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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
31 de maio
[...]
Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos.Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.
O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.
Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.
(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)
A partir do fragmento “E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas.” (parágrafo 1), indique a alternativa em que a alteração na pontuação conserva o sentido expresso no texto.
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Integra o rol dos direitos sociais previstos na Constituição Federal vigente:
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31 de maio
[...]
Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos. Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.
O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.
Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.
(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)
No fragmento “[...] e ACABA o jogador privado de uma importante virtude atlética [...]” (parágrafo 2), o termo destacado expressa:
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No século XVIII, os portugueses iniciaram efetivamente a ocupação, exploração e colonização do vale do Guaporé, região do atual estado de
Rondônia. Em relação ao período, é correto afirmar que:
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31 de maio
[...]
Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos.Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.
O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.
Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.
(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)
Indique a alternativa que apresenta a figura de linguagem destacada no fragmento “O sangue FERVE pelas veias na guerra secreta dos hormônios.” (parágrafo 2).
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O extintor de incêndio portátil de espuma mecânica é representado pela simbologia:
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O poder da Administração Pública que lhe confere a possibilidade permanente de distribuir e escalonar as atribuições de comando, chefia e direção no interior da estrutura administrativa denomina-se:
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