Foram encontradas 60 questões.
Uma paciente queixou-se de fortes dores musculares 36 horas após uma sessão de fisioterapia. Alguns mecanismos para essa dor muscular de início tardio (DMIT) foram reconhecidos como acúmulo de ácido lático e de potássio, espasmos musculares, lesão mecânica do tecido conectivo, inflamação, efluxo enzimático secundário à lesão do miócito e edema.
Nesse caso clínico, como ajuste no tratamento ou em terapias adjuvantes, com o objetivo de evitar a DMIT, o fisioterapeuta deve
Provas
Um recém-nascido admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal chegou da sala de parto com frequência respiratória de 67 rpm, apresentando tiragens costais e subesternais, batimento de asa de nariz e gemidos. No prontuário, constavam o peso de 960 gramas, 35 semanas de idade gestacional e Apgar de 7,8 e 8. Posteriormente, o paciente foi colocado no CPAP de 5 cmH2O e encaminhado à UTI neonatal. A respeito desse caso clínico, assinale a alternativa correspondente à reavaliação que o fisioterapeuta deve realizar ao admitir o paciente.
Provas
Considerando um paciente em respiração espontânea, e quanto aos eventos e às variáveis da mecânica ventilatória, assinale a alternativa correta.
Provas
Um paciente em processo de desmame da ventilação mecânica foi mudado do modo ventilação por pressão controlada (PCV) para o modo ventilação por pressão de suporte (PSV). Imediatamente após a troca do modo ventilatório, o paciente realizou uma apneia de 25 segundos, e somente depois desse tempo, passou a disparar ciclos espontâneos, mantendo seu drive constante. Assinale a alternativa que justifica fisiologicamente o restabelecimento do drive ventilatório.
Provas
Uma paciente de 51 anos de idade queixando-se de dor no braço direito, em pós-tratamento cirúrgico de câncer de mama, foi avaliada por bioimpedância e volumetria dos membros superiores, no período do tratamento, por enfaixamento compressivo. A tabela a seguir mostra a evolução da volumetria ao longo do tratamento.
|
Volumetria ml Bioimpedância ml |
||||
|
Volumetria D |
Volumetria E |
Data |
V. Braço D |
V. Braço E |
|
2298 |
1721 |
27/08/2012 |
2,92 |
1,54 |
|
2346 |
1728 |
28/08/2012 |
2,93 |
1,61 |
|
1966 |
1773 |
29/08/2012 |
2,17 |
1,58 |
|
1857 |
1789 |
13/09/2012 |
1,93 |
1,52 |
|
1968 |
1772 |
20/09/2012 |
1,99 |
1,52 |
|
1889 |
1753 |
21/09/2012 |
2 |
1,59 |
|
2018 |
1794 |
04/10/2012 |
2,16 |
1,59 |
|
1920 |
1757 |
17/10/2012 |
1,88 |
1,62 |
|
1781 |
1790 |
12/11/2012 |
1,75 |
1,64 |
GODOY, Maria de Fatima Guerreiro et al. Tratamento intensivo do linfedema, pós-tratamento de câncer de mama, em pacientes com lesão neurológica. Acta Fisiátrica, v. 20, n. 3, pp. 161-163, 2013, com adaptações.
(Figura ampliada na página 19)
Tendo em vista esse caso clínico, a respeito dos efeitos e das indicações dessa intervenção, assinale a alternativa correta.
Provas
Panuganti et al. fez um estudo que “[...] examinou os padrões de morbidade e mortalidade que emergiram durante a pandemia na região metropolitana de Detroit, com impactos desproporcionais nas comunidades afroamericanas e de baixa renda. Os autores consideraram condições de vulnerabilidade em três áreas – ambiente, ocupação e moradia – que moldou a exposição e o acesso a críticos recursos de proteção à saúde. Os pesquisadores usaram uma estrutura de curso de vida para examinar os impactos duradouros da pandemia para os indivíduos, as famílias e as comunidades, e sugerir estratégias e ações de promoção da equidade em saúde a longo prazo”.
MONTALVÃO, C. Movendo rio acima a educação e o comportamento em saúde: lições da COVID-19 para lidar com os fatores estruturais das desigualdades em saúde. In: BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Observatório de Evidências Científicas COVID-19. Disponível em: < http://evidenciascovid19.ibict.br/index.php/tag/determinantes-sociais-da-saude/ >; BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, v. 17, n. 1, p.77-93, 2007.
