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Foram encontradas 50 questões.

Paciente do sexo masculino, de 64 anos, com choque séptico secundário a pneumonia, encontra-se em ventilação mecânica há 48 horas, sob uso de noradrenalina 0,08 µg/kg/min, PAM de 68 mmHg e débito urinário de 0,6 mL/kg/h. Evolui com glicemia capilar estável, sem acidose, e já apresenta trânsito intestinal presente à ausculta.

De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (BRASPEN) de 2024, qual deve ser a conduta nutricional inicial apropriada para esse paciente crítico?
 

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De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
 

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3986337 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, previamente hígido, é admitido na UTI com cefaleia holocraniana há doze horas, seguida de instalação súbita de disartria e fraqueza à direita. Relata ausência de trauma, febre ou perda de consciência. Tem histórico de hipertensão arterial controlada e dislipidemia mista. Não faz uso de anticoagulantes ou drogas ilícitas. Ao exame físico: PA: 152 × 88 mmHg; FC: 84 bpm; SatO2: 97%; temp: 36,8 °C. Escala de NIHSS: 5 (disartria, hemiparesia leve direita). Sem sopros carotídeos, com bulhas rítmicas, sem sinais de insuficiência cardíaca. Exames complementares: TC de crânio sem contraste: normal; angioTC: sem oclusão de grandes vasos; RM com difusão: isquemia aguda em topografia cortical do lobo parietal esquerdo; ecocardiograma transtorácico e doppler de carótidas: sem alterações significativas; holter 24 horas: ritmo sinusal, sem fibrilação atrial.

Diante do quadro e dos achados iniciais, é correto afirmar que o diagnóstico sindrômico de acidente vascular cerebral (AVC) associado é o de AVC
 

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3986336 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente do sexo masculino, de 52 anos, IMC igual a 41 kg/m2, portador de diabetes mellitus tipo 2, em uso de semaglutida 2,4 mg/semana há três meses e rosuvastatina 20 mg/dia, é admitido na UTI com dor epigástrica intensa irradiada para dorso, taquipneia e oligúria há dezoito horas. Relata náuseas e vômitos persistentes, sem etilismo recente há 32 horas. Ao exame físico: PA: 88 × 54 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 32 irpm; SpO2 91% em O2 nasal: 3 L/min; T: 38,7 °C. Abdome distendido, doloroso difusamente, sem defesa peritoneal franca. Exames laboratoriais iniciais: leucócitos: 22.300/mm3; amilase: 1.040 U/L; lipase: 1.350 U/L; creatinina: 2,2 mg/dL (prévia: 0,9 mg/dL); lactato: 3,8 mmol/L; PCR: 42 mg/dL; triglicerídeos: 210 mg/dL; AST/ALT: discretamente elevadas; pH: 7,28; HCO3: 18; PaO2: 62 mmHg; FiO2: 0,4. TC de abdome com contraste mostrado a seguir:
Enunciado 4918815-1
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Em relação à abordagem intensiva e às decisões terapêuticas nesse caso, assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta adequada.
 

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3986335 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente do sexo masculino, de 52 anos, IMC igual a 41 kg/m2, portador de diabetes mellitus tipo 2, em uso de semaglutida 2,4 mg/semana há três meses e rosuvastatina 20 mg/dia, é admitido na UTI com dor epigástrica intensa irradiada para dorso, taquipneia e oligúria há dezoito horas. Relata náuseas e vômitos persistentes, sem etilismo recente há 32 horas. Ao exame físico: PA: 88 × 54 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 32 irpm; SpO2 91% em O2 nasal: 3 L/min; T: 38,7 °C. Abdome distendido, doloroso difusamente, sem defesa peritoneal franca. Exames laboratoriais iniciais: leucócitos: 22.300/mm3; amilase: 1.040 U/L; lipase: 1.350 U/L; creatinina: 2,2 mg/dL (prévia: 0,9 mg/dL); lactato: 3,8 mmol/L; PCR: 42 mg/dL; triglicerídeos: 210 mg/dL; AST/ALT: discretamente elevadas; pH: 7,28; HCO3: 18; PaO2: 62 mmHg; FiO2: 0,4. TC de abdome com contraste mostrado a seguir:
Enunciado 4918814-1
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Considerando o quadro clínico, qual mecanismo fisiopatológico explica as correlações clínicas nesse paciente?
 

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3986334 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Paciente do sexo feminino, de 76 anos, portadora de hipertensão arterial e diabetes mellitus do tipo 2, é admitida na UTI por dispneia intensa e edema agudo de pulmão. O ecocardiograma à beira do leito mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 60%, hipertrofia concêntrica e átrio esquerdo dilatado. A monitorização invasiva com cateter de artéria pulmonar evidencia:

• pressão capilar pulmonar de oclusão (PCP): 26 mmHg;
• pressão arterial pulmonar média (PAPm): 35 mmHg;
• índice cardíaco (IC): 2,2 L/min/m2;
• pressão venosa central (PVC): 12 mmHg;
• resistência vascular sistêmica (RVS): 1.700 dinas/seg/cm5.

Apesar da congestão, a paciente mantém lactato sérico de 1,6 mmol/L e saturação venosa central (ScvO2) de 70%.
Com base na fisiopatologia micro-hemodinâmica da ICFEP descompensada, assinale a alternativa correta.
 

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3986333 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
Paciente evolui com piora súbita da dispneia, uso de musculatura acessória e aumento do trabalho respiratório, apresentando gasometria arterial inicial de pH igual a 7,28 e PaCO2 igual a 58 mmHg, além de dessaturação ao ar ambiente. Está consciente, cooperativo e sem contraindicações formais para suporte ventilatório.

Qual é a intervenção inicial recomendada na UTI para manejo da exacerbação aguda desse paciente?
 

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3986332 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
De acordo com a classificação GOLD 2025, considerando sintomas e risco de exacerbações, esse paciente deve ser enquadrado no grupo
 

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3986331 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Durante a internação em UTI, o reconhecimento de padrões cognitivos e motores prévios é essencial para o diagnóstico diferencial de delirium.

Considerando uma doença neurodegenerativa que cursa com flutuações cognitivas marcantes, alucinações visuais recorrentes e parkinsonismo, assinale a alternativa que descreve corretamente suas bases fisiopatológicas e manifestações clínicas.
 

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3986330 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente do sexo feminino, de 62 anos, portadora de diabetes mellitus do tipo 2 há quinze anos, com histórico de hipertensão arterial e dislipidemia, comparece ao pronto-socorro com fraqueza progressiva, náuseas e sonolência nas últimas 24 horas. Refere poliúria intensa há dias e ingestão hídrica aumentada. Em uso domiciliar de metformina 2.000 mg/dia; dapagliflozina 10 mg/dia; linagliptina 5 mg/dia; losartana 100 mg/dia e rosuvastatina 20 mg/dia. Ao exame: sonolenta, desidratada, PA: 92 × 60 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 28 irpm, SpO2: 96% em ar ambiente. Ritmo cardíaco regular, sopro sistólico em foco aórtico +/6+, murmúrio vesicular presente com discreta diminuição em bases pulmonares. Exames complementares: glicemia: 488 mg/dL; pH: 7,12; HCO3: 10 mEq/L; lactato: 1,8 mmol/L; Na+: 134 mEq/L; K+: 4,9 mEq/L. Osmolaridade plasmática: 314 mOsm/kg. Cetonas séricas: fortemente positivas.
A conduta inicial prioritária na UTI deve incluir
 

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