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Foram encontradas 545 questões.

920701 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

No que se refere a cultura e clima organizacionais, temas relevantes para a compreensão e a gestão das organizações, julgue o próximo item.

Os padrões culturais das organizações moldam os comportamentos, dão sentido aos pensamentos e canalizam as emoções, sendo, pois, mecanismos de controle organizacional.
 

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920700 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

No que se refere a cultura e clima organizacionais, temas relevantes para a compreensão e a gestão das organizações, julgue o próximo item.

Sob a perspectiva da administração comparativa, as organizações são consideradas produtoras de artefatos ou elementos culturais.
 

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920699 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

No que se refere a cultura e clima organizacionais, temas relevantes para a compreensão e a gestão das organizações, julgue o próximo item.

O clima organizacional representa um retrato da organização em determinado momento — sendo, pois, mutável — capaz de influenciar o comportamento e o desempenho dos indivíduos na organização.
 

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920698 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

No que se refere a cultura e clima organizacionais, temas relevantes para a compreensão e a gestão das organizações, julgue o próximo item.

Sob a perspectiva do simbolismo organizacional, as organizações são culturas de constantes trocas de conhecimentos.
 

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920697 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

A um coronel que se queixava da vida de quartel, um jornalista disse:

— E o senhor não sabe como é chato militar na imprensa.

Sírio Possenti. Os humores da língua. São Paulo: Mercado de Letras, 1998, p. 86.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do trecho acima, julgue o item a seguir.



Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do trecho acima,
julgue os itens a seguir.
Na construção do sentido do texto, destaca-se a ambiguidade do vocábulo “militar”, que, no contexto em que aparece, pode ser classificado ora como substantivo, ora como verbo.
 

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920696 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

Fundada por Ptolomeu Filadelfo, no início do século III

a.C., a biblioteca de Alexandria representa uma epígrafe perfeita

para a discussão sobre a materialidade da comunicação. As

escavações para a localização da biblioteca, sem dúvida um dos

maiores tesouros da Antiguidade, atraíram inúmeras gerações de

arqueólogos. Inutilmente. Tratava-se então de uma biblioteca

imaginária, cujos livros talvez nunca tivessem existido? Persistiam,

contudo, numerosas fontes clássicas que descreviam o lugar em que

se encontravam centenas de milhares de rolos. E eis a solução do

enigma. O acervo da biblioteca de Alexandria era composto por

rolos e não por livros — pressuposição por certo ingênua, ou seja,

atribuição anacrônica de nossa materialidade para épocas diversas.

Em vez de um conjunto de salas com estantes dispostas

paralelamente e enfeixadas em um edifício próprio, a biblioteca de

Alexandria consistia em uma série infinita de estantes escavadas nas

paredes da tumba de Ramsés. Ora, mas não era essa a melhor forma

de colecionar rolos, preservando-os contra as intempéries? Os

arqueólogos que passaram anos sem encontrar a biblioteca de

Alexandria sempre a tiveram diante dos olhos, mesmo ao alcance

das mãos. No entanto, jamais poderiam localizá-la, já que não

levaram em consideração a materialidade dos meios de comunicação

dominante na época: eles, na verdade, procuravam uma biblioteca

estruturada para colecionar livros e não rolos. Quantas bibliotecas

de Alexandria permanecem ignoradas devido à negligência com a

materialidade dos meios de comunicação?

O conceito de materialidade da comunicação supõe a

reconstrução da materialidade específica mediante a qual os valores

de uma cultura são, de um lado, produzidos e, de outro,

transmitidos. Tal materialidade envolve tanto o meio de

comunicação quanto as instituições responsáveis pela reprodução da

cultura e, em um sentido amplo, inclui as relações entre meio de

comunicação, instituições e hábitos mentais de uma época

determinada. Vejamos: para o entendimento de uma forma particular

de comunicação — por exemplo, o teatro na Grécia clássica ou na

Inglaterra elizabetana; o romance nos séculos XVIII e XIX; o

cinema e a televisão no século XX; o computador em nossos dias

—, o estudioso deve reconstruir tanto as condições históricas quanto

a materialidade do meio de comunicação. Assim, no teatro, a voz e

o corpo do ator constituem uma materialidade muito diferente da

que será criada pelo advento e difusão da imprensa, pois os tipos

impressos tendem, ao contrário, a excluir o corpo do circuito

comunicativo. Já os meios audiovisuais e informáticos promovem

um certo retorno do corpo, mas sob o signo da virtualidade.

Compreender, portanto, como tais materialidades influem na

elaboração do ato comunicativo é fundamental para se entender

como chegam a interferir na própria ordenação da sociedade.