Com base no exposto e na compreensão acerca dos determinantes sociais em saúde, é correto afirmar que, quanto à ocupação e à moradia, essas duas condições se situam na camada
Provas

Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cordel2.pdf>. Acesso em: 2 jan. 2021.
Os trechos “Melhor ainda vai ser se equipes e usuários tentarem se conhecer” e “Se o SUS pediu ajuda todo mundo tem que dar”, correspondem ao princípio da Política Nacional de Humanização denominado
Provas
Texto 4 para responder às questões 9 e 10.
Princípios do HumanizaSUS
1 Transversalidade – A Política Nacional de
Humanização deve se fazer presente e estar inserida em
todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde
4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca
transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do
grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os
7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder
hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as
diferentes especialidades e práticas de saúde podem
10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,
esses saberes podem produzir saúde de forma mais
corresponsável.
13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As
decisões da gestão interferem diretamente na atenção à
saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar
16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de
saúde, assim como participar ativamente do processo de
tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de
19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência
em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe
de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também
22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,
assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à
daqueles que lhes são caros.
25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia
dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e
atenção é mais concreta se construída com a ampliação da
28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que
compartilham responsabilidades. Os usuários não são só
pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há
31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um
SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima
cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na
34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.
Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.
Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
Mantendo-se a correção, o sentido e a formalidade do texto, a forma verbal “há” (linha 30) poderia ser substituída por
Provas
Texto 4 para responder às questões 9 e 10.
Princípios do HumanizaSUS
1 Transversalidade – A Política Nacional de
Humanização deve se fazer presente e estar inserida em
todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde
4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca
transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do
grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os
7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder
hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as
diferentes especialidades e práticas de saúde podem
10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,
esses saberes podem produzir saúde de forma mais
corresponsável.
13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As
decisões da gestão interferem diretamente na atenção à
saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar
16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de
saúde, assim como participar ativamente do processo de
tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de
19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência
em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe
de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também
22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,
assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à
daqueles que lhes são caros.
25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia
dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e
atenção é mais concreta se construída com a ampliação da
28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que
compartilham responsabilidades. Os usuários não são só
pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há
31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um
SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima
cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na
34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.
Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.
Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
De acordo com os princípios apresentados pelo texto, assinale a alternativa correta.
Provas
Texto 3 para responder às questões de 6 a 8.
O que é e o que não é cuidado paliativo
1 Cuidado paliativo é um tratamento multiprofissional,
uma abordagem de cuidados que visa à melhoria da
qualidade de vida de pessoas com doenças graves. Disso
4 resulta que não existem pacientes paliativos, assim como
não existem pacientes diálises, ou mesmo pacientes
quimioterapias. Todos os pacientes com doenças graves
7 podem se beneficiar dessa abordagem de cuidados, estejam
ou não lidando com o fim de suas vidas. Cuidado paliativo
não é um diagnóstico médico, nem uma fase da doença, mas
10 uma abordagem de cuidados, e, portanto, um tratamento, o
que inclui uma série de medidas específicas, um conjunto de
dimensões a serem precisamente avaliadas e um conjunto de
13 ações a serem implementadas, por vezes bastante
complexas, se considerarmos algumas condições igualmente
complexas. Disso tudo resulta que uma pessoa pode ter uma
16 doença absolutamente avançada, incurável, gravíssima, e
ainda assim não estar recebendo nenhum cuidado paliativo.
Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento
19 curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o
paciente e sua família a terem seus sofrimentos
administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional,
22 mesmo que o desfecho dessa história seja a cura. Isso não
significa retirar tratamentos médicos, nem negar às pessoas
o melhor que a medicina e as demais ciências da saúde
25 podem lhe oferecer, mas ajudar a pensar em tratamentos
hierarquizados e proporcionais entre os benefícios a serem
buscados e os malefícios a serem evitados em cada fase da
28 doença. Ele não deve, então, ser entendido como algo para
as pessoas ricas, mas um direito humano, já que todos
devem ter acesso a alívio para os sofrimentos gerados por
31 graves condições de saúde. Cuidado paliativo significa
busca para uma vida digna e de melhor qualidade, mesmo
33 diante do fim da vida.
LUZ, Rodrigo (psicólogo e diretor da Fundação Elizabeth Kubbler Ross).
Capítulo Brasil. Disponível em: < https://www.casadocuidar.org.br/cuidados-paliativos/ >. Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
De acordo com as ideias apresentadas no texto, no que se refere a cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
Provas
Caderno Container