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2917547 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
A tabela a seguir mostra os resultados de dosagens de glicemia de jejum (de 8 a 14 horas de duração) e 2 horas após teste oral de sobrecarga de glicose (75 g de glicose em 300 mL de água, após jejum de 8 a 14 horas, seguintes a três dias de dieta sem restrição de carboidratos) dos pacientes A, B e C.

Enunciado 3224945-1

Com base nos dados da tabela acima e na classificação internacional do Comitê de Especialistas em Diagnóstico e Classificação do Diabetes Melito (Expert Committee on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus), aceita pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, julgue o item que se segue.

O paciente B apresenta tolerância diminuída a glicose.
 

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2917546 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
A tabela a seguir mostra os resultados de dosagens de glicemia de jejum (de 8 a 14 horas de duração) e 2 horas após teste oral de sobrecarga de glicose (75 g de glicose em 300 mL de água, após jejum de 8 a 14 horas, seguintes a três dias de dieta sem restrição de carboidratos) dos pacientes A, B e C.

Enunciado 3224944-1

Com base nos dados da tabela acima e na classificação internacional do Comitê de Especialistas em Diagnóstico e Classificação do Diabetes Melito (Expert Committee on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus), aceita pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, julgue o item que se segue.

O paciente A é um intolerante de jejum.
 

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2917520 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
As campanhas de vacinação, por terem o poder de proteger o indivíduo contra determinadas doenças, mantendo intactas as condições sanitárias e ambientais propícias ao desenvolvimento de agentes e de vetores, passaram, em algumas conjunturas, a ser acusadas de responsáveis por desviar a atenção de autoridades e da sociedade da determinação de base econômica e social, em última análise, responsável pela criação das condições sociais do adoecer e morrer. Tratava-se, na realidade, de uma polêmica situada mais no campo da política e da ideologia, considerando a caracterização das campanhas como espaço de afirmação de uma prática de saúde pública criticada e contestada, pela sua excessiva centralização e tradição autoritárias, uma falsa contradição entre o que, na visão dos reformistas, seria instrumento de uma concepção ultrapassada para lidar com os problemas sanitários e as novas ideias em gestação no interior do então ainda incipiente movimento da reforma sanitária brasileira.
J. G. Temporão. O Programa Nacional de Imunizações (PNI): origens e desenvolvimento. In: Hist. Ciênc. Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, supl. 2, 2003 (com adaptações).

Acerca da vacinação e da prevenção de doenças infectocontagiosas, julgue o item a seguir.

O SUS trabalha com três diferentes calendários de vacinação: da criança; do adolescente; e do adulto e do idoso, havendo ainda um programa de imunobiológicos especiais para pessoas com indicação clínica restrita.
 

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2917519 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
As campanhas de vacinação, por terem o poder de proteger o indivíduo contra determinadas doenças, mantendo intactas as condições sanitárias e ambientais propícias ao desenvolvimento de agentes e de vetores, passaram, em algumas conjunturas, a ser acusadas de responsáveis por desviar a atenção de autoridades e da sociedade da determinação de base econômica e social, em última análise, responsável pela criação das condições sociais do adoecer e morrer. Tratava-se, na realidade, de uma polêmica situada mais no campo da política e da ideologia, considerando a caracterização das campanhas como espaço de afirmação de uma prática de saúde pública criticada e contestada, pela sua excessiva centralização e tradição autoritárias, uma falsa contradição entre o que, na visão dos reformistas, seria instrumento de uma concepção ultrapassada para lidar com os problemas sanitários e as novas ideias em gestação no interior do então ainda incipiente movimento da reforma sanitária brasileira.
J. G. Temporão. O Programa Nacional de Imunizações (PNI): origens e desenvolvimento. In: Hist. Ciênc. Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, supl. 2, 2003 (com adaptações).

Acerca da vacinação e da prevenção de doenças infectocontagiosas, julgue o item a seguir.

Apesar do grande sucesso do PNI, o instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da FIOCRUZ (Biomanguinhos) não consegue suprir percentual significativo da produção de imunobiológicos e depende ainda das empresas privadas para o atendimento à população.
 

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2917518 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
As campanhas de vacinação, por terem o poder de proteger o indivíduo contra determinadas doenças, mantendo intactas as condições sanitárias e ambientais propícias ao desenvolvimento de agentes e de vetores, passaram, em algumas conjunturas, a ser acusadas de responsáveis por desviar a atenção de autoridades e da sociedade da determinação de base econômica e social, em última análise, responsável pela criação das condições sociais do adoecer e morrer. Tratava-se, na realidade, de uma polêmica situada mais no campo da política e da ideologia, considerando a caracterização das campanhas como espaço de afirmação de uma prática de saúde pública criticada e contestada, pela sua excessiva centralização e tradição autoritárias, uma falsa contradição entre o que, na visão dos reformistas, seria instrumento de uma concepção ultrapassada para lidar com os problemas sanitários e as novas ideias em gestação no interior do então ainda incipiente movimento da reforma sanitária brasileira.
J. G. Temporão. O Programa Nacional de Imunizações (PNI): origens e desenvolvimento. In: Hist. Ciênc. Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, supl. 2, 2003 (com adaptações).

