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Foram encontradas 210 questões.

Leia a tirinha “Lili a Ex”, de Caco Galhardo, apresentada no texto 7, para responder à questão.
Texto 7
Enunciado 3007377-1
GALHARDO, Caco. Lili a ex. Disponível em: <http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/15204199.jpeg>. Acesso em: 05 nov. 2016.
As figuras de linguagem são importantes recursos expressivos da linguagem oral e escrita. A figura de linguagem que está presente no segundo quadro da tirinha é denominada
 

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Texto 1
Quanto a isto, não tenho como mentir: nasci. Há documentos a respeito. Provam que nasci a 23 de março de 1937, na cidade de Porto Alegre; mais precisamente, na Beneficência Portuguesa, um dos prédios mais antigos desta cidade, que, como muitas outras cidades brasileiras, tem escassa memória. Nasci, sim. “Logo depois que nasci correu pela vizinhança que eu me chamava Mico...” Estas linhas, se bem as lembro – e bem as lembro, sim! – faziam parte de meu primeiro texto, escrito em papel de embrulho: uma autobiografia, muito precoce e necessariamente curta, pois eu não teria mais de seis anos(E). Alfabetizado precocemente por minha mãe, que era professora primária, eu optara por escrever,(B) ao invés de jogar futebol (também jogava futebol, na calçada da minha rua; longas partidas, em que eram marcadas dezenas de gols; mas o futebol era – é – realidade, uma realidade terrivelmente importante neste país; e à realidade eu preferia a ficção. A narrativa). Mico. Este apelido me marcou, pois os nomes marcam as pessoas(A). Todos os Brunos são fortes, todos os Betos são irrequietos – tenho um filho chamado Beto, sei disto. Mico – o que é que eu podia esperar da vida? Mico. Nunca conheci ninguém com este apelido. Na minha rua havia um Mike, e depois tive um amigo chamado Micão, mas Mico, de macaco, era só eu. Por causa deste apelido, acho, nunca pude me levar a sério. Felizmente. Nada mais chato que um sujeito que se leva inteiramente a sério. Cada vez que me julgo importante, por ser escritor, ou por ser médico, ou por escrever no jornal, uma vozinha debochada me chama à realidade(D) – que besteiras são essas que andas escrevendo, Mico? – e me faz lembrar que é preciso ser humilde. Nascido em Porto Alegre, passei parte de minha infância na cidade de Passo Fundo, onde meu pai tinha um bazar.(C) (Tinha mesmo? Preciso perguntar a ele. Preciso perguntar muitas coisas a ele. Não o faço por medo que não saiba responder. Ou por medo de que saiba responder. Ou por medo, simplesmente. Diante de nossos pais, somos sempre crianças. Somos sempre o Mico.)
De Passo Fundo lembro uma cena, que depois dei, generosamente, a um personagem (Benjamim – Os Voluntários). Tinha – tenho – três, quatro anos. Caminho por minha rua; vou apressado. Nuvens ameaçadoras se acumulam no céu, vem um temporal, preciso chegar logo em casa. Os primeiros grossos pingos caem; mas neste momento avisto na calçada coisinhas – baganas de cigarro, fósforos queimados. Pobrezinhas, ali expostas à chuva, quem cuidará delas? Olho ao redor. Há uma porta aberta. Por acaso ou não, é a porta da Delegacia de Polícia, símbolo, para mim, do Poder. Sem vacilar, sem me importar com a chuvarada torrencial, entrego-me à tarefa de recolher baganas e fósforos para o vestíbulo da Delegacia. Faço-o chorando; não sei se de alegria, ou de dor, ou de medo. Choro, ao recolher os dispersos para o que agora poderá ser sua Casa.
(SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Ed. Nacional, 1984, p. 9-11. Fragmento.) Disponível em: <http://www.lpm.com.br/livros/Imagens/minha_mae_nao_dorme_2011.pdf>. Acesso em: 29 out. 2016.
Memórias de um aprendiz de escritor não é a primeira autobiografia escrita por Moacyr Scliar, como comprova o trecho:
 

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Uma escola realizou um levantamento sobre os livros já lidos por seus estudantes. Em um total de 400 entrevistados, 250 já leram o livro Dom Casmurro de Machado de Assis e 200 já leram o livro Iracema de José de Alencar. O levantamento também identificou que 70 entrevistados já leram ambos os livros. Sendo assim, entre os entrevistados, a quantidade que não leu nenhum dos dois livros é
 

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2526299 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA
Segundo o Portal da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br), quanto à regularidade fiscal para ser emissor da NF-e em âmbito nacional, a empresa precisa estar:
 

