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(O melhor professor) é aquele que quer que o aluno aprenda, que se empenha pra que o aluno aprenda, não aquele professor que finge que ensina e o aluno finge que aprende. (...)
O professor que saiba valorizar o nosso trabalho. (...) Que explica a matéria bem, devagar. Que quando eu não vou aprendendo, vai repetindo (...)
Para Júlio Groppa, estes depoimentos revelam que para que o professor possa fazer valer seu projeto moralizante, o aluno impõe as regras operacionais: é preciso parecer familiar, próximo, amigo. A senha para esta passagem será, então, a amizade %u2212 o que traduz a tentativa de simetrização dos lugares instituídos, e que resultaria na simulação de uma parceria.
Estabelece-se, assim, para o Autor, uma espécie de barganha imaginária, em que cada qual, perante os riscos imanentes, requer que o outro abra mão do que lhe for mais caro:
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Temas Educacionais Pedagógicos
Jussara Hoffman quando pondera sobre o uso equivocado dos testes, está preocupada em saber se os educadores pensam e definem a intencionalidade básica inerente à aplicação de testes ou solicitação de tarefas ao aluno. Afirma ela que, em função dos equívocos decorrentes de imprecisões da terminologia, o teste é entendido como instrumento
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- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos ResultadosPráticas avaliativas
- Temas Educacionais Pedagógicos
Na maioria das escolas, a ação do professor é limitada a transmitir e corrigir. O processo educativo se desenvolve através de momentos estanques, sem elos de continuidade, desconectados em termos de progressão na construção do conhecimento. Não se trata de considerar a avaliação como uma fórmula mágica, ou seja, de se imaginar a possibilidade de uma avaliação mediadora, por si só, impulsionadora de saltos mecânicos de um nível de conhecimento a outro.
Segundo Jussara Hoffmann, é preciso partir da
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No momento em que o professor entende que o aprendiz sempre sabe alguma coisa e pode usar esse conhecimento para seguir aprendendo, ele se dá conta de que a pura intuição (do professor) não é mais suficiente para guiar o trabalho.
Segundo Telma Weisz, é preciso
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- PsicopedagogiaPsicologia da Educação
- PsicopedagogiaPsicologia da educação na adolescência
- Temas Educacionais Pedagógicos
Vygotsky define a zona de desenvolvimento proximal como a distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial...
A zona de desenvolvimento proximal refere-se, assim, ao caminho que o indivíduo vai percorrer para desenvolver funções que estão em processo de amadurecimento e que se tornarão funções consolidadas, estabelecidas no nível de desenvolvimento real.
É como se o processo de desenvolvimento
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- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- Temas Educacionais Pedagógicos
'Se a experiência é necessária ao desenvolvimento intelectual, não poderá ser interpretada, implicitamente, como as teorias empiristas querem, isto é, como autosuficiente'. Ou seja, repetir simplesmente, fazer muitas tarefas, não é suficiente para a compreensão do educando.
Concordando com a afirmação de Piaget acima, Jussara Hoffmann conclui que o objeto do conhecimento não é simplesmente um ''dado'' de cópia ou repetição, mas sempre o resultado de uma construção que pressupõe a
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- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
O processo ensino-aprendizagem, para ser adequadamente compreendido, precisa ser analisado de tal modo que articule consistentemente as dimensões humana, técnica e político-social. O difícil é superar uma visão reducionista, dissociada ou justaposta da relação entre as diferentes dimensões, e partir para uma perspectiva em que a articulação entre elas é o centro configurador da concepção do processo ensino-aprendizagem.
Segundo Vera Maria Candau, a didática se situa numa perspectiva de
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos

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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
- Temas Educacionais Pedagógicos
A Resolução CEB nº 2/98 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, afirma que as escolas utilizarão a parte diversificada de suas propostas curriculares para enriquecer e complementar a base nacional comum, propiciando, de maneira específica, a introdução de
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