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As leis elaboradas pelo Poder Legislativo constituem um dos mais importantes instrumentos para a proteção dos direitos naturais. Afinal, elas são as responsáveis pela construção da liberdade individual no Estado de sociedade. Ao compor a liberdade dos indivíduos em sociedade, elas também limitam o poder governamental. A participação popular e o controle popular do poder guardam a ideia de que o exercício da política é coletivo e racional, com vistas à conquista de algum bem. A política é exercida sempre que as pessoas agem em conjunto. A política é uma ação plural. O voto, nas eleições, é modo de expressão do consentimento dos cidadãos, para que o poder seja exercido em seu nome, para que as leis sejam elaboradas e executadas de modo legítimo. A expressão do consentimento periódico por meio do voto, em qualquer dos níveis de governo, é essencial para que o Estado constitucional perdure e seja sempre capaz de proteger os direitos inerentes às pessoas.

Daniela Romanelli da Silva. Poder, constituição e voto. In: Filosofia, Ciência & Vida. São Paulo: Escala, ano III, n.º 27, p. 42-3 (com adaptações).

No que concerne à organização dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o próximo item.

O uso do modo subjuntivo em "perdure" e "seja", em orações sintaticamente independentes, deve-se ao valor semântico do subjuntivo para expressar a ideia de desejo ou vontade, que, no caso, aplica-se à função do "Estado".

 

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As leis elaboradas pelo Poder Legislativo constituem um dos mais importantes instrumentos para a proteção dos direitos naturais. Afinal, elas são as responsáveis pela construção da liberdade individual no Estado de sociedade. Ao compor a liberdade dos indivíduos em sociedade, elas também limitam o poder governamental. A participação popular e o controle popular do poder guardam a ideia de que o exercício da política é coletivo e racional, com vistas à conquista de algum bem. A política é exercida sempre que as pessoas agem em conjunto. A política é uma ação plural. O voto, nas eleições, é modo de expressão do consentimento dos cidadãos, para que o poder seja exercido em seu nome, para que as leis sejam elaboradas e executadas de modo legítimo. A expressão do consentimento periódico por meio do voto, em qualquer dos níveis de governo, é essencial para que o Estado constitucional perdure e seja sempre capaz de proteger os direitos inerentes às pessoas.

Daniela Romanelli da Silva. Poder, constituição e voto. In: Filosofia, Ciência & Vida. São Paulo: Escala, ano III, n.º 27, p. 42-3 (com adaptações).

No que concerne à organização dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o próximo item.

O desenvolvimento da argumentação permite que se insira o conectivo Logo, seguido de vírgula, imediatamente antes de "A política", escrevendo-se o artigo com letra minúscula, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto.

 

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As leis elaboradas pelo Poder Legislativo constituem um dos mais importantes instrumentos para a proteção dos direitos naturais. Afinal, elas são as responsáveis pela construção da liberdade individual no Estado de sociedade. Ao compor a liberdade dos indivíduos em sociedade, elas também limitam o poder governamental. A participação popular e o controle popular do poder guardam a ideia de que o exercício da política é coletivo e racional, com vistas à conquista de algum bem. A política é exercida sempre que as pessoas agem em conjunto. A política é uma ação plural. O voto, nas eleições, é modo de expressão do consentimento dos cidadãos, para que o poder seja exercido em seu nome, para que as leis sejam elaboradas e executadas de modo legítimo. A expressão do consentimento periódico por meio do voto, em qualquer dos níveis de governo, é essencial para que o Estado constitucional perdure e seja sempre capaz de proteger os direitos inerentes às pessoas.

Daniela Romanelli da Silva. Poder, constituição e voto. In: Filosofia, Ciência & Vida. São Paulo: Escala, ano III, n.º 27, p. 42-3 (com adaptações).

No que concerne à organização dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o próximo item.

Na linha 4, a preposição "de", que foi usada antes de um pronome relativo, é obrigatória, visto que atende à regência do verbo guardar.

