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783401 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Um citricultor plantou uma área de 500 ha, cuja declividade é de 20%, com laranjeiras enxertadas em limoeiro cravo, preparada seguindo um modelo de conservação de solo constituído de terraços de base larga. A análise de solo revelou que o solo possui textura média, baixa fertilidade natural, baixo teor de matéria orgânica e pH original 4,0, que foi corrigido para 6,0. O plantio foi realizado em nível com mudas certificadas e, para evitar tombamento das mudas, em razão dos ventos fortes na região, o agricultor optou por fazer covas mais profundas e previamente adubadas e plantar as mudas com a parte superior do torrão a cerca de 5 cm abaixo do nível do solo. O pomar tem sido mantido limpo, ou seja, sem a presença de plantas daninhas, que podem competir com as laranjeiras e ainda servir como hospedeiras de doenças e pragas. O manejo cultural tem sido feito sem o uso de cultura intercalar e o manejo fitossanitário, com aplicações periódicas de agrotóxicos. Entretanto, logo nos primeiros doze meses, cerca de 20% de mudas desse produtor morreram, e as plantas remanescentes têm apresentado brotações novas com sintoma de enrolamento foliar e presença de pulgões. Além disso, tem-se observado a ocorrência constante e intensa de erosão laminar nesse pomar.

Com base nessa situação hipotética, julgue os itens de 67 a 71.

O controle dos pulgões, com aplicação de inseticidas específicos, e o uso de cerca viva em volta do pomar com espécies florestais devem solucionar parte do problema de mortalidade das mudas cítricas, pois esses insetos são potentes transmissores de doenças viróticas que podem levar as mudas desse pomar à morte no primeiro ano.

 

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783400 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

A receita agronômica é o documento pelo qual o profissional se identifica, situa-se, apresenta-se e preconiza o recurso terapêutico preventivo ou curativo, em função do diagnóstico. É o instrumento utilizado pelo engenheiro agrônomo para determinar, esclarecer e orientar o agricultor sobre como proceder ao usar um agrotóxico ou outra medida de defesa sanitária. Acerca do uso correto de agrotóxicos sob orientação do profissional da área, julgue os itens de 62 a 66.

Os agricultores devem devolver as embalagens vazias de agrotóxicos, com suas respectivas tampas, para a unidade de recebimento mais próxima, no prazo de até um ano, contado da data de sua compra. Durante o processo de preparo das embalagens para devolução, devem ser feitos os seguintes procedimentos: embalagens vazias, rígidas e laváveis devem ser submetidas a tríplice lavagem ou lavagem sob pressão; embalagens rígidas não laváveis devem ser mantidas intactas, adequadamente tampadas e sem vazamento; e embalagens flexíveis contaminadas devem ser acondicionadas em sacos plásticos padronizados.

 

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783399 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

A receita agronômica é o documento pelo qual o profissional se identifica, situa-se, apresenta-se e preconiza o recurso terapêutico preventivo ou curativo, em função do diagnóstico. É o instrumento utilizado pelo engenheiro agrônomo para determinar, esclarecer e orientar o agricultor sobre como proceder ao usar um agrotóxico ou outra medida de defesa sanitária. Acerca do uso correto de agrotóxicos sob orientação do profissional da área, julgue os itens de 62 a 66.

O profissional, ao receitar, deve obedecer aos preceitos etioecotoxicológicos, ou seja, dele se requer o conhecimento preciso de origem do problema (etiologia), o cuidado constante com a flora e fauna e a proteção do ser humano.

 

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783398 Ano: 2011
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

A receita agronômica é o documento pelo qual o profissional se identifica, situa-se, apresenta-se e preconiza o recurso terapêutico preventivo ou curativo, em função do diagnóstico. É o instrumento utilizado pelo engenheiro agrônomo para determinar, esclarecer e orientar o agricultor sobre como proceder ao usar um agrotóxico ou outra medida de defesa sanitária. Acerca do uso correto de agrotóxicos sob orientação do profissional da área, julgue os itens de 62 a 66.

O uso de equipamentos de proteção individual (EPI) é fundamental para proteção e segurança do operador no momento da aplicação; ainda assim, recomenda-se que o aplicador faça ingestão de muito líquido, principalmente leite, antes e depois da aplicação.

 

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783397 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

A receita agronômica é o documento pelo qual o profissional se identifica, situa-se, apresenta-se e preconiza o recurso terapêutico preventivo ou curativo, em função do diagnóstico. É o instrumento utilizado pelo engenheiro agrônomo para determinar, esclarecer e orientar o agricultor sobre como proceder ao usar um agrotóxico ou outra medida de defesa sanitária. Acerca do uso correto de agrotóxicos sob orientação do profissional da área, julgue os itens de 62 a 66.

