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Foram encontradas 60 questões.

2129054 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IADES
Orgão: SES-SP
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No contexto hospitalar, as práticas de orientação e aconselhamento a indivíduos e grupos fazem parte da rotina de trabalho de profissionais da psicologia. Assinale a alternativa que indica três importantes componentes dessas práticas.

 

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2129053 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IADES
Orgão: SES-SP
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O conceito de saúde reflete a conjuntura social, econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais, dependerá de concepções científicas, religiosas, filosóficas”.

SCLIAR, M. História do conceito de saúde. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):29-41, 2007.

Em relação às concepções de saúde e doença, assinale a alternativa correta.

 

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2129052 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IADES
Orgão: SES-SP
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Instituída pela Portaria MS/GM nº 3.088/2011, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) prevê a criação, a ampliação e a articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional do Ministério Público. Atenção psicossocial a crianças e adolescentes no SUS: tecendo redes para garantir direitos. Brasília: Ministério da Saúde, 2014, com adaptações.

A respeito da RAPS, assinale a alternativa correta.

 

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2129051 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IADES
Orgão: SES-SP
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São diretrizes da política de saúde mental infantojuvenil o (a)

 

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Panuganti et al. fez um estudo que “[...] examinou os padrões de morbidade e mortalidade que emergiram durante a pandemia na região metropolitana de Detroit, com impactos desproporcionais nas comunidades afroamericanas e de baixa renda. Os autores consideraram condições de vulnerabilidade em três áreas – ambiente, ocupação e moradia – que moldou a exposição e o acesso a críticos recursos de proteção à saúde. Os pesquisadores usaram uma estrutura de curso de vida para examinar os impactos duradouros da pandemia para os indivíduos, as famílias e as comunidades, e sugerir estratégias e ações de promoção da equidade em saúde a longo prazo”.

MONTALVÃO, C. Movendo rio acima a educação e o comportamento em saúde: lições da COVID-19 para lidar com os fatores estruturais das desigualdades em saúde. In: BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Observatório de Evidências Científicas COVID-19. Disponível em: < http://evidenciascovid19.ibict.br/index.php/tag/determinantes-sociais-da-saude/ >; BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, v. 17, n. 1, p.77-93, 2007.

Com base no exposto e na compreensão acerca dos determinantes sociais em saúde, é correto afirmar que, quanto à ocupação e à moradia, essas duas condições se situam na camada

 

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Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cordel2.pdf>. Acesso em: 2 jan. 2021.

Os trechos “Melhor ainda vai ser se equipes e usuários tentarem se conhecer” e “Se o SUS pediu ajuda todo mundo tem que dar”, correspondem ao princípio da Política Nacional de Humanização denominado

 

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Texto 4 para responder às questões 9 e 10.


Princípios do HumanizaSUS

1 Transversalidade – A Política Nacional de

Humanização deve se fazer presente e estar inserida em

todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde

4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca

transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do

grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os

7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder

hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as

diferentes especialidades e práticas de saúde podem

10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,

esses saberes podem produzir saúde de forma mais

corresponsável.

13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As

decisões da gestão interferem diretamente na atenção à

saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar

16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de

saúde, assim como participar ativamente do processo de

tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de

19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência

em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe

de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também

22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,

assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à

daqueles que lhes são caros.

25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia

dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e

atenção é mais concreta se construída com a ampliação da

28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que

compartilham responsabilidades. Os usuários não são só

pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há

31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um

SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima

cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na

34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.

Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.

Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.

Mantendo-se a correção, o sentido e a formalidade do texto, a forma verbal “há” (linha 30) poderia ser substituída por

 

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Texto 4 para responder às questões 9 e 10.


Princípios do HumanizaSUS

1 Transversalidade – A Política Nacional de

Humanização deve se fazer presente e estar inserida em

todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde

4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca

transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do

grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os

7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder

hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as

diferentes especialidades e práticas de saúde podem

10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,

esses saberes podem produzir saúde de forma mais

corresponsável.

13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As

decisões da gestão interferem diretamente na atenção à

saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar

16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de

saúde, assim como participar ativamente do processo de

tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de

19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência

em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe

de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também

22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,

assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à

daqueles que lhes são caros.

25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia

dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e

atenção é mais concreta se construída com a ampliação da

28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que

compartilham responsabilidades. Os usuários não são só

pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há

31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um

SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima

cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na

34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.

Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.

Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.

De acordo com os princípios apresentados pelo texto, assinale a alternativa correta.

 

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Texto 3 para responder às questões de 6 a 8.


