Foram encontradas 242 questões.
Dois motoristas viajando os 100 km da cidade A para a cidade B, partem simultaneamente de um mesmo ponto, dirigindo com velocidades constantes e diferentes, porém ambas representadas por números inteiros, em quilômetros por hora. Sabendo que os números que expressam as velocidades dos carros diferem entre si apenas pelos algarismos das unidades e, após 2 horas, o motorista mais lento já dista da cidade A uma distância que é cinco vezes a distância que falta para o motorista mais rápido atingir a cidade B, então as velocidades dos dois carros são:
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[Sobre o romance Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza]
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha, sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o retrospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocuparam a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor, “empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça, temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
A forma por que preenche corretamente a lacuna da frase:
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[Sobre o romance Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza]
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha, sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o retrospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocuparam a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor, “empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça, temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Considerando-se o contexto, têm sentido contrastante os seguintes elementos:
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[Sobre o romance Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza]
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha, sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o retrospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocuparam a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor, “empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça, temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Lianas do aparato verbal e estrondos estilísticos são recursos recusados pela linguagem de Márcio Souza em seu romance.
II. Expressões como inferno verde e celeiro mundial conotam visões estereotipadas da região amazônica.
III. O verbo espocar é utilizado em mais de um sentido, no contexto do segundo parágrafo.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
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[Sobre o romance Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza]
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha, sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o retrospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocuparam a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor, “empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça, temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Em seu comentário crítico, Hélio Pólvora afirma que o romance em questão desenvolve-se
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As questões de números de 11 a 16 referem-se ao texto que segue.
Do abuso das palavras Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a ignorância da verdadeira significação desse termo amor-próprio levantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguinte, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gravado em nós pela natureza; que esse sentimento se transformava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferentemente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia. O conhecimento dessas idéias teria preservado La Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a humanidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a conheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indiferença de quase todos os homens a nosso respeito é um espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é preciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do inverno. (Helvétius, Os Pensadores) Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos séculos XVII e XVIII, respectivamente
O emprego e a grafia de todas as palavras estão corretos na frase:
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As questões de números de 11 a 16 referem-se ao texto que segue.
Do abuso das palavras Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a ignorância da verdadeira significação desse termo amor-próprio levantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguinte, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gravado em nós pela natureza; que esse sentimento se transformava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferentemente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia. O conhecimento dessas idéias teria preservado La Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a humanidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a conheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indiferença de quase todos os homens a nosso respeito é um espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é preciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do inverno. (Helvétius, Os Pensadores) Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos séculos XVII e XVIII, respectivamente
Atente para as seguintes afirmações:
I. Todo homem tem amor-próprio.
II. O amor-próprio é uma marca da natureza.
III. As marcas da natureza são incontornáveis.
As afirmações acima articulam-se de modo claro, correto e coerente na frase:
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As questões de números de 11 a 16 referem-se ao texto que segue.
Do abuso das palavras Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a ignorância da verdadeira significação desse termo amor-próprio levantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguinte, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gravado em nós pela natureza; que esse sentimento se transformava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferentemente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia. O conhecimento dessas idéias teria preservado La Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a humanidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a conheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indiferença de quase todos os homens a nosso respeito é um espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é preciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do inverno. (Helvétius, Os Pensadores) Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos séculos XVII e XVIII, respectivamente
No contexto do segundo parágrafo, o segmento mas, enfim, é preciso tomar os homens como são pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido e a correção, por:
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As questões de números de 11 a 16 referem-se ao texto que segue.
Do abuso das palavras Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a ignorância da verdadeira significação desse termo amor-próprio levantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguinte, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gravado em nós pela natureza; que esse sentimento se transformava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferentemente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia. O conhecimento dessas idéias teria preservado La Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a humanidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a conheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indiferença de quase todos os homens a nosso respeito é um espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é preciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do inverno. (Helvétius, Os Pensadores) Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos séculos XVII e XVIII, respectivamente
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:
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As questões de números de 11 a 16 referem-se ao texto que segue.
Do abuso das palavras Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a ignorância da verdadeira significação desse termo amor-próprio levantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguinte, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gravado em nós pela natureza; que esse sentimento se transformava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferentemente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia. O conhecimento dessas idéias teria preservado La Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a humanidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a conheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indiferença de quase todos os homens a nosso respeito é um espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é preciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do inverno. (Helvétius, Os Pensadores) Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos séculos XVII e XVIII, respectivamente
Comentando a afirmação de La Rochefoucauld a respeito do amor-próprio, Helvétius lembra que esse sentimento
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