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A palavra jogo é aplicada de maneira irrestrita a diversas situações e ações sociais, o que amplia os seus sentidos. Corroborando com essa ideia, Venâncio e Freire (2005, p. 40) indicam que: “[...] o mundo dos jogos é tão variado e tão complexo, que seu estudo pode ser abordado por diferentes áreas do conhecimento, [...]”.
Sobre as características apresentadas sobre o fenômeno jogo, pelo clássico Homo Ludens (2001), que entende o jogo como um fenômeno cultural carregado de valores e possibilidades, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O jogo só possui regras fixas.
( ) O jogo tem caráter voluntário.
( ) O jogo não guarda nenhuma relação com a vida cotidiana.
( ) O jogo é uma atividade vivenciada dentro de limites de tempo e espaço.
( ) O jogo tem caráter voluntário.
( ) O jogo não guarda nenhuma relação com a vida cotidiana.
( ) O jogo é uma atividade vivenciada dentro de limites de tempo e espaço.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Texto 1
Quanto a isto, não tenho como mentir: nasci. Há documentos a respeito. Provam que nasci a 23 de março de 1937, na cidade de Porto Alegre; mais precisamente, na Beneficência Portuguesa, um dos prédios mais antigos desta cidade, que, como muitas outras cidades brasileiras, tem escassa memória. Nasci, sim. “Logo depois que nasci correu pela vizinhança que eu me chamava Mico...” Estas linhas, se bem as lembro – e bem as lembro, sim! – faziam parte de meu primeiro texto, escrito em papel de embrulho: uma autobiografia, muito precoce e necessariamente curta, pois eu não teria mais de seis anos. Alfabetizado precocemente por minha mãe, que era professora primária, eu optara por escrever, ao invés de jogar futebol (também jogava futebol, na calçada da minha rua; longas partidas, em que eram marcadas dezenas de gols; mas o futebol era – é – realidade, uma realidade terrivelmente importante neste país; e à realidade eu preferia a ficção. A narrativa). Mico. Este apelido me marcou, pois os nomes marcam as pessoas. Todos os Brunos são fortes, todos os Betos são irrequietos – tenho um filho chamado Beto, sei disto. Mico – o que é que eu podia esperar da vida? Mico. Nunca conheci ninguém com este apelido. Na minha rua havia um Mike, e depois tive um amigo chamado Micão, mas Mico, de macaco, era só eu. Por causa deste apelido, acho, nunca pude me levar a sério. Felizmente. Nada mais chato que um sujeito que se leva inteiramente a sério. Cada vez que me julgo importante, por ser escritor, ou por ser médico, ou por escrever no jornal, uma vozinha debochada me chama à realidade – que besteiras são essas que andas escrevendo, Mico? – e me faz lembrar que é preciso ser humilde. Nascido em Porto Alegre, passei parte de minha infância na cidade de Passo Fundo, onde meu pai tinha um bazar. (Tinha mesmo? Preciso perguntar a ele. Preciso perguntar muitas coisas a ele. Não o faço por medo que não saiba responder. Ou por medo de que saiba responder. Ou por medo, simplesmente. Diante de nossos pais, somos sempre crianças. Somos sempre o Mico.)
De Passo Fundo lembro uma cena, que depois dei, generosamente, a um personagem (Benjamim – Os Voluntários). Tinha – tenho – três, quatro anos. Caminho por minha rua; vou apressado. Nuvens ameaçadoras se acumulam no céu, vem um temporal, preciso chegar logo em casa. Os primeiros grossos pingos caem; mas neste momento avisto na calçada coisinhas – baganas de cigarro, fósforos queimados. Pobrezinhas, ali expostas à chuva, quem cuidará delas? Olho ao redor. Há uma porta aberta. Por acaso ou não, é a porta da Delegacia de Polícia, símbolo, para mim, do Poder. Sem vacilar, sem me importar com a chuvarada torrencial, entrego-me à tarefa de recolher baganas e fósforos para o vestíbulo da Delegacia. Faço-o chorando; não sei se de alegria, ou de dor, ou de medo. Choro, ao recolher os dispersos para o que agora poderá ser sua Casa.
(SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Ed. Nacional, 1984, p. 9-11. Fragmento.) Disponível em: <http://www.lpm.com.br/livros/Imagens/minha_mae_nao_dorme_2011.pdf>. Acesso em: 29 out. 2016.
O autor empresta à personagem Benjamim uma cena de sua infância, que está retratada de forma sintética no seguinte trecho:
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O Machine Readable Cataloging (MARC) é um formato de intercâmbio de registro catalográfico, criado em 1966 pela Library of Congress. Um registro MARC21, segundo a versão de 1999, consiste em três componentes principais.
A alternativa que contém esses componentes é
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Uma criança de seis anos comparece ao serviço de urgência odontológica acompanhada de sua mãe com queixa de dor. A mãe relata que a criança acorda a noite com dor e que está fazendo uso de analgésico há três dias e não houve melhora do quadro. Não há sinais e sintomas de comprometimento sistêmico. No exame clínico, observa-se um abscesso dentoalveolar associado à unidade 75 e uma lesão de cárie profunda. No exame radiográfico, observa-se exposição pulpar e uma lesão inter-radicular na unidade 75. Não havia reabsorções radiculares patológicas.
O tratamento mais indicado para a unidade 75 é
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Texto 1
Quanto a isto, não tenho como mentir: nasci. Há documentos a respeito. Provam que nasci a 23 de março de 1937, na cidade de Porto Alegre; mais precisamente, na Beneficência Portuguesa, um dos prédios mais antigos desta cidade, que, como muitas outras cidades brasileiras, tem escassa memória. Nasci, sim. “Logo depois que nasci correu pela vizinhança que eu me chamava Mico...” Estas linhas, se bem as lembro – e bem as lembro, sim! – faziam parte de meu primeiro texto, escrito em papel de embrulho: uma autobiografia, muito precoce e necessariamente curta, pois eu não teria mais de seis anos. Alfabetizado precocemente por minha mãe, que era professora primária, eu optara por escrever, ao invés de jogar futebol (também jogava futebol, na calçada da minha rua; longas partidas, em que eram marcadas dezenas de gols; mas o futebol era – é – realidade, uma realidade terrivelmente importante neste país; e à realidade eu preferia a ficção. A narrativa). Mico. Este apelido me marcou, pois os nomes marcam as pessoas. Todos os Brunos são fortes, todos os Betos são irrequietos – tenho um filho chamado Beto, sei disto. Mico – o que é que eu podia esperar da vida? Mico. Nunca conheci ninguém com este apelido. Na minha rua havia um Mike, e depois tive um amigo chamado Micão, mas Mico, de macaco, era só eu. Por causa deste apelido, acho, nunca pude me levar a sério. Felizmente. Nada mais chato que um sujeito que se leva inteiramente a sério. Cada vez que me julgo importante, por ser escritor, ou por ser médico, ou por escrever no jornal, uma vozinha debochada me chama à realidade – que besteiras são essas que andas escrevendo, Mico? – e me faz lembrar que é preciso ser humilde. Nascido em Porto Alegre, passei parte de minha infância na cidade de Passo Fundo, onde meu pai tinha um bazar. (Tinha mesmo? Preciso perguntar a ele. Preciso perguntar muitas coisas a ele. Não o faço por medo que não saiba responder. Ou por medo de que saiba responder. Ou por medo, simplesmente. Diante de nossos pais, somos sempre crianças. Somos sempre o Mico.)
