Uma menina de 6 anos e 8 meses é trazida à consulta por aumento progressivo das mamas há 4 meses. A mãe relata
também surgimento de odores axilares e aumento da velocidade de crescimento. Ao exame físico, paciente em
Tanner M2, P1, sem sinais de virilização. A velocidade de crescimento está em +2,5 DP. A radiografia de mão e
punho revela idade óssea de 8 anos e 4 meses. A dosagem hormonal mostra: LH basal 0,3 mUI/mL; LH pós-estímulo
com GnRH 8,4 mUI/mL; estradiol discretamente elevado para a idade. Ultrassom pélvico mostra útero aumentado
para a idade (volume 25,0 mL) e ovários com múltiplos folículos. Qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente de 40 anos procura ambulatório de ginecologia com queixa de corrimento genital branco, abundante sem
odor desagradável. Informa prurido não muito intenso e ardência vaginal associada à dispareunia leve. Os sintomas
pioram na fase lútea. O exame ginecológico revelou corrimento esbranquiçado espesso e um leve processo
inflamatório. O pH vaginal estava em 3,5. No exame a fresco, não foram vistos patógenos e nenhum leucócito, mas
sim excesso de lactobacilos e restos celulares em abundância.
De acordo com o quadro acima, qual o provável diagnóstico?
Mulher de 30 anos de idade veio ao ambulatório por ausência de menstruação há seis meses. G2P2 (vaginais), LTB
+. Traz exames: Beta-HCG negativo, dosagem sérica de TSH e T4 livre normais, dosagem sérica de prolactina
normal. Fez o teste de progesterona que foi negativo e realizou também o teste de estrógeno e progesterona que foi
positivo. Exame físico sem alterações. Exame ecográfico normal. Considerando o quadro acima, qual o próximo passo para o diagnóstico?
Paciente de 39 anos veio ao ambulatório de ginecologia para avaliar resultado de exame citológico. O resultado
revelou alterações de células glandulares de significado indeterminado (ASG-US). De acordo com o quadro acima, qual a melhor conduta?
Paciente de 60 anos de idade, G0P0, encontra-se na pós-menopausa há 10 anos, procurou o ambulatório de
ginecologia para avaliar resultado de ultrassonografia que evidenciou espessamento endometrial (1,3 cm). Realizou
histeroscopia que evidenciou espessamento endometrial heterogêneo e difuso com vascularização aumentada e
atípica. Foi feita biópsia dirigida. Aguarda-se o resultado da avaliação histopatológica. De acordo como cenário acima, em se tratando de doença atípica, qual seria o tipo histológico mais provável?
Paciente de 50 anos, G1P1, procurou o ambulatório com queixa de “caroço” no peito esquerdo percebido há um
mês. Nega descarga papilar. Ao exame, palpa-se nódulo no quadrante superior da mama esquerda indolor, bem
delimitado, móvel, lobulado e contornos arredondados. A descrição do exame ecográfico revela massa sólida de
média atenuação acústica, relativamente homogênea com limites precisos. De acordo com o cenário acima, qual o diagnóstico mais provável?
Paciente de 60 anos, G1P1 (vaginal) foi ao consultório de ginecologia com história de sangramento genital há uma
semana. Sem cólicas. O exame ginecológico demonstrou útero com volume, superfície e consistência normais. O
exame ecográfico revelou estrutura endometrial hiperecogênica arredondada em fundo de cavidade uterina, sem
demais achados. Diante do exposto, qual o provável diagnóstico?
O ciclo endometrial é dividido em duas fases bem definidas, onde predomina a ação de dois principais hormônios
esteroides (estrógenos e progestágenos).
Assinale a alternativa que reúne a característica da fase proliferativa.
Mulher de 16 anos, G0P0, DUM há três meses. Sem métodos contraceptivos, chega ao ambulatório de ginecologia
com queixas de irregularidade menstrual (com períodos de atraso menstrual que já chegou há seis meses). Reclama
de aparecimento de pelos escuros e ásperos em várias regiões do corpo. Menarca aos 09 anos e primeira atividade
sexual aos 15 anos. De acordo com o descrito acima, qual o provável diagnóstico?