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Foram encontradas 320 questões.

1386191 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Pesquisas sobre benefícios e malefícios de alimentos e produtos se acumulam nas revistas científicas, em reportagens e na internet. Assim é a construção do conhecimento, que segue etapas fragmentadas até que um consenso seja formado. Tais etapas refletem o quanto a sociedade sabe naquele momento e o que deseja descobrir. “Um estudo é uma tese a ser defendida sob determinados parâmetros. Ele responde a uma pergunta, que pode mudar em função do conhecimento e da interpretação”, explica uma pesquisadora.
No meio de informações aparentemente desencontradas, como fica a população? Fica com a pesquisa que diz que carne ajuda no crescimento das crianças ou com a que alerta para os riscos de câncer no intestino? Os objetos de dúvida não são poucos: telefone celular, leite, soja, ovo, café, vitamina, chocolate...
Segundo o Presidente da Sociedade Brasileira de História da Ciência, essas discussões só se resolvem ao longo do tempo. A idéia de que a ciência é a dona da verdade surgiu no século XVIII, no período conhecido como Iluminismo. Foi naquela época que se passou a considerar a razão o instrumento para se chegar ao conhecimento. Opunha-se à religião − sinônimo de ignorância, por se basear em hipóteses não demonstráveis. Com o passar do tempo, principalmente a partir de meados do século passado, a quantidade de pesquisas científicas sofreu uma explosão. Mitos foram construídos, mitos foram derrubados e mitos foram construídos para logo serem derrubados. “As controvérsias ficaram endêmicas. Mas a população não deixou de ver a ciência como autoridade inquestionável e capaz de só dizer verdades absolutas e definitivas”, afirma ele.
(Adaptado de Ricardo Westin e Cristina Amorim, Vida&, O Estado de S. Paulo, 13 de agosto de 2006, A27).
... essas discussões só se resolvem ao longo do tempo. (3° parágrafo)
A forma verbal correta, equivalente à grifada acima e de mesmo sentido, é:
 

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1386067 Ano: 2006
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
No caso de um acidente veicular com vítima, em local ermo e afastado, em que o resgate seguramente tardará a chegar, segurar a cabeça da vítima pressionando a região das orelhas é procedimento para
 

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1385895 Ano: 2006
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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Em conformidade com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, é circunstância agravante à infração
I. confessar espontaneamente a autoria do ato;
II. cometer o ato com abuso de autoridade ou violação do dever inerente ao cargo ou função;
III. cometer dolosamente o ato.
É correto o que consta em
 

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1385757 Ano: 2006
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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Em planejamento, o sucesso da avaliação externa (realizada por terceiros) depende da
 

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1385672 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Passatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam a juntar bugigangas. Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Segundo ele, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas − todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos,
desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo.
Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo, na tentativa de reviver o tempo em que jogava bafo com o vizinho ou ia de mãos dadas com o pai comprar brinquedos.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito − o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de porcelanas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo − uma onda de auto-retratos invadiu a Europa − e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo.
Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo em navios caça-piratas no século XVIII. Na volta levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão − além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se poderia imaginar.
(Adaptado de Superinteressante, abril de 2004, p.60-63)
O segmento grifado está substituído pelo pronome correspondente de modo INCORRETO somente em:
 

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1385512 Ano: 2006
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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São métodos corretos de esterilização de materiais:
I. por vapor saturado sob pressão;
II. por calor seco;
III. por óxido de etileno;
IV. por plasma de peróxido de hidrogênio.
É correto o que consta em
 

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1385267 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Passatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam a juntar bugigangas. Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Segundo ele, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas − todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos,
desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo.
Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo, na tentativa de reviver o tempo em que jogava bafo com o vizinho ou ia de mãos dadas com o pai comprar brinquedos.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito − o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de porcelanas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo − uma onda de auto-retratos invadiu a Europa − e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo.
Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo em navios caça-piratas no século XVIII. Na volta levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão − além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se poderia imaginar.
(Adaptado de Superinteressante, abril de 2004, p.60-63)
A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:
 

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1385207 Ano: 2006
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Provas:
Para garantir a eficácia do processo de desinfecção em solução química, uma das normas a ser obedecida é
 

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1385170 Ano: 2006
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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Recomenda-se rodiziar de forma sistemática os locais de aplicação de insulina por via subcutânea porque este procedimento previne
 

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1384897 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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Usando palitos de fósforo inteiros é possível construir a seguinte sucessão de figuras compostas por triângulos:
Enunciado 1384897-1
Seguindo o mesmo padrão de construção, então, para obter uma figura composta de 25 triângulos, o total de palitos de fósforo que deverão ser usados é
 

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