De Passo Fundo lembro uma cena, que depois dei, generosamente, a um personagem (Benjamim – Os Voluntários). Tinha – tenho – três, quatro anos. Caminho por minha rua; vou apressado. Nuvens ameaçadoras se acumulam no céu, vem um temporal, preciso chegar logo em casa. Os primeiros grossos pingos caem; mas neste momento avisto na calçada coisinhas – baganas de cigarro, fósforos queimados. Pobrezinhas, ali expostas à chuva, quem cuidará delas? Olho ao redor. Há uma porta aberta. Por acaso ou não, é a porta da Delegacia de Polícia, símbolo, para mim, do Poder. Sem vacilar, sem me importar com a chuvarada torrencial, entrego-me à tarefa de recolher baganas e fósforos para o vestíbulo da Delegacia. Faço-o chorando; não sei se de alegria, ou de dor, ou de medo. Choro, ao recolher os dispersos para o que agora poderá ser sua Casa.
(SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Ed. Nacional, 1984, p. 9-11. Fragmento.) Disponível em: <http://www.lpm.com.br/livros/Imagens/minha_mae_nao_dorme_2011.pdf>. Acesso em: 29 out. 2016.
Sobre a utilização da crase ao longo do texto 1, analise as opções em que a crase foi utilizada por exigência da comparação realizada pelo termo regente e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) “[...] à realidade eu preferia a ficção [...]”
( ) “[...] me chama à realidade [...]”
( ) “[...] ali expostas à chuva [...]”
( ) “[...] entrego-me à tarefa [...]”
( ) “[...] me chama à realidade [...]”
( ) “[...] ali expostas à chuva [...]”
( ) “[...] entrego-me à tarefa [...]”
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Considerando os tipos de arquivos eletrônicos, analise as assertivas a seguir e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A extensão de um arquivo, de forma geral, no ambiente Windows, identifica o seu tipo e, consequentemente, qual o software deverá ser utilizado para acessar seu conteúdo.
( ) Arquivos que contém imagens possuem, necessariamente, a extensão JPG ou JPEG.
( ) Bancos de dados possuem extensão específica que os caracterizam, porém não armazenam imagens.
( ) Arquivos com extensão EXE podem executar tarefas de armazenamento e/ou visualização de imagens, sons, textos dentre outras.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Fonte: Google imagens (2016)
“São frequentes as queixas sobre falta de ética na sociedade, na política, na indústria e até mesmo nos meios esportivos, culturais e religiosos” (ALENCASTRO, 2005, p.1).
Sobre a ética, é correto afirmar que
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“As rondas, ou brincadeiras de roda integram poesia, música e dança. No Brasil receberam influências de várias culturas, especialmente da lusitana, africana, ameríndia, espanhola e francesa” (RCNEI,1998, p.71)
Sobre a origem das rondas abaixo, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O brinquedo Lagarta Pintada é de origem brasileira.
( ) A canção Sur Le Pont D'Avignon é de origem francesa.
( ) Escravos de Jó é uma brincadeira tradicional portuguesa.
( ) Sai, sai, Piaba é uma canção de roda do Recôncavo Baiano.
( ) A canção de roda Bambu é uma brincadeira original do estado de Pernambuco.
( ) A canção Sur Le Pont D'Avignon é de origem francesa.
( ) Escravos de Jó é uma brincadeira tradicional portuguesa.
( ) Sai, sai, Piaba é uma canção de roda do Recôncavo Baiano.
( ) A canção de roda Bambu é uma brincadeira original do estado de Pernambuco.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
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Texto 4
Aquela(C) e (E) velha carta de A B C dava arrepios. Três faixas verticais borravam a capa, duras, antipáticas; e, fugindo a elas(A), encontrávamos num papel de embrulho o alfabeto, sílabas, frases soltas e afinal máximas sisudas.
Suportávamos esses horrores como um castigo e inutilizávamos as folhas percorridas, esperando sempre que as coisas melhorassem. Engano: as letras eram pequeninas e feias; o exercício da soletração, cantado, embrutecia a gente; os provérbios, os graves conselhos morais ficavam impenetráveis, apesar dos esforços dos mestres arreliados, dos puxavantes de orelhas e da palmatória.
