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Foram encontradas 120 questões.

2247238 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS
Julgue o item a seguir, relativo a materiais elétricos e eletrônicos.
O arranjo cristalino dos materiais condutores faz que a resistência elétrica desses condutores diminua com o aumento da temperatura ambiente.
 

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2247237 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS
Julgue o item a seguir, relativo a materiais elétricos e eletrônicos.
Em condutores sólidos, a corrente elétrica surge devido ao movimento de íons carregados, movimento este denominado condução eletrônica.
 

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If you are an artist who has complained about the oil industry and the way fossil fuel extraction is damaging the environment, you now have a chance to put your money where your mouth is. The climate change activist organization Platform London has launched Fossil Funds Free, a campaign that asks artists, photographers, playwrights, and other cultural producers to pledge to refuse sponsorship, grants, and awards from oil companies. Those who join will be able to slap a Fossil Funds Free logo on their work and exhibitions, letting collectors and visitors know that such companies do not support them.
Internet: <http://hyperallergic.com > (adapted).
According to the text above, judge the following item.
The Fossil Funds Free campaign consists in publicly coming out as an artist who promises not to accept to be financially sponsored by or otherwise benefit from fossil fuel companies.
 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o seguinte item.

O enunciado “índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda” tem função adjetiva, pois confere uma qualidade ao antecedente “coeficiente de Gini” , à semelhança do que ocorre, no segundo parágrafo, com “ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil” em relação a “1998”.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o seguinte item.

Desde que fossem feitas as necessárias adaptações redacionais, o conteúdo veiculado no texto em apreço poderia compor o corpo de um relatório referente ao crescimento socioeconômico do setor de telecomunicações no Brasil, desde a privatização do setor.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o seguinte item.

A flexão do termo “agravado” na forma feminina faria que esse termo passasse a concordar com “renda per capita”, sem que isso resultasse em prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos do texto.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o seguinte item.

No final do primeiro parágrafo, caso se substituíssem o sinal de dois-pontos por vírgula e a palavra “melhorou” por que passou, a correção gramatical do período seria mantida.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

De acordo com as ideias do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o item subsequente.

A evolução do PIB per capita mostra que, de 1998 a 2014, o poder aquisitivo médio do brasileiro aumentou na mesma proporção que a densidade de telefones fixos e celulares nos domicílios do país.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

De acordo com as ideias do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o item subsequente.

Conforme os dados da PNAD mencionados no texto, houve enorme aumento de acesso, por domicílio, aos serviços telefônicos fixos ou móveis, no período compreendido entre 1998 e 2013.

 

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Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013.

Tendo por base os valores de 1998, ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares aumentou 3.114%.

A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da renda per capita no período, agravado pela carga tributária incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em 2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas 32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que indica um volumoso aumento no período mencionado.

No final do primeiro semestre de 2015, 41.310 localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da realização das metas do Plano Geral de Metas de Universalização; no final do primeiro semestre do ano anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.

O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15.

Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações).

De acordo com as ideias do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue o item subsequente.

Do texto se deduz que o fato de, em 2013, o Brasil passar a ocupar a 65.a posição no ranque internacional de desenvolvimento de TIC indica que, embora o setor de telecomunicações do país tenha tido significativo desempenho, este tem de melhorar em comparação aos índices de desenvolvimento sustentável com inclusão social e com inserção no mundo globalizado dos países ricos e desenvolvidos.

 

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