Acerca da vacinação e da prevenção de doenças infectocontagiosas, julgue o item a seguir.

A vacinação contra febre amarela deve ser realizada apenas em adolescentes e adultos que residam em áreas endêmicas ou que vão viajar para elas.
 

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2917517 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
As campanhas de vacinação, por terem o poder de proteger o indivíduo contra determinadas doenças, mantendo intactas as condições sanitárias e ambientais propícias ao desenvolvimento de agentes e de vetores, passaram, em algumas conjunturas, a ser acusadas de responsáveis por desviar a atenção de autoridades e da sociedade da determinação de base econômica e social, em última análise, responsável pela criação das condições sociais do adoecer e morrer. Tratava-se, na realidade, de uma polêmica situada mais no campo da política e da ideologia, considerando a caracterização das campanhas como espaço de afirmação de uma prática de saúde pública criticada e contestada, pela sua excessiva centralização e tradição autoritárias, uma falsa contradição entre o que, na visão dos reformistas, seria instrumento de uma concepção ultrapassada para lidar com os problemas sanitários e as novas ideias em gestação no interior do então ainda incipiente movimento da reforma sanitária brasileira.
J. G. Temporão. O Programa Nacional de Imunizações (PNI): origens e desenvolvimento. In: Hist. Ciênc. Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, supl. 2, 2003 (com adaptações).

Acerca da vacinação e da prevenção de doenças infectocontagiosas, julgue o item a seguir.

O calendário de vacinação dá continuidade às campanhas de vacinação do Programa Nacional de Imunização (PNI), adequando-se às diretrizes do SUS de regionalização, integralidade e universalidade e à reforma sanitária.
 

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2917516 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
Os indicadores de morbidade são usados em comparações entre diferentes populações e(ou) períodos. Normalmente, expressam a magnitude da ocorrência de doenças e de agravos nas populações, servindo também para a avaliação de programas e serviços de saúde. Quanto aos indicadores em epidemiologia, julgue o item a seguir.

O índice de desenvolvimento humano (IDH) mede apenas a educação e o desenvolvimento econômico de um país, sem considerar a questão da saúde e da iniquidade social, atendendo somente a interesses políticos das nações desenvolvidas.
 

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2917515 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
Os indicadores de morbidade são usados em comparações entre diferentes populações e(ou) períodos. Normalmente, expressam a magnitude da ocorrência de doenças e de agravos nas populações, servindo também para a avaliação de programas e serviços de saúde. Quanto aos indicadores em epidemiologia, julgue o item a seguir.

Embora usados como sinônimos, indicador e índice são tipos distintos de medidas: o indicador inclui apenas um aspecto relativo ao que se deseja medir, e o índice sintetiza diferentes dimensões do atributo de interesse.
 

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2917514 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
Os indicadores de morbidade são usados em comparações entre diferentes populações e(ou) períodos. Normalmente, expressam a magnitude da ocorrência de doenças e de agravos nas populações, servindo também para a avaliação de programas e serviços de saúde. Quanto aos indicadores em epidemiologia, julgue o item a seguir.

A prevalência de uma doença é determinada por sua incidência e pelos movimentos migratórios, em nada interferindo sua duração.
 

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2917513 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
Saúde e doença - esta definida como uma das dimensões da morbidade - não seriam conceitos mutuamente excludentes. Mesmo doente, do ponto de vista fisiológico e(ou) orgânico, mais ainda na fase pré-clínica, uma pessoa pode-se perceber saudável, considerando que seu bem-estar esteja preservado. Excludentes seriam, sim, os conceitos de saúde e de enfermidade, uma vez que, quando enfermo, o indivíduo passaria a perceber alguma alteração do próprio estado de saúde. Dessa forma, somente quando a pessoa passa também à condição de enferma, a saúde estaria ausente, ao menos de forma parcial. Nesse modelo, denominado gradiente de sanidade, Terris trata das respostas do organismo aos estímulos recebidos em diferentes condições, relacionando as condições de bem-estar ou mal-estar à capacidade funcional e à doença ou ao agravo.
R. Medronho. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009, p. 68 (com adaptações).

Com referência ao texto acima e a noções de epidemiologia em saúde, julgue o item subsequente.

Em estudos epidemiológicos, a expressão não doente corresponde a indivíduos que não apresentam qualquer patologia, apesar de não corresponder ao estado ideal de normalidade da definição de saúde ampliada da Organização Mundial de Saúde (OMS).
 

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