João C. de C. Rocha. A matéria da materialidade: como localizar a biblioteca de Alexandria? In: João C. de C. Rocha (Org.). Interseções: a materialidade da comunicação. Rio de Janeiro: Imago; EDUERJ, 1998, p. 12, 14-15 (com adaptações


Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.

Infere-se do texto que a descoberta arqueológica da tumba de Ramsés precede as investigações de arqueólogos acerca da biblioteca de Alexandria.
 

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Fundada por Ptolomeu Filadelfo, no início do século III

a.C., a biblioteca de Alexandria representa uma epígrafe perfeita

para a discussão sobre a materialidade da comunicação. As

escavações para a localização da biblioteca, sem dúvida um dos

maiores tesouros da Antiguidade, atraíram inúmeras gerações de

arqueólogos. Inutilmente. Tratava-se então de uma biblioteca

imaginária, cujos livros talvez nunca tivessem existido? Persistiam,

contudo, numerosas fontes clássicas que descreviam o lugar em que

se encontravam centenas de milhares de rolos. E eis a solução do

enigma. O acervo da biblioteca de Alexandria era composto por

rolos e não por livros — pressuposição por certo ingênua, ou seja,

atribuição anacrônica de nossa materialidade para épocas diversas.

Em vez de um conjunto de salas com estantes dispostas

paralelamente e enfeixadas em um edifício próprio, a biblioteca de

Alexandria consistia em uma série infinita de estantes escavadas nas

paredes da tumba de Ramsés. Ora, mas não era essa a melhor forma

de colecionar rolos, preservando-os contra as intempéries? Os

arqueólogos que passaram anos sem encontrar a biblioteca de

Alexandria sempre a tiveram diante dos olhos, mesmo ao alcance

das mãos. No entanto, jamais poderiam localizá-la, já que não

levaram em consideração a materialidade dos meios de comunicação

dominante na época: eles, na verdade, procuravam uma biblioteca

estruturada para colecionar livros e não rolos. Quantas bibliotecas

de Alexandria permanecem ignoradas devido à negligência com a

materialidade dos meios de comunicação?

O conceito de materialidade da comunicação supõe a

reconstrução da materialidade específica mediante a qual os valores

de uma cultura são, de um lado, produzidos e, de outro,

transmitidos. Tal materialidade envolve tanto o meio de

comunicação quanto as instituições responsáveis pela reprodução da

cultura e, em um sentido amplo, inclui as relações entre meio de

comunicação, instituições e hábitos mentais de uma época

determinada. Vejamos: para o entendimento de uma forma particular

de comunicação — por exemplo, o teatro na Grécia clássica ou na

Inglaterra elizabetana; o romance nos séculos XVIII e XIX; o

cinema e a televisão no século XX; o computador em nossos dias

—, o estudioso deve reconstruir tanto as condições históricas quanto

a materialidade do meio de comunicação. Assim, no teatro, a voz e

o corpo do ator constituem uma materialidade muito diferente da

que será criada pelo advento e difusão da imprensa, pois os tipos

impressos tendem, ao contrário, a excluir o corpo do circuito

comunicativo. Já os meios audiovisuais e informáticos promovem

um certo retorno do corpo, mas sob o signo da virtualidade.

Compreender, portanto, como tais materialidades influem na

elaboração do ato comunicativo é fundamental para se entender

como chegam a interferir na própria ordenação da sociedade.

João C. de C. Rocha. A matéria da materialidade: como localizar a biblioteca de Alexandria? In: João C. de C. Rocha (Org.). Interseções: a materialidade da comunicação. Rio de Janeiro: Imago; EDUERJ, 1998, p. 12, 14-15 (com adaptações



Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, o período “Tal materialidade (...) época determinada" (L.29-33) poderia ser assim reescrito: O meio de comunicação, assim como as instituições responsáveis por reproduzir a cultura, é compreendido por essa materialidade, que, em um sentido amplo, abrange as relações entre meio de comunicação, instituições e hábitos mentais de certa época.
 

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Fundada por Ptolomeu Filadelfo, no início do século III

a.C., a biblioteca de Alexandria representa uma epígrafe perfeita

para a discussão sobre a materialidade da comunicação. As

escavações para a localização da biblioteca, sem dúvida um dos

maiores tesouros da Antiguidade, atraíram inúmeras gerações de

arqueólogos. Inutilmente. Tratava-se então de uma biblioteca

imaginária, cujos livros talvez nunca tivessem existido? Persistiam,

contudo, numerosas fontes clássicas que descreviam o lugar em que

se encontravam centenas de milhares de rolos. E eis a solução do

enigma. O acervo da biblioteca de Alexandria era composto por

rolos e não por livros — pressuposição por certo ingênua, ou seja,

atribuição anacrônica de nossa materialidade para épocas diversas.