“A preguiça é a chave da pobreza”, afirmava-se ali. Que espécie de chave seria aquela? Aos seis anos, eu e os meus companheiros de infelicidade escolar, quase todos pobres, não conhecíamos a pobreza pelo nome e tínhamos poucas chaves, de gavetas, de armários e de portas. Chave de pobreza para uma criança de seis anos é terrível.
Nessa medonha carta, que rasgávamos com prazer, salvam-se algumas linhas. “Paulina mastigou pimenta.” Bem. Conhecíamos pimenta e achávamos natural que a língua de Paulina estivesse ardendo. Mas que teria acontecido depois? Essa história contada em três palavras não nos satisfazia, precisávamos saber mais alguma coisa a respeito da aventura de Paulina.
O que ofereciam, porém, à nossa(C) curiosidade infantil eram conceitos idiotas: “Fala pouco e bem: ter-te-ão por alguém”. Ter-te-ão! Esse Terteão para mim era um homem, e nunca pude compreender o que ele(A) fazia na última página do odioso folheto. Éramos realmente uns pirralhos bastante desgraçados.
Marques Rebelo enviou-me há dias um A B C novo. Recebendo-o, lembrei-me com amargura da chave da pobreza e do Terteão, que ainda circulam no interior.
A capa(B) (C) da brochura que hoje me aparece tem uns balões — e logo aí o futuro cidadão aprende algumas letras. Na primeira folha, em tabuleiros de xadrez de casas brancas(D) e vermelhas, procurou-se a melhor maneira de impingir aos inocentes essa coisa desagradável que é o alfabeto. O resto do livro encerra pedaços de vida de um casal de crianças. João e Maria regam flores, bebem leite, brincam na praia, jogam bola, passeiam em bicicleta, nadam, apanham legumes, vão ao Jardim Zoológico.
Tudo(D) isso(B) (D) é dito em poucas palavras, como na história de Paulina, que mastigava pimentas na velha carta de A B C. Mas enquanto ali o caso se(B) narrava com letras miúdas e safadas, em papel de embrulho, aqui as brincadeiras e as ocupações das personagens se contam em bonitas legendas e principalmente em desenhos cheios de pormenores que a narração curta não poderia conter.
As legendas(E) são de Marques Rebêlo, as ilustrações, de Santa rosa, dois artistas que há tempo tiveram livros premiados no concurso de literatura infantil realizado pelo Ministério da Educação. Onde andam esses livros? Premiados e inéditos, exatamente como se não tivessem sido premiados.
Marques Rebêlo e Santa Rosa fizeram agora um pequeno álbum e a Companhia Nestlé editou-o, espalhou quinhentos mil volumes entre os garotos do Brasil. Está certo. A Companhia Nestlê não se dedica a negócios de livros, mas isto(A) (E) não tem importância: parece que a melhor edição de obra portuguesa foi feita por um negociante de vinhos.
Graciliano Ramos. Linhas tortas. Obra póstuma.13. ed., Rio de Janeiro: Record,1986. p.174-175 (Adaptado).
Um texto com coesão é aquele que apresenta conexão entre suas ideias. Para que essa ligação seja estabelecida de forma clara, podemos utilizar diversas ferramentas. Um importantíssimo processo coesivo: a COESÃO REFERENCIAL, cuja função é evitar indesejáveis repetições vocabulares.
No texto 4, os termos que exercem a coesão referencial são
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2516295
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA
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A educação não deve ser encarada como compensatória, pois as crianças não são culturalmente carentes. A prática pedagógica traz o dia-a-dia da criança para a escola, e, ao mesmo tempo, leva a escola ao espaço do comunitário. O trabalho com a Educação Infantil deve estar centrado numa concepção interacionista construtivista, em que crianças e professores, ambos ativos, interagem e aprendem juntos.
SILVA, A.L.; LIRA, V.K. Letramento na Educação Infantil. Rio de Janeiro: e-papers, 2003, p. 37.
À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil, é correto afirmar que
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