Foram encontradas 512 questões.
Relacione os termos da coluna da direita com os elementos apresentados na coluna da esquerda.
1. Folha solta, simples (e não dupla) incluída em um caderno de jornal.
2. Entrevista publicada na forma de perguntas e respostas; exige texto introdutório.
3. Relato objetivo de fatos e acontecimentos relevantes para a vida política, econômica e cotidiana.
4. Tem a função de introduzir o leitor no texto e prender sua atenção.
5. Parágrafo introdutório que retarda a entrada no assunto específico do texto.
( ) Nariz-de-cera.
( ) Lide
( ) “Hard news”.
( ) Pingue-pongue.
( ) Macarrão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Com relação a alguns recursos de edição do texto jornalístico, considere as seguintes afirmativas:
1. Texto- legenda é a legenda ampliada: sua combinação com a foto ou ilustração a que se refere deve esgotar o assunto de que trata.
2. A gravata é um pequeno título que aparece no interior de textos muito longos e tem a função de arejar a leitura.
3. O olho anuncia ou destaca os melhores trechos de textos longos e serve para arejar sua leitura.
4. O box é um texto curto que aparece cercado por fios, em associação com outro texto mais longo.
Assinale a alternativa correta.
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Jornalistas e teóricos do jornalismo, segundo Álvaro Caldas (Deu no jornal: o jornalismo impresso na era da Internet. Rio de Janeiro: Editora PUC. São Paulo: Loyola, 2002) e Daniel Piza (Jornalismo cultural. São Paulo: Contexto, 2005), classificam as reportagens em diversos tipos. Sobre o tema, considere as afirmativas abaixo:
1. Ouvir o outro lado é obrigação fundamental do repórter em qualquer matéria de denúncia. Não se deve publicar nada quando se conclui que determinada denúncia, de um político contra o outro, por exemplo, não tem fundamento. A atitude amadora de repórteres despreparados é uma das principais causas do denuncismo (matérias com acusações sem provas que acabam provocando danos a pessoas ou instituições).
2. O jornalismo investigativo brasileiro ainda está engatinhando em relação àquele desenvolvido em países como os Estados Unidos e mesmo alguns países latino-americanos. Nos EUA, um exemplo já clássico desse gênero de jornalismo foi o que investigou o chamado Caso Watergate, pelo jornal The Washington Post.
3. O chamado “novo jornalismo”, uma mistura de jornalismo e recursos literários, tem na revista inglesa The Spectator o melhor veículo que o representa. O movimento, que gerou grandes reportagens, nasceu nos anos
1990, na Inglaterra.
4. A reportagem não é matéria opinativa nem seu texto segue apenas a estrutura da notícia. Esse gênero de jornalismo não é o relato de um fato, mas o levantamento de um problema ou o balanço de uma situação.
Assinale a alternativa correta.
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Considere as seguintes funções:
1. Enviar à redação dos veículos de comunicação informações para serem publicadas na íntegra, sem necessidade de checagem de informação.
2. Utilizar recursos de publicidade e relações- públicas para enaltecer a empresa ou órgão assessorado.
3. Divulgar para a imprensa assuntos de caráter jornalístico produzidas por instituições públicas ou privadas e por empresas, ou por assessorias de comunicação, que possam servir de apoio ou pauta que provoque pedido de entrevista ou informações complementares.
4. Evitar o atendimento direto dos jornalistas pelas chefias ou funcionários da empresa ou instituição assessorada.
São funções do release (press-release):
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Considere as seguintes informações:
1. Relatório do Ministério da Fazenda, sobre março, aponta um superávit no setor público de R$ 13,186 bilhões. Deste valor, a União economizou R$ 8,231 bilhões, os Estados, R$ 3,787 bilhões, e as Prefeituras, R$ 1,168 bilhão.
2. Os gastos com despesas correntes subiram de R$ 3,721 para R$ 4,551 bilhões.
3. Esse valor não inclui o pagamento de juros, apenas a diferença entre receitas e despesas.
4. Os municípios tiveram queda na economia, que foi de R$ 1,254 bilhão em março de 2005.
5. O valor em fevereiro foi de R$ 4,729 bilhões e, em março de 2005, de R$ 12,254 bilhões.
6. As estatais fizeram um ajuste e aumentaram a participação no superávit. Em fevereiro economizaram R$ 2.587 bilhões. Em março, colaboraram com R$ 4,123 bilhões.
7. O valor para março é o maior desde 1991, quando o dado começou a ser levantado.
(Fonte das informações: Gazeta do Povo, 27 abr. 2006.)
Assinale a alternativa que apresenta o lead mais adequado para um jornal de circulação nacional voltado para o público geral. Baseie-se somente nas informações acima fornecidas.
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Entre os chamados gêneros opinativos do jornalismo, o editorial, a crônica e a coluna possuem, no Brasil, características bem marcantes (MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994), que permitem sua identificação imediata para fins de definição ou elaboração jornalística. A respeito do assunto, numere a coluna da direita com base nas informações da coluna da esquerda.
1. Gênero jornalístico que pode ser considerado tipicamente brasileiro, não encontrando equivalente na produção jornalística de outros países.
2. Gênero que não deve ser assinado.
3. São gêneros evidentemente jornalísticos e literários simultaneamente.
4. A estrutura de suas mensagens é co-determinada por variáveis controladas pela instituição jornalística e que assumem duas feições: de autoria (quem emite opinião) e de angulagem (perspectiva temporal ou espacial que dá sentido à opinião).
