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Considerando que, durante um procedimento endodôntico, ocorra perfuração do dente 16, julgue os itens seguintes.
Se a perfuração for de médio ou grande calibre e localizar-se no soalho da câmara pulpar, o selamento imediato será a melhor opção, mesmo antes de se continuar o tratamento endodôntico. Nesse caso, o material selador mais bem indicado será o MTA, aplicado sobre uma barreira de hidróxido de cálcio.
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Considerando que, durante um procedimento endodôntico, ocorra perfuração do dente 16, julgue os itens seguintes.
Se a perfuração localizar-se abaixo da inserção gengival e acima do nível ósseo, deve-se colocar um tampão com hidróxido de cálcio no local perfurado e fazer a reconstrução interna da coroa com material restaurador do tipo ionômero de vidro.
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Considerando que, durante um procedimento endodôntico, ocorra perfuração do dente 16, julgue os itens seguintes.
Se a perfuração ocorrer na coroa, no nível supragengival, estará indicada a reconstrução coronária interna e externa com materiais restauradores habitualmente empregados pela dentística.
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Um paciente chegou ao consultório com indicação de tratamento endodôntico do dente 26. Na avaliação radiográfica, observaram-se raízes distovestibular e palatina longas, relativamente retas e com boa estrutura; e a mesiovestibular do tipo II, segundo Lopes et al. (2004). Havia rarefaciência óssea periapical correspondente à raiz distovestibular, e o paciente encontrava-se assintomático. A propósito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
No canal mesiovestibular, há necessidade de se utilizar movimentos de instrumentação anti-curvatura. Os instrumentos de NiTi, por terem baixo módulo de elasticidade, são os mais indicados para essa manobra.
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Um paciente chegou ao consultório com indicação de tratamento endodôntico do dente 26. Na avaliação radiográfica, observaram-se raízes distovestibular e palatina longas, relativamente retas e com boa estrutura; e a mesiovestibular do tipo II, segundo Lopes et al. (2004). Havia rarefaciência óssea periapical correspondente à raiz distovestibular, e o paciente encontrava-se assintomático. A propósito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Após o preparo, a forma final do segmento apical dos três canais deve ser cônica, com seção transversal seguindo a conformação externa correspondente a cada raiz.
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Um paciente chegou ao consultório com indicação de tratamento endodôntico do dente 26. Na avaliação radiográfica, observaram-se raízes distovestibular e palatina longas, relativamente retas e com boa estrutura; e a mesiovestibular do tipo II, segundo Lopes et al. (2004). Havia rarefaciência óssea periapical correspondente à raiz distovestibular, e o paciente encontrava-se assintomático. A propósito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Um preparo cervical deve ser realizado para facilitar a limpeza e a dinâmica dos instrumentos posteriores. Esse preparo pode ser realizado com instrumentos rotatórios de NiTi, chegando-se até à metade do comprimento de cada canal. As características dos instrumentos utilizados para essa finalidade, de modo a se obter o maior rendimento são: conicidade de 0,04 mm/mm para os canais mésio e distovestibulares e de 0,06 mm/mm para o canal palatino, com diâmetro D-zero igual a 0,20 mm ou 0,25 mm.
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Um paciente chegou ao consultório com indicação de tratamento endodôntico do dente 26. Na avaliação radiográfica, observaram-se raízes distovestibular e palatina longas, relativamente retas e com boa estrutura; e a mesiovestibular do tipo II, segundo Lopes et al. (2004). Havia rarefaciência óssea periapical correspondente à raiz distovestibular, e o paciente encontrava-se assintomático. A propósito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Apesar da execução da patência apical, o limite apical de instrumentação deve ser o mais próximo de 1 mm do ápice radicular radiográfico, nos três canais.
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Um paciente chegou ao consultório com indicação de tratamento endodôntico do dente 26. Na avaliação radiográfica, observaram-se raízes distovestibular e palatina longas, relativamente retas e com boa estrutura; e a mesiovestibular do tipo II, segundo Lopes et al. (2004). Havia rarefaciência óssea periapical correspondente à raiz distovestibular, e o paciente encontrava-se assintomático. A propósito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Ao entrar com instrumento endodôntico (lima), deve-se proceder, de imediato, à patência dos canais mesiovestibular e palatino, devido ao fato de ela estar relacionada a uma lesão periapical, deixando-se o distovestibular para uma etapa posterior.
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Considerando que um paciente se apresente para a primeira sessão de tratamento endodôntico do elemento 46, e que, antes da abordagem endodôntica, haja necessidade de anestesia, julgue os itens de 113 a 117, relativos a anestesia em endodontia.
A anestesia intrapulpar deve ser o último recurso anestésico local utilizado. Isso porque o agente anestésico penetra na polpa sob pressão, produzindo isquemia e degeneração das fibras nervosas intrapulpares, tornando a polpa insensível.
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Considerando que um paciente se apresente para a primeira sessão de tratamento endodôntico do elemento 46, e que, antes da abordagem endodôntica, haja necessidade de anestesia, julgue os itens de 113 a 117, relativos a anestesia em endodontia.
Nos casos de fracasso no bloqueio alveolar inferior, a alternativa complementar para anestesia é a técnica intraligamentar. A deposição de anestésico no ligamento periodontal e sua difusão em direção periapical favorecerão o bloqueio da inervação no nível do forame apical. A complementação anestésica é importante nos casos em que haja periodontite ou abscesso periapical agudo, pois reduz o desconforto do paciente.
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