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Ao apresentar a perspectiva local como inferior à perspectiva global, como incapaz de entender, de explicar e, em última análise, de tirar proveito da complexidade do mundo contemporâneo, a concepção global atualmente dominante tem como objetivo fortalecer a instauração de um único código unificador de comportamento humano, e abre o caminho para a realização do sonho definitivo de economias globais de escala. Como resultado deste processo, o "modelo econômico" alcança sua perfeição, que não é somente descrever o mundo, mas efetivamente governá-lo. E esta é a essência mesma do paradigma moderno de desenvolvimento e de progresso, cujo estágio supremo de perfeição a globalização representa.

Fica claro que a escala não poderia ser melhor ou maior do que sendo global e é somente neste nível que a sua primazia e universalidade são finalmente afirmadas, junto com a certeza de que jamais poderia surgir alguma alternativa viável ao sistema ideologicamente dominante fundado no livre mercado, dada a ausência de qualquer cultura ou sistema de pensamento alternativo.

Se virmos o fenômeno da globalização sob esta luz, creio que não poderemos escapar da conclusão de que o processo é totalmente coerente com as premissas da ideologia econômica que têm se afirmado como a forma dominante de representação do mundo ao longo dos últimos 100 anos, aproximadamente.

A globalização não é, portanto, um acontecimento acidental ou um excesso extravagante, mas uma extensão simples e lógica de um "argumento". Parece realmente muito difícil conceber um resultado final que fizesse mais sentido e fosse mais coerente com as bases ideológicas sobre as quais está fundado. Em suma, a globalização representa a realização acabada e a perfeição do projeto de modernidade e de seu paradigma de progresso.

G. Muzio. A globalização como o estágio de perfeição do paradigma
moderno: uma estratégia possível para sobreviver à coerência do processo.
Trad. Luís Cláudio Amarante. In: Francisco de Oliveira e Maria Célia Paoli (Org.).
Os sentidos da democracia. Políticas do dissenso e hegemonia global.
2.ª ed. Petrópolis - RJ: Vozes; Brasília: NEDIC, 1999, p. 138-9 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue o item seguinte.

Mantém a correção gramatical do texto a seguinte reescrita do trecho "e abre o caminho para a realização": e deixa aberto o caminho à realização.

 

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Ao apresentar a perspectiva local como inferior à perspectiva global, como incapaz de entender, de explicar e, em última análise, de tirar proveito da complexidade do mundo contemporâneo, a concepção global atualmente dominante tem como objetivo fortalecer a instauração de um único código unificador de comportamento humano, e abre o caminho para a realização do sonho definitivo de economias globais de escala. Como resultado deste processo, o "modelo econômico" alcança sua perfeição, que não é somente descrever o mundo, mas efetivamente governá-lo. E esta é a essência mesma do paradigma moderno de desenvolvimento e de progresso, cujo estágio supremo de perfeição a globalização representa.

Fica claro que a escala não poderia ser melhor ou maior do que sendo global e é somente neste nível que a sua primazia e universalidade são finalmente afirmadas, junto com a certeza de que jamais poderia surgir alguma alternativa viável ao sistema ideologicamente dominante fundado no livre mercado, dada a ausência de qualquer cultura ou sistema de pensamento alternativo.

Se virmos o fenômeno da globalização sob esta luz, creio que não poderemos escapar da conclusão de que o processo é totalmente coerente com as premissas da ideologia econômica que têm se afirmado como a forma dominante de representação do mundo ao longo dos últimos 100 anos, aproximadamente.

A globalização não é, portanto, um acontecimento acidental ou um excesso extravagante, mas uma extensão simples e lógica de um "argumento". Parece realmente muito difícil conceber um resultado final que fizesse mais sentido e fosse mais coerente com as bases ideológicas sobre as quais está fundado. Em suma, a globalização representa a realização acabada e a perfeição do projeto de modernidade e de seu paradigma de progresso.

G. Muzio. A globalização como o estágio de perfeição do paradigma
moderno: uma estratégia possível para sobreviver à coerência do processo.
Trad. Luís Cláudio Amarante. In: Francisco de Oliveira e Maria Célia Paoli (Org.).
Os sentidos da democracia. Políticas do dissenso e hegemonia global.
2.ª ed. Petrópolis - RJ: Vozes; Brasília: NEDIC, 1999, p. 138-9 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue o item seguinte.

A supressão da vírgula logo após o termo "humano" não prejudica a correção gramatical do texto.

 

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Ao apresentar a perspectiva local como inferior à perspectiva global, como incapaz de entender, de explicar e, em última análise, de tirar proveito da complexidade do mundo contemporâneo, a concepção global atualmente dominante tem como objetivo fortalecer a instauração de um único código unificador de comportamento humano, e abre o caminho para a realização do sonho definitivo de economias globais de escala. Como resultado deste processo, o "modelo econômico" alcança sua perfeição, que não é somente descrever o mundo, mas efetivamente governá-lo. E esta é a essência mesma do paradigma moderno de desenvolvimento e de progresso, cujo estágio supremo de perfeição a globalização representa.