5. Ibrahim Sued é considerado um de seus mestres; floresceu no Brasil a partir da década de 1950.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Numere a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda.
| 1. Press-kit | ( ) Notícia falsa, com erro de informação. |
| 2. Barriga | ( ) Orientação para reportagem sobre tema que não se desatualiza rapidamente. |
| 3. NQM | ( ) Material promocional de assessorias. |
| 4. Pauta fria | ( ) Subtítulo que vem abaixo do título. |
| 5. Gravata | ( ) Matéria que tem de ser necessariamente publicada. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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“A revolução tecnológica tem modificado a organização de periódicos. Antes da introdução do computador na sala de redação, o editor se encarregava da redação e supervisão do periódico e deixava as questões técnicas aos especialistas. Desta maneira, a diagramação era coisa à parte, quase como a impressão. O periódico era um produto de fábrica. Ocorre que agora o jornal quase não existe sem um computador, tanto para o desenho de quadros gráficos quanto para a diagramação de páginas. Dentro de poucos anos, o editor poderá sentar-se diante de uma tela e fazer tudo – planificar, redigir, corrigir, diagramar e mandar as páginas a imprimir. Os fotógrafos tirarão foto com câmeras digitais e as mandarão por telefone. Depois, em sua sala, o editor realizará tudo o que o fotógrafo fazia em sua câmara escura. Quando os editores controlarem a produção do periódico, poderão impor sua marca a todos os aspectos do trabalho. Assim, o periódico voltará a ser um produto artesanal. O computador não é algo barato, mas para a imprensa dos países em desenvolvimento, a revolução tecnológica pode ser uma oportunidade de reinterpretar ou reinventar a imprensa.”
(BARNHURST, K. G. O jornalismo visual. In: Diálogos de La Communicación, FELAFACS (Federación Latinoamericana de Asociaciones de
Facultades de Comunicación Social), março de 1991. Caderno 14. Tradução de José Carlos Kofmeister.)
Com base no texto acima, considere as seguintes afirmativas:
1. A diagramação de um jornal é, sobretudo, uma atividade artística. Por isso, os editores a deixavam para especialistas, com formação adequada.
2. A concentração de decisões nas mãos dos editores tornaria mais difícil o controle editorial dos jornais pelo donos dos veículos.
3. A nova realidade vai exigir uma formação mais ampla do editor, que tem que lidar com aspectos que não lhe competiam antes da informatização das redações.
4. Há, inerente, um risco de alguns processos, como edição de imagem e produção de infográficos, perderem qualidade, pois o editor não teria tanta capacidade quanto profissionais especializados.
5. A radicalização deste processo pode, no limite, culminar com o fim do repórter, pois caberia ao editor planejar e realizar todo processo jornalístico.
Assinale a alternativa correta.
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Sobre o processo que começou a ser chamado de releasemania e sobre o papel do assessor de imprensa, considere as seguintes afirmativas:
1. Estimuladas pelo regime de exceção no Brasil, as assessorias de imprensa de órgãos públicos surgiram como um obstáculo ao acesso à informação.
2. Uma das funções do assessor, numa organização pública, é dar acesso às informações de interesse do cidadão, não obstruindo a liberdade de informação, em respeito, inclusive, ao Código de Ética dos Jornalistas.
3. A função de um press-release é ser publicado, do modo como foi enviado, pelos jornais. Um press-release que não seja escrito com essa finalidade não cumpre sua função.
4. A assessoria de imprensa busca ocupar espaços na agenda dos veículos. Por isso, deve se pautar pela relevância e interesse público dos temas que promove.
5. Com a inversão do fluxo de comunicação, os jornais deixam de ter o papel prioritário de buscar a informação, passando apenas a ser um filtro do que recebem das assessorias.
Assinale a alternativa correta.
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“A recepção não se esgota no contato direto mídia- receptor. Ou, enfocando de outro ponto de vista, é possível estar a par desta ou daquela informação sem que se tenha consumido produtos midiáticos. As pessoas se informam entre si. O receptor direto de um jornal televisivo comentará sobre o conteúdo das mensagens recebidas em suas relações. A recepção, vista por esse prisma sociológico dos efeitos, deixa de ser simplesmente uma relação entre o codificador e o decodificador e passa a ser um processo de várias etapas, onde cada intermediário da mensagem opera uma reconstrução determinada por todos os mecanismos de seletividade.”
(BARROS, C. Ética na comunicação: da informação ao receptor. São Paulo: Moderna, 1995. p. 198.)
Com base nesse texto e em referências dos estudos de agenda setting, considere as seguintes afirmativas:
1. A opinião pública é formada pela comunicação interpessoal, pois os meios de comunicação não conseguem demover posições culturais arraigadas nos indivíduos.
2. A influência dos meios de comunicação é muito mais eficaz em definir sobre o que as pessoas vão falar do que o que elas vão pensar.
3. Na exposição às mensagens midiáticas, o sujeito opera seleções, o que torna a recepção em si já uma ação ativa.
4. No processo de várias etapas que culmina com a formação da opinião pública, os meios têm um papel ativo enquanto o público reage às mensagens, sendo o pólo pacífico do processo.
5. A segmentação midiática atende, de certa forma, à capacidade seletiva de informação pelos indivíduos. Focando as informações nos interesses do público, é previsível uma maior retenção das mensagens.
Assinale a alternativa correta.
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