Na aplicação correta e segura de agrotóxico, este deve atingir o alvo, que é, principalmente, a parte adaxial das folhas e nas horas mais frescas do dia ou à noite, sempre na ausência de chuvas e a favor dos ventos, que devem ser leves ou ausentes; além disso, o aplicador deve utilizar equipamentos bem calibrados e em perfeito estado de conservação.

 

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783396 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Em uma lavoura comercial de tomateiro em plena fase de frutificação, cultivada em solo de baixa fertilidade, foi diagnosticada a seguinte sintomatologia: podridão no ápice dos frutos com incidência média; cerca de 20% de plantas com manchas escuras no tronco e pedúnculo dos frutos; seguido de manchas escuras com halo amarelado nas folhas; murcha de 10% das plantas; arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento em 20% das plantas e incidência de 15% de plantas com ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar na forma de mosaico.

Considerando a situação acima apresentada, julgue os itens de 56 a 61.

Os sintomas de ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar estão geralmente ligados a causas fisiológicas, como ocorrência de deficiência nutricional de nitrogênio, e causas sanitárias, como a presença de viroses.

 

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783395 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Em uma lavoura comercial de tomateiro em plena fase de frutificação, cultivada em solo de baixa fertilidade, foi diagnosticada a seguinte sintomatologia: podridão no ápice dos frutos com incidência média; cerca de 20% de plantas com manchas escuras no tronco e pedúnculo dos frutos; seguido de manchas escuras com halo amarelado nas folhas; murcha de 10% das plantas; arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento em 20% das plantas e incidência de 15% de plantas com ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar na forma de mosaico.

Considerando a situação acima apresentada, julgue os itens de 56 a 61.

O arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento das plantas deve-se, possivelmente, à ocorrência de desbalanço nutricional provocado por deficiência de macronutrientes e micronutrientes, em face de o cultivo ter sido efetuado em solo de baixa fertilidade.

 

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783394 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Em uma lavoura comercial de tomateiro em plena fase de frutificação, cultivada em solo de baixa fertilidade, foi diagnosticada a seguinte sintomatologia: podridão no ápice dos frutos com incidência média; cerca de 20% de plantas com manchas escuras no tronco e pedúnculo dos frutos; seguido de manchas escuras com halo amarelado nas folhas; murcha de 10% das plantas; arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento em 20% das plantas e incidência de 15% de plantas com ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar na forma de mosaico.

Considerando a situação acima apresentada, julgue os itens de 56 a 61.

Em razão dos sintomas diagnosticados pelo agricultor em sua lavoura, ele deve utilizar o manejo integrado de doenças e pragas, para controlar sistematicamente as doenças e pragas que transmitem viroses. Deve, ainda, corrigir a adubação de toda a lavoura, além de melhorar o manejo de irrigação, para que se possa recuperar o tomatal.

 

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783393 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Em uma lavoura comercial de tomateiro em plena fase de frutificação, cultivada em solo de baixa fertilidade, foi diagnosticada a seguinte sintomatologia: podridão no ápice dos frutos com incidência média; cerca de 20% de plantas com manchas escuras no tronco e pedúnculo dos frutos; seguido de manchas escuras com halo amarelado nas folhas; murcha de 10% das plantas; arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento em 20% das plantas e incidência de 15% de plantas com ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar na forma de mosaico.

Considerando a situação acima apresentada, julgue os itens de 56 a 61.

As murchas das plantas podem ter diversas causas fisiológicas — como estresse hídrico e adubação excessiva ou concentrada — e sanitárias — como ocorrência de patógenos, incluindo fungo do gênero Fusarium e bactéria do gênero Ralstonia.

 

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783392 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESA-ES

Em uma lavoura comercial de tomateiro em plena fase de frutificação, cultivada em solo de baixa fertilidade, foi diagnosticada a seguinte sintomatologia: podridão no ápice dos frutos com incidência média; cerca de 20% de plantas com manchas escuras no tronco e pedúnculo dos frutos; seguido de manchas escuras com halo amarelado nas folhas; murcha de 10% das plantas; arroxeamento foliar seguido de escurecimento do fruto e paralisação do crescimento em 20% das plantas e incidência de 15% de plantas com ponteiros finos, folhas verdes claras e leve amarelecimento foliar na forma de mosaico.

Considerando a situação acima apresentada, julgue os itens de 56 a 61.

A podridão no ápice dos frutos é denominada pelos cientistas de podridão apical, cujas causas são a deficiência de magnésio, a ausência de calagem ou calagem feita de forma inadequada, o desequilíbrio hídrico e o uso de cultivares suscetíveis.

 

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