Foram encontradas 512 questões.
Sobre a Constituição Federal, considere as seguintes afirmativas:
1. Permite que estrangeiros sejam detentores de até 49% de empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora, conforme emenda constitucional aprovada em 2002.
2. Garante o sigilo de fonte quando necessário ao exercício profissional.
3. Determina que as emissoras de rádio e televisão devem promover a cultura regional e nacional.
4. Ao contrário das demais constituições, a atual não veda o anonimato, para preservar a liberdade de expressão.
5. Garante que o Congresso pode cassar uma concessão de rádio ou de TV com uma votação de dois quintos dos seus membros.
Assinale a alternativa correta.
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“O ‘princípio de realidade’, segundo a célebre definição de Sigmund Freud, era o limite que se impunha ao ‘princípio do prazer’, o limite que os que buscavam o prazer só podiam infringir assumindo os riscos. Os dois princípios tinham propósitos divergentes; nem aos administradores das fábricas capitalistas, nem aos defensores da razão moderna ocorria que os dois inimigos pudessem chegar a algum acordo e se tornarem aliados, que o prazer poderia se converter milagrosamente no pilar da realidade e que a busca do prazer poderia se converter em instrumento principal (e suficiente) da conservação da ordem. Em outras palavras, que a fluidez poderia chegar a se converter na maior solidez, na condição mais estável que se possa conceber, e justamente disso se trata a sociedade de consumo: colocar o ‘princípio do prazer’ a serviço do ‘princípio de realidade’, enganchar o desejo indômito e volátil ao bonde da ordem social, utilizando a espontaneidade, com toda sua fragilidade e inconsistência, como material para construir uma ordem sólida e duradoura, à prova de comoções. A sociedade de consumo conseguiu algo que anteriormente havia sido inimaginável: reconciliou o princípio do prazer com o de realidade.”
(BAUMAN, Z. La sociedad sitiada. México: Fondo de Cultura Económica, 2004. pp. 229-230.)
“Homens e mulheres percebem que muitas das perguntas próprias dos cidadãos – a que lugar pertenço e que direitos isso me dá, como posso me informar, quem representa meus interesses – recebem sua resposta mais através do consumo privado de bens e dos meios de comunicação de massa do que nas regras abstratas da democracia ou pela participação coletiva em espaços públicos. Num tempo em que as campanhas eleitorais se mudam dos comícios para a televisão, das polêmicas doutrinárias para o confronto de imagens e da persuasão ideológica para as pesquisas de marketing, é coerente nos sentirmos convocados como consumidores ainda quando se nos interpelam como cidadãos.”
(CANCLINI, N. G. Consumidores e cidadãos:
conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1999. pp. 37-38.)
Com base nesses dois trechos, é correto afirmar:
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“Os jornalistas devem ser capazes de invocar algum conceito de objetividade para processar fatos da realidade social. Este artigo examinará três fatores que influem na noção jornalística de objetividade: forma, relações interorganizativas e conteúdo. Entendo por forma aqueles atributos das notícias e jornais que exemplificam procedimentos informativos, como é o caso do uso das aspas. Por conteúdo, quero indicar aquelas noções da realidade social que os jornalistas dão por definidas. O conteúdo também está relacionado com as relações interorganizativas do jornalista, porque suas experiências com essas organizações o conduzem por dar como definidas certas coisas sobre elas. Finalmente, vou sugerir que o manejo correto de uma notícia, isto é, o uso de certos procedimentos discerníveis para o consumidor de notícias, protege o jornalista dos riscos da sua atividade profissional, incluindo as críticas.”
(TUCHMAN, G. La objetividad como ritual estratégico: un análisis de las nociones de objetividad de los periodistas. Madrid, Cuadernos de
informacíon y comunicación. C I C. nº 4, 1998/1999, pp. 199-218.)
Com base no texto acima, assinale que situação, no dia-a-dia do jornalismo, NÃO pode ser tomada como uso ritual e estratégico da objetividade, como a define Tuchman.
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Adriano D. Rodrigues (Estratégias da comunicação. Portugal: Editorial Presença, 2001) considera o campo dos media um espaço relativamente recente na história, que surge no ocaso do monopólio da igreja para definir e regrar toda a experiência social. A partir desse processo, outros campos, como a ciência e a política, podem se desenvolver com autonomia em relação ao campo religioso. É dessa nova realidade que surge o campo dos media, também com suas próprias regras, tomando para si uma parte das funções dos outros campos. Acerca disso, considere as seguintes afirmativas:
1. Num processo de crise política como o atual, o campo dos media impõe suas lógicas de funcionamento ao campo da política, interferindo na autonomia de outro espaço social.
