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Foram encontradas 70 questões.

Qual forma de encapsulamento de dados é normalmente utilizada para transferir as informações nas requisições de WebServices?
 

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Qual a representação correta do número -2 (dois negativo), em hexadecimal em 8 bits, quando armazenado em complemento de dois?
 

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Qual dos protocolos listados abaixo necessita de alguma técnica de NAT-Traversal (que leva em consideração a existência de NAT na rede) para que possa ser utilizado entre redes que utilizam NAT (Network Address Translator)?
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a utilização de aspas no texto, considere as afirmações abaixo.
I - O uso de aspas em “problema judaico” serve para indicar que é expressão já consagrada no debate sobre a constituição do Estado de Israel.
II - O uso de aspas em “conferência internacional” e em “especialistas” tem a função de fazer uma ironia.
III - O uso de aspas em “O Holocausto equivale a uma mentira. Conseqüentemente, Israel é uma mentira” tem a função de colocar sob suspeição a comunicação realizada por Frederick Toben, mencionada nas linhas 53 e 54.
Quais estão corretas?
 

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Na técnica de orientação a objetos, no que se refere a acoplamento e coesão de métodos e classes, procura-se desenvolver métodos e classes com
 

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Um site apresenta no seu código em HTML a seguinte frase:
This page conforms to W3C's "Web Content Accessibility Guidelines 1.0", available at http://www.w3.org/TR/1999/WAIWEBCONTENT- 19990505, level Double-A.
A frase especifica, entre outras informações, que o referido site teve atendidas quais prioridades de acessibilidade?
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a expressão mentira e conseqüência, presente no título e no corpo do texto, é correto afirmar que
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Assinale a alternativa que contém sinônimos adequados para as expressões travada, lendária e prosaica.
 

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Qual tipo de linguagem/tecnologia deve estar habilitado no navegador para execução de páginas baseadas em AJAX?
 

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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as seguintes afirmações sobre a formação de palavras do texto.
I - As palavras epidemias e pandemias têm o mesmo significado, como revela a semelhança de sentido dos prefixos que as compõem.
II - Os sufixos das palavras determinantes e preditivos têm o sentido de ‘agente’; portanto, as palavras de que fazem parte significam ‘que determinam’ e ‘que predizem’, respectivamente.
III - O sufixo de populacional tem o sentido de ‘relação, pertinência’.
Quais estão corretas?
 

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