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No contexto hospitalar, as práticas de orientação e aconselhamento a indivíduos e grupos fazem parte da rotina de trabalho de profissionais da psicologia. Assinale a alternativa que indica três importantes componentes dessas práticas.
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O conceito de saúde reflete a conjuntura social, econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais, dependerá de concepções científicas, religiosas, filosóficas”.
SCLIAR, M. História do conceito de saúde. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):29-41, 2007.
Em relação às concepções de saúde e doença, assinale a alternativa correta.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no SUAS
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no SUS
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
Instituída pela Portaria MS/GM nº 3.088/2011, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) prevê a criação, a ampliação e a articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional do Ministério Público. Atenção psicossocial a crianças e adolescentes no SUS: tecendo redes para garantir direitos. Brasília: Ministério da Saúde, 2014, com adaptações.
A respeito da RAPS, assinale a alternativa correta.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
São diretrizes da política de saúde mental infantojuvenil o (a)
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Panuganti et al. fez um estudo que “[...] examinou os padrões de morbidade e mortalidade que emergiram durante a pandemia na região metropolitana de Detroit, com impactos desproporcionais nas comunidades afroamericanas e de baixa renda. Os autores consideraram condições de vulnerabilidade em três áreas – ambiente, ocupação e moradia – que moldou a exposição e o acesso a críticos recursos de proteção à saúde. Os pesquisadores usaram uma estrutura de curso de vida para examinar os impactos duradouros da pandemia para os indivíduos, as famílias e as comunidades, e sugerir estratégias e ações de promoção da equidade em saúde a longo prazo”.
MONTALVÃO, C. Movendo rio acima a educação e o comportamento em saúde: lições da COVID-19 para lidar com os fatores estruturais das desigualdades em saúde. In: BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Observatório de Evidências Científicas COVID-19. Disponível em: < http://evidenciascovid19.ibict.br/index.php/tag/determinantes-sociais-da-saude/ >; BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, v. 17, n. 1, p.77-93, 2007.
Com base no exposto e na compreensão acerca dos determinantes sociais em saúde, é correto afirmar que, quanto à ocupação e à moradia, essas duas condições se situam na camada
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Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cordel2.pdf>. Acesso em: 2 jan. 2021.
Os trechos “Melhor ainda vai ser se equipes e usuários tentarem se conhecer” e “Se o SUS pediu ajuda todo mundo tem que dar”, correspondem ao princípio da Política Nacional de Humanização denominado
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Texto 4 para responder às questões 9 e 10.
Princípios do HumanizaSUS
1 Transversalidade – A Política Nacional de
Humanização deve se fazer presente e estar inserida em
todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde
4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca
transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do
grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os
7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder
hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as
diferentes especialidades e práticas de saúde podem
10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,
esses saberes podem produzir saúde de forma mais
corresponsável.
13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As
decisões da gestão interferem diretamente na atenção à
saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar
16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de
saúde, assim como participar ativamente do processo de
tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de
19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência
em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe
de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também
22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,
assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à
daqueles que lhes são caros.
25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia
dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e
atenção é mais concreta se construída com a ampliação da
28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que
compartilham responsabilidades. Os usuários não são só
pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há
31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um
SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima
cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na
34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.
Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.
Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
Mantendo-se a correção, o sentido e a formalidade do texto, a forma verbal “há” (linha 30) poderia ser substituída por
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Texto 4 para responder às questões 9 e 10.
Princípios do HumanizaSUS
1 Transversalidade – A Política Nacional de
Humanização deve se fazer presente e estar inserida em
todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde
4 (SUS). A Política Nacional de Humanização (PNH) busca
transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do
grau de contato e da comunicação entre as pessoas e os
7 grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder
hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as
diferentes especialidades e práticas de saúde podem
10 conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos,
esses saberes podem produzir saúde de forma mais
corresponsável.
13 Indissociabilidade entre atenção e gestão – As
decisões da gestão interferem diretamente na atenção à
saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar
16 conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de
saúde, assim como participar ativamente do processo de
tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de
19 saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência
em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe
de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também
22 se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos,
assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e à
daqueles que lhes são caros.
25 Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia
dos sujeitos e coletivos – Qualquer mudança na gestão e
atenção é mais concreta se construída com a ampliação da
28 autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que
compartilham responsabilidades. Os usuários não são só
pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: há
31 mudanças com o reconhecimento do papel de cada um. Um
SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima
cidadã de direitos, valoriza e incentiva sua atuação na
34 produção de saúde, beneficiando, assim, a todos.
Disponível em: < https://www.gov.br/saude/ >.
Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
De acordo com os princípios apresentados pelo texto, assinale a alternativa correta.
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Texto 3 para responder às questões de 6 a 8.