2. Como campo autônomo, os media não se relacionam, nem sofrem influência dos outros campos, pois se regulam apenas por suas próprias regras.
3. O conceito de campo só faz sentido numa concepção de sociedade em que os media sejam elemento central. Por isso, sem a autonomização do campo dos media, seria impossível pensar a autonomização dos demais campos.
4. Todos os campos sociais possuem espaços de mediação. O púlpito, na igreja, é um exemplo. Por isso, a autonomia do campo dos media é vicária ou delegada.
5. O campo dos media, normalmente, tensiona o campo científico, pois, para os meios de comunicação, prevalece o princípio da transparência. Na ciência, vale mais o rigor e a adequação ao real.
Assinale a alternativa correta.
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“O novo não é o caráter mercantil da obra de arte, mas o fato de que, hoje, ele se declara deliberadamente como tal, e é o fato de que a arte renega sua própria autonomia, incluindo-se orgulhosamente entre os bens de consumo, que lhe confere o encanto de novidade. A arte como um domínio separado só foi possível, em todos os tempos, como arte burguesa. Até mesmo sua liberdade, entendida como negação da finalidade social, tal como esta se impõe através do mercado, permanece essencialmente ligada ao pressuposto da economia de mercado. As puras obras de arte, que negam o caráter mercantil da sociedade pelo simples fato de seguirem sua própria lei, sempre foram, ao mesmo tempo, mercadorias: até o século dezoito, a proteção dos patronos preservava os artistas do mercado, mas, em compensação, eles ficavam nesta mesma medida submetidos a seus patronos e aos objetivos destes”.
(ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p. 147.)
Sobre esse tema, considere as seguintes afirmativas:
1. Nesse trecho, os autores defendem que arte sempre foi objeto de compra e venda. Portanto, não há nenhuma mudança com o surgimento da indústria cultural no século XX.
2. Os autores focam sua análise na arte, mas o fenômeno é muito mais amplo. O jornalismo e os meios de comunicação também sofrem o mesmo processo de perda da autonomia via mercantilização.
3. Até o surgimento da indústria cultural, a arte era dotada de autonomia. Tal autonomia, conforme o texto, alcançou seu apogeu com a arte burguesa.
4. Adorno e Horkheimer são defensores da separação de dois campos: o da arte e o do mercado. A arte pode ser comercializada, mas sua lógica de produção não pode ser esta, em respeito à sua autonomia formal.
Assinale a alternativa correta.
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Considere as seguintes atribuições:
1. apreciar as contas prestadas anualmente pelos Prefeitos Municipais.
2. julgar as contas prestadas anualmente pelos Presidentes das Câmaras Municipais.
3. julgar as contas prestadas anualmente pelos gestores da administração pública indireta, no âmbito estadual, e da direta e indireta dos municípios, incluindo, em ambos os casos, as autarquias, fundações, fundos especiais, empresas públicas, sociedades de economia mista, sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público Estadual ou Municipal, Serviços Sociais Autônomos e Consórcios Intermunicipais.
4. julgar as contas prestadas anualmente pelos chefes dos órgãos dos Poderes Legislativo Estadual, do Poder Judiciário Estadual, do Ministério Público e dos Secretários de Estado.
É (São) da competência do Tribunal Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras.
Indique a alternativa em que as duas frases acima foram reunidas em uma única, com pontuação adequada.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (t able em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Entre as expressões usadas para assinalar as relações de sentido no texto, podem-se destacar : porque, tanto assim que, portanto. As relações de sentido que essas expressões indicam seriam mantidas se elas fossem substituídas, respectivamente, por:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Perini inicia seu texto com a afirmação de que “Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa”.
A expressão grifada aponta que o autor não pode garantir que sua afirmação sobre o osco seja verdadeiro, embora ele acredite em sua veracidade. Indique a expressão que poderia substituir a expressão grifada no texto, conservando o mesmo efeito de sentido.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
No texto, Perini afirma: “O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua”. Sobre vocabulário, considere os seguintes dados:
1. A fruta tropical que chamamos de “banana” recebe esse mesmo nome na maioria das línguas.
2. Em galês (língua falada no país de Gales), o arco-íris é descrito com duas cores: “gwyrdd” (roxo, azul e verde) e “glas” (do amarelo ao vermelho).
3. A palavra “ruka”, em russo, designa a parte do corpo que vai do ombro até a ponta dos dedos: inclui o que chamamos “braço” e “mão”.
4. Para os falantes de português, há uma variedade de frutas designadas com a palavra “limão”; no inglês, o limão amarelo se chama “lemon” e o limão verde “lime”.
5. As declarações de amor se equivalem em várias línguas: “Eu te amo”, “je t’ aime”, “I love you”, “te quiero”.
Exemplificam a afirmação acima de Perini os dados apresentados em:
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