Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

3703010 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.
Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.
Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.
Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.
A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.
Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".
No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).
E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.
Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?
Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.
"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."
Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.
Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.
Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.
"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.
"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.
Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.
O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".
"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.
Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".
Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.
"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.
"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá , Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica , Irlanda, Espanha e Finlândia."

Identifique a alternativa que apresenta vocábulos acentuados pela mesma regra de 'além', 'países', 'Suécia' e Bélgica, respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703009 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.
Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.
Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.
Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.
A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.
Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".
No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).
E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.
Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?
Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.
"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."
Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.
Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.
Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.
"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.
"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.
Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.
O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".
"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.
Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".
Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.
"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.
"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento."

No trecho, a concordância do verbo 'fazer' com o sujeito só pode ser estabelecida de uma forma, concordando com o núcleo do sujeito 'genes'. Nos enunciados a seguir, também só a uma forma de concordância, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703008 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.
Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.
Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.
Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.
A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.
Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".
No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).
E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.
Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?
Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.
"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."
Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.
Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.
Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.
"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.
"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.
Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.
O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".
"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.
Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".
Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.
"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.
"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais."

De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, analise a grafia do vocábulo 'antiinflamatórios' e marque a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703007 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.
Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.
Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.
Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.
A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.
Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".
No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).
E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.
Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?
Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.
"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."
Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.
Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.
Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.
"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.
"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.
Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.
O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".
"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.
Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".
Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.
"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.
"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos. No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos."

A expressão 'no entanto' exprime a ideia de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703477 Ano: 2025
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O tratamento fisioterapêutico na Doença de Parkinson visa manter a mobilidade e a independência funcional. Considerando o tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O treinamento de marcha com pistas auditivas pode melhorar a cinética da marcha em pacientes com Parkinson.
(__) Exercícios de alongamento são contraindicados para esses pacientes.
(__) A fisioterapia pode auxiliar na redução da rigidez muscular e na melhora do equilíbrio.
(__) O treino de dupla tarefa é eficaz para reduzir os episódios de congelamento da marcha.

A sequência correta é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703476 Ano: 2025
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O Código de Ética do Fisioterapeuta estabelece normas para garantir a qualidade da assistência prestada e a segurança do paciente. Considerando as diretrizes do código, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O fisioterapeuta pode divulgar preços promocionais para atrair mais pacientes, desde que não infrinja normas de publicidade médica.
(__) A assistência fisioterapêutica deve respeitar os princípios da autonomia do paciente e do sigilo profissional.
(__) A publicidade de serviços fisioterapêuticos deve ser baseada em evidências científicas e não pode prometer resultados garantidos.
(__) O fisioterapeuta pode realizar diagnósticos médicos caso tenha formação complementar na área.

A sequência correta é
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703475 Ano: 2025
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
A reabilitação cardiovascular é fundamental para pacientes com doenças cardíacas, ajudando na recuperação funcional e na melhora da qualidade de vida. Acerca do tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) A reabilitação cardíaca inclui exercícios aeróbicos, treinamento de força e educação para mudanças no estilo de vida.
(__) Pacientes com insuficiência cardíaca não podem realizar exercícios físicos devido ao risco de descompensação.
(__) A prescrição de exercícios na reabilitação cardíaca deve ser baseada em testes funcionais e avaliação individualizada.
(__) O treinamento de resistência aeróbica é contraindicado para pacientes com hipertensão controlada.

A sequência correta é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703474 Ano: 2025
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
A hidroterapia é uma abordagem terapêutica utilizada para reabilitação de diversas condições musculoesqueléticas. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas:

(__) A flutuação proporciona redução da sobrecarga articular, facilitando a mobilidade de pacientes com osteoartrite.
(__) A resistência da água aumenta com a velocidade do movimento, sendo útil no fortalecimento muscular.
(__) A imersão em água quente reduz o tônus muscular, sendo indicada para espasticidade severa.
(__) O empuxo da água favorece a propriocepção, mas não influencia o equilíbrio dinâmico.

A sequência correta é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703468 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
De acordo com o Art. 6º da Portaria nº 2.436/2017, todos os estabelecimentos de saúde que prestem ações e serviços de Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com esta portaria serão denominados:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3703467 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: SESAB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.
Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.
Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.
Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.
A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.
Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".
No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).
E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.
Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?
Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.
"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."
Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.
Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.
Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.
"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.
"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.
Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".
"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.
O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".
"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.
Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".
Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.
"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.
"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."

Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas