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Características da fase do desenvolvimento humano conhecida como adolescência, como constantes flutuações de humor, tendência grupal, questionamento e contestação de valores éticos, morais, familiares e religiosos, além da elaboração dos lutos pelo corpo e identidade infantil, tem sido considerado pelos principais autores da área como:
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De acordo com a teoria psicanalítica de Sigmund Freud, o desenvolvimento da personalidade ocorre através da passagem da criança pelas fases do desenvolvimento psicossexual. Assinale a alternativa que esteja de acordo com esta teoria.
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Assinale a alternativa que apresenta um quadro psiquiátrico conhecido como transtorno neurocognitivo.
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O padrão de consumo de álcool ou outras drogas, no qual o indivíduo apresenta forte desejo ou compulsão pelo consumo, com dificuldade de controlar o uso quando iniciado, existe evidência de tolerância, abandono de atividades e de interesses em favor do uso da substância, e persistência do uso a despeito de consequências nocivas, impossibilitando o indivíduo de cumprir com suas obrigações cotidianas, é conhecido, de acordo com a literatura específica da área como:
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Nos últimos anos tem se observado um crescente número de psicólogos utilizando as mídias sociais como forma de divulgação de seu trabalho. O atual Código de Ética Profissional do Psicólogo prevê, em relação à promoção pública dos serviços do psicólogo, que este:
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I. pode utilizar o preço do serviço como forma de propaganda.
II. pode divulgar somente qualificações, atividades e recursos relativos a técnicas e práticas que estejam reconhecidas pela profissão.
III. pode fazer previsão taxativa de resultados.
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Assinale a alternativa correta.
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De acordo com o atual Código de Ética Profissional do Psicólogo, é permitido a este profissional, no exercício de suas funções:
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Na apresentação do atual Código de Ética Profissional do Psicólogo é destacado que “Toda profissão define-se a partir de um corpo de práticas que busca atender demandas sociais, norteado por elevados padrões técnicos e pela existência de normas éticas que garantam a adequada relação de cada profissional com seus pares e com a sociedade como um todo.”
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A respeito do atual Código de Ética do Psicólogo, assinale a alternativa incorreta.
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Alienação parental é caracterizada como uma forma de violência pela Lei 13.431, de 4 de abril de 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. Alienação parental é caracterizada como:
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A Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017, estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. De acordo com esta Lei, o procedimento de entrevista sobre situação de violência com criança ou adolescente perante órgão da rede de proteção, limitado o relato estritamente ao necessário para o cumprimento de sua finalidade é chamado de:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do SujeitoSujeito Indeterminado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
Leia o fragmento abaixo do conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector.
Texto I
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. [...]
(LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987)
Na oração “Boquiaberta, saí devagar” (7º§), tem-se:
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