Em vez de um conjunto de salas com estantes dispostas

paralelamente e enfeixadas em um edifício próprio, a biblioteca de

Alexandria consistia em uma série infinita de estantes escavadas nas

paredes da tumba de Ramsés. Ora, mas não era essa a melhor forma

de colecionar rolos, preservando-os contra as intempéries? Os

arqueólogos que passaram anos sem encontrar a biblioteca de

Alexandria sempre a tiveram diante dos olhos, mesmo ao alcance

das mãos. No entanto, jamais poderiam localizá-la, já que não

levaram em consideração a materialidade dos meios de comunicação

dominante na época: eles, na verdade, procuravam uma biblioteca

estruturada para colecionar livros e não rolos. Quantas bibliotecas

de Alexandria permanecem ignoradas devido à negligência com a

materialidade dos meios de comunicação?

O conceito de materialidade da comunicação supõe a

reconstrução da materialidade específica mediante a qual os valores

de uma cultura são, de um lado, produzidos e, de outro,

transmitidos. Tal materialidade envolve tanto o meio de

comunicação quanto as instituições responsáveis pela reprodução da

cultura e, em um sentido amplo, inclui as relações entre meio de

comunicação, instituições e hábitos mentais de uma época

determinada. Vejamos: para o entendimento de uma forma particular

de comunicação — por exemplo, o teatro na Grécia clássica ou na

Inglaterra elizabetana; o romance nos séculos XVIII e XIX; o

cinema e a televisão no século XX; o computador em nossos dias

—, o estudioso deve reconstruir tanto as condições históricas quanto

a materialidade do meio de comunicação. Assim, no teatro, a voz e

o corpo do ator constituem uma materialidade muito diferente da

que será criada pelo advento e difusão da imprensa, pois os tipos

impressos tendem, ao contrário, a excluir o corpo do circuito

comunicativo. Já os meios audiovisuais e informáticos promovem

um certo retorno do corpo, mas sob o signo da virtualidade.

Compreender, portanto, como tais materialidades influem na

elaboração do ato comunicativo é fundamental para se entender

como chegam a interferir na própria ordenação da sociedade.

João C. de C. Rocha. A matéria da materialidade: como localizar a biblioteca de Alexandria? In: João C. de C. Rocha (Org.). Interseções: a materialidade da comunicação. Rio de Janeiro: Imago; EDUERJ, 1998, p. 12, 14-15 (com adaptações



Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
A partícula “se", em “Tratava-se" (L.6) e em “se encontravam" (L.9), classifica-se como pronome reflexivo e retoma, respectivamente, “uma biblioteca imaginária" (L.6-7) e “centenas de milhares de rolos" (L.9).
 

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Fundada por Ptolomeu Filadelfo, no início do século III

a.C., a biblioteca de Alexandria representa uma epígrafe perfeita

para a discussão sobre a materialidade da comunicação. As

escavações para a localização da biblioteca, sem dúvida um dos

maiores tesouros da Antiguidade, atraíram inúmeras gerações de

arqueólogos. Inutilmente. Tratava-se então de uma biblioteca

imaginária, cujos livros talvez nunca tivessem existido? Persistiam,

contudo, numerosas fontes clássicas que descreviam o lugar em que

se encontravam centenas de milhares de rolos. E eis a solução do

enigma. O acervo da biblioteca de Alexandria era composto por

rolos e não por livros — pressuposição por certo ingênua, ou seja,

atribuição anacrônica de nossa materialidade para épocas diversas.

Em vez de um conjunto de salas com estantes dispostas

paralelamente e enfeixadas em um edifício próprio, a biblioteca de

Alexandria consistia em uma série infinita de estantes escavadas nas

paredes da tumba de Ramsés. Ora, mas não era essa a melhor forma

de colecionar rolos, preservando-os contra as intempéries? Os

arqueólogos que passaram anos sem encontrar a biblioteca de

Alexandria sempre a tiveram diante dos olhos, mesmo ao alcance

das mãos. No entanto, jamais poderiam localizá-la, já que não

levaram em consideração a materialidade dos meios de comunicação

dominante na época: eles, na verdade, procuravam uma biblioteca

estruturada para colecionar livros e não rolos. Quantas bibliotecas

de Alexandria permanecem ignoradas devido à negligência com a

materialidade dos meios de comunicação?

