mostrava TSH 0.09 mUI/ml e T4l normal.
Qual a melhor conduta nesse caso?
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“A Cetoacidose Diabética (CAD) é uma causa frequente de admissão em emergência ou Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrico (UTIP) e, mesmo nos dias atuais, apresenta alta morbidade e mortalidade”. A fisiopatologia dessa doença é conhecida há anos, contudo as complicações permanecem elevadas, muito provavelmente por falta do real entendimento das alterações bioquímicas que a CAD promove no organismo dos acometidos. Sobre esse tópico específico, analise as assertivas abaixo:
I. Hipofosfatemia é uma alteração não rara na CAD, e isso porque a acidose desvia o fósforo do compartimento intracelular para o extracelular, favorecendo a excreção deste na urina, em um cenário de diurese osmótica importante.
II. A acidose metabólica na CAD é do tipo anion gap (AG) aumentado, e o cálculo deste é feito pela fórmula: AG = Na - (HCO3 + Cl). São determinantes para esse achado os status de hiponatremia, associado a baixos valores de bicarbonato sérico, sempre encontrados em pacientes com CAD.
III. Uma dosagem de potássio normal no início do quadro de CAD pode ser justificada pela glicogenólise e pela proteólise, decorrentes da deficiência de insulina, promovendo a saída desse eletrólito do meio celular para o líquido extracelular.
IV. A osmolaridade plasmática, a qual pode ser obtida pela fórmula [(Na + K)x2] + (glicemia/18), encontra-se bem elevada, o que promove a movimentação da água livre do interior das células para o espaço extracelular. Podemos afirmar que
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Uma criança do sexo feminino de 7 anos, 30 kg, vítima de politraumatismo, apresenta-se internada em UTI Pediátrica, em suporte ventilatório, no 3º dia pós-operatório de jejunostomia e colostomia devido à perfuração de alças intestinais. Além dessas complicações, apresentou contusões hepática e esplênica e necessitou, também, de drenagem de volumoso hemotórax à direita. Encontra-se atualmente séptica, com provável origem de foco abdominal, fazendo antibioticoterapia e droga vasoativa. Iniciou nutrição parenteral (NPT) há 24 horas. A diurese e os volumes drenados totais do dia anterior foram de 800 ml e 400 ml, respectivamente. Em relação à NPT dessa criança, analise as afirmativas abaixo:
I. A necessidade (ideal) energética diária desse paciente é de 60 kcal para cada 100 ml de volume oferecido.
II. Em função da contusão hepática, não devemos ofertar mais do que 0,5 g/kg/dia de lipídios nas primeiras 48 horas da NPT; caso a função hepática esteja normal, aumentar gradativamente a oferta desse macronutriente.
III. Em caso de indisponibilidade de acesso venoso central, a NPT poderá ser feita em acesso periférico, desde que a osmolaridade não ultrapasse 990 mOsm/L.
IV. O uso de aminoácidos de cadeia ramificada não está indicado no caso em análise.
V. Por estar em estado hipercatabólico e objetivando promover o anabolismo ou, ao menos, minimizar o catabolismo, a relação entre nitrogênio e calorias não proteicas deve estar entre 1:90 até 1:150.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Escolar de 9 anos é levado à emergência de um hospital de referência pelos seus pais devido à importante poliúria e polidipsia há 2 semanas. Relato de cefaleia e vômitos também chamaram atenção dos pais da criança. Após examinar o menor e colher uma glicemia capilar (125 mg/dL), o pediatra encaminhou, com urgência, ao setor de radiologia para a realização de uma Tomografia do encéfalo. Devido à urgência do caso, o médico radiologista liberou o laudo, sendo craniofaringioma a maior possibilidade diagnóstica. Sobre esse caso, provavelmente encontraremos:
I. Osmolalidade plasmática superior a 300 mOsm/kg
II. Osmolalidade urinária menor que 300 mOsm/kg
III. Hipoprodução de vasopressina pela hipófise
Está INCORRETO o que se afirma em
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Caso clínico para as questões 11 e 12
Lactente masculino de 7 meses e 5 dias de vida, nascido a termo, é atendido pela primeira vez, no ambulatório de puericultura de um hospital de referência em Recife. A família mudou-se de uma cidade do Agreste para a capital há poucos dias. No atendimento, além de questionar sobre o parto, alimentação, vacinação e desenvolvimento do menor, a médica pediatra percebeu anemia (2+/4+) como único achado significativo ao exame físico.
Dados antropométricos ao nascimento: Peso: 2.750 g / Comprimento: 48 cm / Perímetro cefálico: 34 cm
Dados antropométricos atuais: Peso e comprimento entre -1 e - 2 DP das curvas da OMS de peso por idade em meninos e comprimento por idade em meninos, respectivamente.
Na anamnese alimentar do lactente, a pediatra identificou que ele foi amamentado apenas nos primeiros 15 dias de vida, recebendo leite integral, desde então, com adição de cereais. Até o momento, não tinha recebido orientações da introdução do cardápio alimentar. Não está fazendo uso de nenhum suplemento. Genitora nega história de doenças hematológicas na família. Teste do pezinho normal.
Diante da principal causa da anemia do menor em questão, o único resultado de exame que NÃO esperamos encontrar é o seguinte
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Caso clínico para as questões 11 e 12
Lactente masculino de 7 meses e 5 dias de vida, nascido a termo, é atendido pela primeira vez, no ambulatório de puericultura de um hospital de referência em Recife. A família mudou-se de uma cidade do Agreste para a capital há poucos dias. No atendimento, além de questionar sobre o parto, alimentação, vacinação e desenvolvimento do menor, a médica pediatra percebeu anemia (2+/4+) como único achado significativo ao exame físico.
Dados antropométricos ao nascimento: Peso: 2.750 g / Comprimento: 48 cm / Perímetro cefálico: 34 cm
Dados antropométricos atuais: Peso e comprimento entre -1 e - 2 DP das curvas da OMS de peso por idade em meninos e comprimento por idade em meninos, respectivamente.
Em relação aos aspectos antropométricos do lactente, admitindo crescimento médio normal, mesmo sem verificar os gráficos de crescimento, é CORRETO afirmar que
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Todas as alternativas abaixo são fatores que estimulam a liberação do GH, EXCETO
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