O que é e o que não é cuidado paliativo
1 Cuidado paliativo é um tratamento multiprofissional,
uma abordagem de cuidados que visa à melhoria da
qualidade de vida de pessoas com doenças graves. Disso
4 resulta que não existem pacientes paliativos, assim como
não existem pacientes diálises, ou mesmo pacientes
quimioterapias. Todos os pacientes com doenças graves
7 podem se beneficiar dessa abordagem de cuidados, estejam
ou não lidando com o fim de suas vidas. Cuidado paliativo
não é um diagnóstico médico, nem uma fase da doença, mas
10 uma abordagem de cuidados, e, portanto, um tratamento, o
que inclui uma série de medidas específicas, um conjunto de
dimensões a serem precisamente avaliadas e um conjunto de
13 ações a serem implementadas, por vezes bastante
complexas, se considerarmos algumas condições igualmente
complexas. Disso tudo resulta que uma pessoa pode ter uma
16 doença absolutamente avançada, incurável, gravíssima, e
ainda assim não estar recebendo nenhum cuidado paliativo.
Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento
19 curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o
paciente e sua família a terem seus sofrimentos
administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional,
22 mesmo que o desfecho dessa história seja a cura. Isso não
significa retirar tratamentos médicos, nem negar às pessoas
o melhor que a medicina e as demais ciências da saúde
25 podem lhe oferecer, mas ajudar a pensar em tratamentos
hierarquizados e proporcionais entre os benefícios a serem
buscados e os malefícios a serem evitados em cada fase da
28 doença. Ele não deve, então, ser entendido como algo para
as pessoas ricas, mas um direito humano, já que todos
devem ter acesso a alívio para os sofrimentos gerados por
31 graves condições de saúde. Cuidado paliativo significa
busca para uma vida digna e de melhor qualidade, mesmo
33 diante do fim da vida.
LUZ, Rodrigo (psicólogo e diretor da Fundação Elizabeth Kubbler Ross).
Capítulo Brasil. Disponível em: < https://www.casadocuidar.org.br/cuidados-paliativos/ >. Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
De acordo com as ideias apresentadas no texto, no que se refere a cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
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Texto 3 para responder às questões de 6 a 8.
O que é e o que não é cuidado paliativo
1 Cuidado paliativo é um tratamento multiprofissional,
uma abordagem de cuidados que visa à melhoria da
qualidade de vida de pessoas com doenças graves. Disso
4 resulta que não existem pacientes paliativos, assim como
não existem pacientes diálises, ou mesmo pacientes
quimioterapias. Todos os pacientes com doenças graves
7 podem se beneficiar dessa abordagem de cuidados, estejam
ou não lidando com o fim de suas vidas. Cuidado paliativo
não é um diagnóstico médico, nem uma fase da doença, mas
10 uma abordagem de cuidados, e, portanto, um tratamento, o
que inclui uma série de medidas específicas, um conjunto de
dimensões a serem precisamente avaliadas e um conjunto de
13 ações a serem implementadas, por vezes bastante
complexas, se considerarmos algumas condições igualmente
complexas. Disso tudo resulta que uma pessoa pode ter uma
16 doença absolutamente avançada, incurável, gravíssima, e
ainda assim não estar recebendo nenhum cuidado paliativo.
Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento
19 curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o
paciente e sua família a terem seus sofrimentos
administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional,
22 mesmo que o desfecho dessa história seja a cura. Isso não
significa retirar tratamentos médicos, nem negar às pessoas
o melhor que a medicina e as demais ciências da saúde
25 podem lhe oferecer, mas ajudar a pensar em tratamentos
hierarquizados e proporcionais entre os benefícios a serem
buscados e os malefícios a serem evitados em cada fase da
28 doença. Ele não deve, então, ser entendido como algo para
as pessoas ricas, mas um direito humano, já que todos
devem ter acesso a alívio para os sofrimentos gerados por
31 graves condições de saúde. Cuidado paliativo significa
busca para uma vida digna e de melhor qualidade, mesmo
33 diante do fim da vida.
LUZ, Rodrigo (psicólogo e diretor da Fundação Elizabeth Kubbler Ross).
Capítulo Brasil. Disponível em: < https://www.casadocuidar.org.br/cuidados-paliativos/ >. Acesso em: 10 jan. 2021, com adaptações.
Em “Ele pode ser oferecido, inclusive, no curso do tratamento curativo de uma doença potencialmente curável, e auxiliar o paciente e sua família a terem seus sofrimentos administrados e cuidados por uma equipe multiprofissional, mesmo que o desfecho dessa história seja a cura.” (linhas de 18 a 22), a expressão “mesmo que” poderia ser substituída, sem que isso acarretasse incorreção gramatical e nem alteração de seu sentido original, por
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