Fica claro que a escala não poderia ser melhor ou maior do que sendo global e é somente neste nível que a sua primazia e universalidade são finalmente afirmadas, junto com a certeza de que jamais poderia surgir alguma alternativa viável ao sistema ideologicamente dominante fundado no livre mercado, dada a ausência de qualquer cultura ou sistema de pensamento alternativo.

Se virmos o fenômeno da globalização sob esta luz, creio que não poderemos escapar da conclusão de que o processo é totalmente coerente com as premissas da ideologia econômica que têm se afirmado como a forma dominante de representação do mundo ao longo dos últimos 100 anos, aproximadamente.

A globalização não é, portanto, um acontecimento acidental ou um excesso extravagante, mas uma extensão simples e lógica de um "argumento". Parece realmente muito difícil conceber um resultado final que fizesse mais sentido e fosse mais coerente com as bases ideológicas sobre as quais está fundado. Em suma, a globalização representa a realização acabada e a perfeição do projeto de modernidade e de seu paradigma de progresso.

G. Muzio. A globalização como o estágio de perfeição do paradigma
moderno: uma estratégia possível para sobreviver à coerência do processo.
Trad. Luís Cláudio Amarante. In: Francisco de Oliveira e Maria Célia Paoli (Org.).
Os sentidos da democracia. Políticas do dissenso e hegemonia global.
2.ª ed. Petrópolis - RJ: Vozes; Brasília: NEDIC, 1999, p. 138-9 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue o item seguinte.

Infere-se do texto que a globalização constitui o caminho ideal para a superação do atraso econômico verificado em alguns países, cuja cultura local se mostra incapaz de compreender a complexidade do mundo contemporâneo.

 

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Ao apresentar a perspectiva local como inferior à perspectiva global, como incapaz de entender, de explicar e, em última análise, de tirar proveito da complexidade do mundo contemporâneo, a concepção global atualmente dominante tem como objetivo fortalecer a instauração de um único código unificador de comportamento humano, e abre o caminho para a realização do sonho definitivo de economias globais de escala. Como resultado deste processo, o "modelo econômico" alcança sua perfeição, que não é somente descrever o mundo, mas efetivamente governá-lo. E esta é a essência mesma do paradigma moderno de desenvolvimento e de progresso, cujo estágio supremo de perfeição a globalização representa.

Fica claro que a escala não poderia ser melhor ou maior do que sendo global e é somente neste nível que a sua primazia e universalidade são finalmente afirmadas, junto com a certeza de que jamais poderia surgir alguma alternativa viável ao sistema ideologicamente dominante fundado no livre mercado, dada a ausência de qualquer cultura ou sistema de pensamento alternativo.

Se virmos o fenômeno da globalização sob esta luz, creio que não poderemos escapar da conclusão de que o processo é totalmente coerente com as premissas da ideologia econômica que têm se afirmado como a forma dominante de representação do mundo ao longo dos últimos 100 anos, aproximadamente.

A globalização não é, portanto, um acontecimento acidental ou um excesso extravagante, mas uma extensão simples e lógica de um "argumento". Parece realmente muito difícil conceber um resultado final que fizesse mais sentido e fosse mais coerente com as bases ideológicas sobre as quais está fundado. Em suma, a globalização representa a realização acabada e a perfeição do projeto de modernidade e de seu paradigma de progresso.

G. Muzio. A globalização como o estágio de perfeição do paradigma
moderno: uma estratégia possível para sobreviver à coerência do processo.
Trad. Luís Cláudio Amarante. In: Francisco de Oliveira e Maria Célia Paoli (Org.).
Os sentidos da democracia. Políticas do dissenso e hegemonia global.
2.ª ed. Petrópolis - RJ: Vozes; Brasília: NEDIC, 1999, p. 138-9 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue o item seguinte.

A direção argumentativa do texto evidencia a intenção do autor em fazer uma apologia do modelo de desenvolvimento e de progresso que a globalização representa.

 

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Ao apresentar a perspectiva local como inferior à perspectiva global, como incapaz de entender, de explicar e, em última análise, de tirar proveito da complexidade do mundo contemporâneo, a concepção global atualmente dominante tem como objetivo fortalecer a instauração de um único código unificador de comportamento humano, e abre o caminho para a realização do sonho definitivo de economias globais de escala. Como resultado deste processo, o "modelo econômico" alcança sua perfeição, que não é somente descrever o mundo, mas efetivamente governá-lo. E esta é a essência mesma do paradigma moderno de desenvolvimento e de progresso, cujo estágio supremo de perfeição a globalização representa.

Fica claro que a escala não poderia ser melhor ou maior do que sendo global e é somente neste nível que a sua primazia e universalidade são finalmente afirmadas, junto com a certeza de que jamais poderia surgir alguma alternativa viável ao sistema ideologicamente dominante fundado no livre mercado, dada a ausência de qualquer cultura ou sistema de pensamento alternativo.