O conceito de materialidade da comunicação supõe a

reconstrução da materialidade específica mediante a qual os valores

de uma cultura são, de um lado, produzidos e, de outro,

transmitidos. Tal materialidade envolve tanto o meio de

comunicação quanto as instituições responsáveis pela reprodução da

cultura e, em um sentido amplo, inclui as relações entre meio de

comunicação, instituições e hábitos mentais de uma época

determinada. Vejamos: para o entendimento de uma forma particular

de comunicação — por exemplo, o teatro na Grécia clássica ou na

Inglaterra elizabetana; o romance nos séculos XVIII e XIX; o

cinema e a televisão no século XX; o computador em nossos dias

—, o estudioso deve reconstruir tanto as condições históricas quanto

a materialidade do meio de comunicação. Assim, no teatro, a voz e

o corpo do ator constituem uma materialidade muito diferente da

que será criada pelo advento e difusão da imprensa, pois os tipos

impressos tendem, ao contrário, a excluir o corpo do circuito

comunicativo. Já os meios audiovisuais e informáticos promovem

um certo retorno do corpo, mas sob o signo da virtualidade.

Compreender, portanto, como tais materialidades influem na

elaboração do ato comunicativo é fundamental para se entender

como chegam a interferir na própria ordenação da sociedade.

João C. de C. Rocha. A matéria da materialidade: como localizar a biblioteca de Alexandria? In: João C. de C. Rocha (Org.). Interseções: a materialidade da comunicação. Rio de Janeiro: Imago; EDUERJ, 1998, p. 12, 14-15 (com adaptações


Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.

De acordo com o texto, após muitos anos de pesquisa frustrada, baseada em pressupostos culturais equivocados, os arqueólogos encontraram as ruínas da biblioteca de Alexandria e os rolos que constituíam seu acervo.
 

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920691 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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a.C., a biblioteca de Alexandria representa uma epígrafe perfeita

para a discussão sobre a materialidade da comunicação. As

escavações para a localização da biblioteca, sem dúvida um dos

maiores tesouros da Antiguidade, atraíram inúmeras gerações de

arqueólogos. Inutilmente. Tratava-se então de uma biblioteca

imaginária, cujos livros talvez nunca tivessem existido? Persistiam,

contudo, numerosas fontes clássicas que descreviam o lugar em que

se encontravam centenas de milhares de rolos. E eis a solução do

enigma. O acervo da biblioteca de Alexandria era composto por

rolos e não por livros — pressuposição por certo ingênua, ou seja,

atribuição anacrônica de nossa materialidade para épocas diversas.

Em vez de um conjunto de salas com estantes dispostas

paralelamente e enfeixadas em um edifício próprio, a biblioteca de

Alexandria consistia em uma série infinita de estantes escavadas nas

paredes da tumba de Ramsés. Ora, mas não era essa a melhor forma

de colecionar rolos, preservando-os contra as intempéries? Os

arqueólogos que passaram anos sem encontrar a biblioteca de

Alexandria sempre a tiveram diante dos olhos, mesmo ao alcance

das mãos. No entanto, jamais poderiam localizá-la, já que não

levaram em consideração a materialidade dos meios de comunicação

dominante na época: eles, na verdade, procuravam uma biblioteca

estruturada para colecionar livros e não rolos. Quantas bibliotecas

de Alexandria permanecem ignoradas devido à negligência com a

materialidade dos meios de comunicação?

O conceito de materialidade da comunicação supõe a

reconstrução da materialidade específica mediante a qual os valores

de uma cultura são, de um lado, produzidos e, de outro,

transmitidos. Tal materialidade envolve tanto o meio de

comunicação quanto as instituições responsáveis pela reprodução da

cultura e, em um sentido amplo, inclui as relações entre meio de

comunicação, instituições e hábitos mentais de uma época

determinada. Vejamos: para o entendimento de uma forma particular

de comunicação — por exemplo, o teatro na Grécia clássica ou na

Inglaterra elizabetana; o romance nos séculos XVIII e XIX; o

cinema e a televisão no século XX; o computador em nossos dias

—, o estudioso deve reconstruir tanto as condições históricas quanto

a materialidade do meio de comunicação. Assim, no teatro, a voz e

o corpo do ator constituem uma materialidade muito diferente da

que será criada pelo advento e difusão da imprensa, pois os tipos

impressos tendem, ao contrário, a excluir o corpo do circuito

comunicativo. Já os meios audiovisuais e informáticos promovem

um certo retorno do corpo, mas sob o signo da virtualidade.

Compreender, portanto, como tais materialidades influem na

elaboração do ato comunicativo é fundamental para se entender

como chegam a interferir na própria ordenação da sociedade.

João C. de C. Rocha. A matéria da materialidade: como localizar a biblioteca de Alexandria? In: João C. de C. Rocha (Org.). Interseções: a materialidade da comunicação. Rio de Janeiro: Imago; EDUERJ, 1998, p. 12, 14-15 (com adaptações



Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
O último período do texto poderia ser assim reescrito, sem prejuízo para a correção gramatical do texto: Compreender, pois, o modo porque tais materialidades influenciam na elaboração do ato comunicativo é essencial para entender-se como elas chegam à afetar na própria organização do tecido social.
 

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