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Dois membros de uma equipe escalada para planejar ações de treinamento em uma organização se desentendem frequentemente nas reuniões. Uma terceira pessoa, figura de liderança, depois de tentar mediar o conflito sem sucesso, decide usar da força de sua autoridade para colocar fim àquela situação.
O estilo de abordagem de conflitos utilizado ao final é:
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Segundo Dermeval Saviani, a teoria da educação decorrente da visão marxista da história, que dá fundamento a uma pedagogia socialista compatível com ela, parte de uma crítica tanto à pedagogia dos socialistas utópicos quanto à da educação burguesa.
Quanto à pedagogia de base marxista, é correto afirmar que:
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Érica é pedagoga e faz parte de uma equipe recém-formada para planejar e iniciar as atividades de uma nova unidade da rede de ensino onde trabalha. Rafael, seu colega de profissão, foi apontado pelos superiores para a função de liderança e, como tal, deverá coordenar as atividades e garantir a realização das metas estabelecidas. No entanto, como a ferramenta de gerenciamento das tarefas da equipe é um aplicativo em ambiente virtual e Rafael tem dificuldades em manejar essa ferramenta, é Érica, que tem maior experiência com sistemas informatizados, que passa a manejá-la. Com o tempo, na prática, é ela que passa a exercer a função de coordenação das atividades da equipe.
A posição que Érica passa a ocupar na dinâmica do grupo é identificada como:
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“Em pedagogia, tal como em arquitetura, o programa corre o risco de matar o projeto.”
(BOUTINET, Jean-Pierre. Antropologia do projecto. Lisboa: Instituto Piaget, 1996)
“Os programas não são como trilhos de via-férrea, sobre os quais deva correr invariavelmente a máquina da escola; são direções, com etapas vencíveis em determinado espaço de tempo, indicadas, a viajantes livres e inteligentes, pela experiência dos que já as seguiram mais de uma vez.”
(Adaptado de TOLEDO, João. Didáctica (nas escolas primárias). São Paulo: Livraria Liberdade, 1930)
Os dois trechos acima expressam uma determinada posição acerca do programa de conteúdos na prática pedagógica.
De acordo com essa concepção:
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“Nossas interações com outros sujeitos são mediadas por teorias intuitivas implícitas, conjuntos de crenças sobre como as pessoas se comportam e como as mentes funcionam. Do mesmo modo, as pessoas responsáveis pela educação das crianças, sejam pais, tutores ou professores, são guiadas por esse tipo de suposição sobre como uma criança aprende e como podem contribuir para o seu crescimento.”
(Adaptado de BRUNER, J. S. A cultura da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001)
O conceito que se refere ao conjunto dessas pressuposições implícitas a respeito de como se dá o aprendizado é:
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(Adaptado de www.facebook.com/tirasarmandinho)
O quadrinho acima faz referência a uma estratégia metodológica que se coloca como uma alternativa ao ensino tradicional, qual seja:
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A teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel tem como base a ideia de que a condição fundamental para aprender, diferentemente de apenas memorizar, é que o sujeito já possua subsunçores que possam dar sentido aos novos conhecimentos.
Um aspecto conceitual dos subsunçores é
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O teórico norte-americano Henry Giroux é conhecido pela sua abordagem crítica do modelo curricular tradicional.
A principal crítica de Giroux a esse modelo é que ele:
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As Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 tornam obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira e indígena na educação básica pública e privada no Brasil. A promulgação dessas leis foi uma resposta à percepção de uma persistente necessidade educacional da sociedade brasileira.
Essa necessidade seria:
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“A questão do planejamento é desafiadora, pois projetar é para o humano, e não poucas vezes estamos diminuídos em nossa humanidade, estamos desanimados, descrentes, cansados. Também no meio educacional – entre professores, membros de equipes de coordenação, direção, mantenedores, pais, funcionários, alunos –, estão presentes forças de vida e forças de morte. Chegamos a nos sentir com ausência de desejo: quem quer a escola? Quem acredita na escola como caminho de construção de uma sociedade mais justa? Escola para quê? Simplesmente como meio de subsistência? (…) O que dá vida a uma escola? Seria o planejamento? Não podemos ter esta ilusão. São as pessoas, os sujeitos que historicamente assumem a construção de uma prática transformadora.”
(VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad Editora, 2014)
Com base no trecho acima, o desafio para o engajamento de professores no processo de planejamento é que:
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