Se virmos o fenômeno da globalização sob esta luz, creio que não poderemos escapar da conclusão de que o processo é totalmente coerente com as premissas da ideologia econômica que têm se afirmado como a forma dominante de representação do mundo ao longo dos últimos 100 anos, aproximadamente.

A globalização não é, portanto, um acontecimento acidental ou um excesso extravagante, mas uma extensão simples e lógica de um "argumento". Parece realmente muito difícil conceber um resultado final que fizesse mais sentido e fosse mais coerente com as bases ideológicas sobre as quais está fundado. Em suma, a globalização representa a realização acabada e a perfeição do projeto de modernidade e de seu paradigma de progresso.

G. Muzio. A globalização como o estágio de perfeição do paradigma
moderno: uma estratégia possível para sobreviver à coerência do processo.
Trad. Luís Cláudio Amarante. In: Francisco de Oliveira e Maria Célia Paoli (Org.).
Os sentidos da democracia. Políticas do dissenso e hegemonia global.
2.ª ed. Petrópolis - RJ: Vozes; Brasília: NEDIC, 1999, p. 138-9 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue o item seguinte.

No texto, é apresentada, em forma dissertativa, uma análise do processo de globalização e da hegemonia, no mundo contemporâneo, do sistema econômico embasado no livre mercado.

 

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Enunciado 3224274-1

Tendo o texto apresentado como referência inicial e considerando aspectos marcantes da realidade econômica e política mundial contemporânea, julgue o item que se segue.

Na atual crise mundial de alimentos, o petróleo desempenha papel periférico porque sua interferência direta se circunscreve à área industrial, diferentemente do que ocorre com a produção de biocombustíveis a partir do milho e da cana-de-açúcar, que tem influência direta nessa crise, pois ocupa áreas antes destinadas à lavoura, como oficialmente reconhece o governo brasileiro.

 

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Enunciado 3224273-1

Tendo o texto apresentado como referência inicial e considerando aspectos marcantes da realidade econômica e política mundial contemporânea, julgue o item que se segue.

O Brasil, considerado país emergente, busca situar-se no mercado global altamente competitivo e tem no agronegócio um importante instrumento para melhorar seu posicionamento na economia mundial.

 

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1921158 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU

Uma instituição afirma que o custo médio para a realização de certa obra é igual ou inferior a R$ 850,00/m2. Para avaliar essa afirmação, foi realizado um teste estatístico cujas hipótese nula e hipótese alternativa são, respectivamente, H0: !$ \mu \le !$ R$ 850,00/m2 e Ha: !$ \mu !$ > R$ 850,00/m2. Considere que a distribuição dos custos por metro quadrado possa ser considerada como normal com média !$ \mu !$ e desvio-padrão de R$ 300,00/m2. A partir de uma amostra aleatória de tamanho 25, a estatística do teste para a média foi igual a 2,1. O valor P do teste foi igual a 0,018. Com base nessas informações, julgue os itens subseqüentes.

O poder do teste, que representa a probabilidade de se aceitar corretamente a hipótese nula, é igual a 98,2%.

 

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1921157 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU

Uma instituição afirma que o custo médio para a realização de certa obra é igual ou inferior a R$ 850,00/m2. Para avaliar essa afirmação, foi realizado um teste estatístico cujas hipótese nula e hipótese alternativa são, respectivamente, H0: !$ \mu \le !$ R$ 850,00/m2 e Ha: !$ \mu !$ > R$ 850,00/m2. Considere que a distribuição dos custos por metro quadrado possa ser considerada como normal com média !$ \mu !$ e desvio-padrão de R$ 300,00/m2. A partir de uma amostra aleatória de tamanho 25, a estatística do teste para a média foi igual a 2,1. O valor P do teste foi igual a 0,018. Com base nessas informações, julgue os itens subseqüentes.

A probabilidade de significância do teste é inferior a 0,02 e, portanto, hipótese nula é rejeitada caso seja fixado um nível de significância superior a 2%.

 

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1921142 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU

Uma instituição afirma que o custo médio para a realização de certa obra é igual ou inferior a R$ 850,00/m2. Para avaliar essa afirmação, foi realizado um teste estatístico cujas hipótese nula e hipótese alternativa são, respectivamente, H0: !$ \mu \le !$ R$ 850,00/m2 e Ha: !$ \mu !$ > R$ 850,00/m2. Considere que a distribuição dos custos por metro quadrado possa ser considerada como normal com média !$ \mu !$ e desvio-padrão de R$ 300,00/m2. A partir de uma amostra aleatória de tamanho 25, a estatística do teste para a média foi igual a 2,1. O valor P do teste foi igual a 0,018. Com base nessas informações, julgue os itens subseqüentes.

Um intervalo de confiança de 96,4% para o custo médio por metro quadrado é [R$ 850,00; R$ 1.102,00].

 

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