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2526290 Ano: 2016
Disciplina: Secretariado
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA
Considerando as boas práticas de atendimento ao público, analise as situações a seguir e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Não se deve dizer “não sei”. Caso não saiba uma informação, peça um instante e procure se informar.
( ) Seja breve nas ligações telefônicas. O telefone da recepção deve estar sempre desocupado.
( ) Ao atender ao telefone, seja simpático(a), utilizando expressões do tipo “meu bem”, “querida”, que são denominadas “quebra-gelo”.
( ) Devido ao grande número de atendimentos, presenciais e telefônicos, realizados pelo(a) recepcionista, é impossível anotar todos os recados. Assim, a melhor prática em atendimento ao público é guardar um grande número de informações na própria memória.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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Leia o texto 5 para responder à questão.
Enunciado 2966922-1
Disponível em: <http://dukechargista.com.br/
charges-duke-fevereiro-2013/#!lightbox/41/>. Acesso em: 31 out. 2016.
De acordo com o texto 5, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A charge tece uma crítica social e tem como traço predominante o humor.
( ) A charge não valoriza a existência da diversidade social existente no Brasil.
( ) Nas entrelinhas da charge não há nenhum tipo de comentário crítico, visto que ela tem apenas a função de divertir o leitor.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Texto 4
Aquela velha carta de A B C dava arrepios. Três faixas verticais borravam a capa, duras, antipáticas; e, fugindo a elas, encontrávamos num papel de embrulho o alfabeto, sílabas, frases soltas e afinal máximas sisudas.
Suportávamos esses horrores como um castigo e inutilizávamos as folhas percorridas, esperando sempre que as coisas melhorassem. Engano: as letras eram pequeninas e feias; o exercício da soletração, cantado, embrutecia a gente; os provérbios, os graves conselhos morais ficavam impenetráveis, apesar dos esforços dos mestres arreliados, dos puxavantes de orelhas e da palmatória.
“A preguiça é a chave da pobreza”, afirmava-se ali. Que espécie de chave seria aquela? Aos seis anos, eu e os meus companheiros de infelicidade escolar, quase todos pobres, não conhecíamos a pobreza pelo nome e tínhamos poucas chaves, de gavetas, de armários e de portas. Chave de pobreza para uma criança de seis anos é terrível.
Nessa medonha carta, que rasgávamos com prazer, salvam-se algumas linhas. “Paulina mastigou pimenta.” Bem. Conhecíamos pimenta e achávamos natural que a língua de Paulina estivesse ardendo. Mas que teria acontecido depois? Essa história contada em três palavras não nos satisfazia, precisávamos saber mais alguma coisa a respeito da aventura de Paulina.
O que ofereciam, porém, à nossa curiosidade infantil eram conceitos idiotas: “Fala pouco e bem: ter-te-ão por alguém”. Ter-te-ão! Esse Terteão para mim era um homem, e nunca pude compreender o que ele fazia na última página do odioso folheto. Éramos realmente uns pirralhos bastante desgraçados.
Marques Rebelo enviou-me há dias um A B C novo. Recebendo-o, lembrei-me com amargura da chave da pobreza e do Terteão, que ainda circulam no interior.
A capa da brochura que hoje me aparece tem uns balões — e logo aí o futuro cidadão aprende algumas letras. Na primeira folha, em tabuleiros de xadrez de casas brancas e vermelhas, procurou-se a melhor maneira de impingir aos inocentes essa coisa desagradável que é o alfabeto. O resto do livro encerra pedaços de vida de um casal de crianças. João e Maria regam flores, bebem leite, brincam na praia, jogam bola, passeiam em bicicleta, nadam, apanham legumes, vão ao Jardim Zoológico.
Tudo isso é dito em poucas palavras, como na história de Paulina, que mastigava pimentas na velha carta de A B C. Mas enquanto ali o caso se narrava com letras miúdas e safadas, em papel de embrulho, aqui as brincadeiras e as ocupações das personagens se contam em bonitas legendas e principalmente em desenhos cheios de pormenores que a narração curta não poderia conter.
As legendas são de Marques Rebêlo, as ilustrações, de Santa rosa, dois artistas que há tempo tiveram livros premiados no concurso de literatura infantil realizado pelo Ministério da Educação. Onde andam esses livros? Premiados e inéditos, exatamente como se não tivessem sido premiados.
Marques Rebêlo e Santa Rosa fizeram agora um pequeno álbum e a Companhia Nestlé editou-o, espalhou quinhentos mil volumes entre os garotos do Brasil. Está certo. A Companhia Nestlê não se dedica a negócios de livros, mas isto não tem importância: parece que a melhor edição de obra portuguesa foi feita por um negociante de vinhos.
Graciliano Ramos. Linhas tortas. Obra póstuma.13. ed., Rio de Janeiro: Record,1986. p.174-175 (Adaptado).
Observe o fragmento: “[...] a melhor edição de obra portuguesa foi feita por um negociante de vinhos.”.
A forma ativa dessa frase é
 

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2525697 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA

Uma criança de dois anos de idade comparece no consultório odontopediátrico acompanhada de sua mãe. A mãe se queixa que o filho sente um mal-estar geral, febre, muita dor ao deglutir e não consegue comer há cerca de dois dias. No exame clínico, observa-se linfoadenopatia regional, inflamação gengival com edema, eritema e dor. Há a presença de vesículas com halo eritematoso na gengiva, mucosa jugal, língua, palato e orofaringe.

Diante deste quadro clínico, o diagnóstico e o tratamento mais adequado para este paciente, são, respectivamente,

 

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Algumas teclas representam comandos importantes para o aumento da produtividade ao utilizar o Word, por exemplo. Sobre os comandos realizados através do teclado, numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
(1) END ( ) O cursor vai para o início da linha.
(2) HOME ( ) O cursor vai para o fim da linha.
(3) INSERT ( ) Exclui caracteres da esquerda para a direita.
(4) DELETE ( ) Exclui caracteres da direita para a esquerda.
(5) BACKSPACE ( ) Alterna o modo de edição entre inserir e sobrescrever.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2525340 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: SESC-BA

Os inventários consistem em contagens físicas dos itens em estoque. Sobre os inventários rotativos, é correto afirmar que

 

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