 

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As leis elaboradas pelo Poder Legislativo constituem um dos mais importantes instrumentos para a proteção dos direitos naturais. Afinal, elas são as responsáveis pela construção da liberdade individual no Estado de sociedade. Ao compor a liberdade dos indivíduos em sociedade, elas também limitam o poder governamental. A participação popular e o controle popular do poder guardam a ideia de que o exercício da política é coletivo e racional, com vistas à conquista de algum bem. A política é exercida sempre que as pessoas agem em conjunto. A política é uma ação plural. O voto, nas eleições, é modo de expressão do consentimento dos cidadãos, para que o poder seja exercido em seu nome, para que as leis sejam elaboradas e executadas de modo legítimo. A expressão do consentimento periódico por meio do voto, em qualquer dos níveis de governo, é essencial para que o Estado constitucional perdure e seja sempre capaz de proteger os direitos inerentes às pessoas.

Daniela Romanelli da Silva. Poder, constituição e voto. In: Filosofia, Ciência & Vida. São Paulo: Escala, ano III, n.º 27, p. 42-3 (com adaptações).

No que concerne à organização dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o próximo item.

Na argumentação do texto, a opção pela estrutura verbal "guardam a ideia" cria o pressuposto de ser falsa a afirmação de que "o exercício da política é coletivo e racional".

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

Nas linhas 5 e 6, o uso do sinal de ponto e vírgula, para separar termos de enumeração, preserva a hierarquia de informações, já que há necessidade de emprego de vírgula na estruturação sintática de alguns desses termos.

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

Na linha 3, preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se inserir uma vírgula imediatamente após o vocábulo "coletivo", mesmo que, com isso, as informações possam ser tomadas como uma explicação - e não como uma caracterização - da expressão "processo mental coletivo".

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

Apesar de a definição de "groupthinking" sugerir neutralidade do autor a respeito desse processo, o uso metafórico de palavras da área de saúde, como "sintomas", "receitas" e "patologia", orienta a argumentação para o valor negativo e indesejável de groupthinking.

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

No desenvolvimento da argumentação, o valor semântico das orações iniciadas por "tomando" e "causando", permite interpretá-las como causa para a conceituação de Whyte; por isso correspondem a porque tomavam decisões temerárias e causavam grandes fracassos.

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

Por estar empregada como uma forma de voz passiva, a locução verbal "foi cunhado" corresponde a cunhou-se e por esta forma pode ser substituída, sem prejuízo para a coerência ou para a correção gramatical do texto.

 

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O termo groupthinking foi cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte, para explicar como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões temerárias e causando grandes fracassos. Os manuais de gestão definem groupthinking como um processo mental coletivo que ocorre quando os grupos são uniformes, seus indivíduos pensam da mesma forma e o desejo de coesão supera a motivação para avaliar alternativas diferentes das usuais. Os sintomas são conhecidos: uma ilusão de invulnerabilidade, que gera otimismo e pode levar a riscos; um esforço coletivo para neutralizar visões contrárias às teses dominantes; uma crença absoluta na moralidade das ações dos membros do grupo; e uma visão distorcida dos inimigos, comumente vistos como iludidos, fracos ou simplesmente estúpidos.

Tão antigas como o conceito são as receitas para contrapor a patologia: primeiro, é preciso estimular o pensamento crítico e as visões alternativas à visão dominante; segundo, é necessário adotar sistemas transparentes de governança e procedimentos de auditoria; terceiro, é desejável renovar constantemente o grupo, de forma a oxigenar as discussões e o processo de tomada de decisão.

Thomaz Wood Jr. O perigo do groupthinking. In: Carta Capital, 13/5/2009, p. 51 (com adaptações).

Julgue o seguinte item com base na organização do texto acima.

A sequência narrativa inicial, relatando a origem do termo "groupthinking", não caracteriza o texto como narrativo, pois integra a organização do texto predominantemente argumentativo.

 

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