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Foram encontradas 799 questões.

198861 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas. Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixados, o Poder ___________ aprovará um quadro de cotas ____________ da despesa que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar.
 

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198860 Ano: 2016
Disciplina: Auditoria
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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De acordo com a Norma Brasileira de Contabilidade - NBC PG 300, analise as afirmativas abaixo, dando (V) para verdadeiro ou (F) para falso, em seguida indique a alternativa correta. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo. ( ) Contador interno é o contador empregado ou contratado na função executiva (elaboração da contabilidade da entidade) ou não executiva, em áreas como comércio, indústria, serviços, setor público, educação, setor sem fins lucrativos, órgãos reguladores ou órgãos profissionais, ou contador contratado por essas entidades. ( )O contador interno pode ser empregado assalariado, sócio, conselheiro (executivo ou não executivo), sócio-diretor, voluntário ou alguém que trabalha para uma ou mais organizações contratantes. A forma legal do relacionamento com a organização empregadora, se houver, não tem qualquer relação com as responsabilidades éticas do contador. ( ) O contador interno não deve envolver-se em qualquer negócio, ocupação ou atividade que prejudique ou possa prejudicar a integridade, a objetividade ou a boa reputação da profissão, sendo consequentemente incompatível com os princípios éticos.
 

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198859 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Sua aplicação é mais indicada para representações de séries temporais, sendo por tal razão, conhecidos também como gráficos de séries cronológicas. Este tipo de gráfico permite representar séries longas, o que auxilia detectar suas flutuações, tanto quanto analisar tendências. Trata-se de:
 

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198858 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Com uma área de absorção de raios solares de 2 m2, uma lancha com motor movido à energia solar consegue produzir 800 watts por hora de energia. Aumentando-se essa área para 2,5 m2, a energia produzida será de:
 

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198857 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Em uma empresa da construção de barragens, com 1250 trabalhadores, houve 16 casos de acidentes de trabalho no ano de 2014, com 2 mortes decorrentes desses acidentes. É correto afirmar que:
 

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198856 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Você está organizando a comissão interna de prevenção de acidentes na empresa em que trabalha, e necessita montar um corpo diretivo composto de um Presidente e quatro Diretores. Como não é permitida a acumulação de cargos, e a quantidade de inscritos somam 10 funcionários, as maneiras diferentes que será possível fazer a escolha são na ordem do descrito na alternativa:
 

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Texto I

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.

Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.

(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)

O período “Eu queria compreender o coração dos homens.” (3°§) é composto e, sobre a sua segunda oração, é correto afirmar que:
 

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TEXTO I
Todo ponto de vista é a vista de um ponto
Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam.
Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura.
A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação.
Sendo assim, fica evidente que cada leitor é um coautor. Porque cada um lê e relê com os olhos que tem. Porque compreende e interpreta a partir do mundo que habita.
(Leonardo Boff. A águia e a galinha. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. p9-10
Ao afirmar que “cada leitor é coautor” (4°§), com a palavra em destaque o autor sugere que o leitor é:
 

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Texto II

enunciado 198853-1

Ao analisar o nível de linguagem empregado na charge, é correto afirmar que se trata de um emprego:
 

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Texto I

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.

Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.

(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)

No início do texto, o autor faz um emprego formal e incomum da linguagem na passagem “governaram-me a vida:” (1°§). Considerando-se o contexto, a construção em questão equivaleria, semanticamente, à seguinte reescritura:
 

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