O que é e o que não é cuidado paliativo

1 Cuidado paliativo é um tratamento multiprofissional,

uma abordagem de cuidados que visa à melhoria da

qualidade de vida de pessoas com doenças graves. Disso

4 resulta que não existem pacientes paliativos, assim como

não existem pacientes diálises, ou mesmo pacientes

quimioterapias. Todos os pacientes com doenças graves

7 podem se beneficiar dessa abordagem de cuidados, estejam

ou não lidando com o fim de suas vidas. Cuidado paliativo

não é um diagnóstico médico, nem uma fase da doença, mas

10 uma abordagem de cuidados, e, portanto, um tratamento, o

que inclui uma série de medidas específicas, um conjunto de

dimensões a serem precisamente avaliadas e um conjunto de

13 ações a serem implementadas, por vezes bastante

complexas, se considerarmos algumas condições igualmente

complexas. Disso tudo resulta que uma pessoa pode ter uma

16 doença absolutamente avançada, incurável, gravíssima, e

ainda assim não estar recebendo nenhum cuidado paliativo.

Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento

19 curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o

paciente e sua família a terem seus sofrimentos

administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional,

22 mesmo que o desfecho dessa história seja a cura. Isso não

significa retirar tratamentos médicos, nem negar às pessoas

o melhor que a medicina e as demais ciências da saúde

25 podem lhe oferecer, mas ajudar a pensar em tratamentos

hierarquizados e proporcionais entre os benefícios a serem

buscados e os malefícios a serem evitados em cada fase da

28 doença. Ele não deve, então, ser entendido como algo para

as pessoas ricas, mas um direito humano, já que todos

devem ter acesso a alívio para os sofrimentos gerados por

31 graves condições de saúde. Cuidado paliativo significa

busca para uma vida digna e de melhor qualidade, mesmo

33 diante do fim da vida.

LUZ, Rodrigo (psicólogo e diretor da Fundação Elizabeth Kubbler Ross).

Capítulo Brasil. Disponível em: < https://www.casadocuidar.org.br/cuidados-paliativos/ >. Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.

De acordo com as ideias apresentadas no texto, no que se refere a cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.

 

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Texto 3 para responder às questões de 6 a 8.


O que é e o que não é cuidado paliativo

1 Cuidado paliativo é um tratamento multiprofissional,

uma abordagem de cuidados que visa à melhoria da

qualidade de vida de pessoas com doenças graves. Disso

4 resulta que não existem pacientes paliativos, assim como

não existem pacientes diálises, ou mesmo pacientes

quimioterapias. Todos os pacientes com doenças graves

7 podem se beneficiar dessa abordagem de cuidados, estejam

ou não lidando com o fim de suas vidas. Cuidado paliativo

não é um diagnóstico médico, nem uma fase da doença, mas

10 uma abordagem de cuidados, e, portanto, um tratamento, o

que inclui uma série de medidas específicas, um conjunto de

dimensões a serem precisamente avaliadas e um conjunto de

13 ações a serem implementadas, por vezes bastante

complexas, se considerarmos algumas condições igualmente

complexas. Disso tudo resulta que uma pessoa pode ter uma

16 doença absolutamente avançada, incurável, gravíssima, e

ainda assim não estar recebendo nenhum cuidado paliativo.

Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento

19 curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o

paciente e sua família a terem seus sofrimentos

administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional,

22 mesmo que o desfecho dessa história seja a cura. Isso não

significa retirar tratamentos médicos, nem negar às pessoas

o melhor que a medicina e as demais ciências da saúde

25 podem lhe oferecer, mas ajudar a pensar em tratamentos

hierarquizados e proporcionais entre os benefícios a serem

buscados e os malefícios a serem evitados em cada fase da

28 doença. Ele não deve, então, ser entendido como algo para

as pessoas ricas, mas um direito humano, já que todos

devem ter acesso a alívio para os sofrimentos gerados por

31 graves condições de saúde. Cuidado paliativo significa

busca para uma vida digna e de melhor qualidade, mesmo

33 diante do fim da vida.

LUZ, Rodrigo (psicólogo e diretor da Fundação Elizabeth Kubbler Ross).

Capítulo Brasil. Disponível em: < https://www.casadocuidar.org.br/cuidados-paliativos/ >. Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.

Em “Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o paciente e sua família a terem seus sofrimentos administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional, mesmo que o desfecho dessa história seja a cura.” (linhas de 18 a 22), a expressão “mesmo que” poderia ser substituída, sem que isso acarretasse incorreção gramatical e nem alteração de seu sentido original, por

 

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