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No mundo de hoje, as telecomunicações representam muito mais do que um serviço básico; são um meio de promover o desenvolvimento, melhorar a sociedade e salvar vidas. Isso será ainda mais verdade no mundo de amanhã.
A importância das telecomunicações ficou evidente nos dias que se seguiram ao terremoto que devastou o Haiti, em janeiro de 2010. As tecnologias da comunicação foram utilizadas para coordenar a ajuda, otimizar os recursos e fornecer informações sobre as vítimas, das quais se precisava desesperadamente. A União Internacional das Telecomunicações (UIT) e os seus parceiros comerciais forneceram inúmeros terminais satélites e colaboraram no fornecimento de sistemas de comunicação sem fio, facilitando as operações de socorro e limpeza.
Saúdo essas iniciativas e, de um modo geral, o trabalho da UIT e de outras entidades que promoveram o acesso à banda larga em zonas rurais e remotas de todo o mundo.
Um maior acesso pode significar mais progressos no domínio da realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A Internet impulsiona a atividade econômica, o comércio e até a educação. A telemedicina está melhorando os cuidados com a saúde, os satélites de observação terrestre são usados para combater as alterações climáticas e as tecnologias ecológicas contribuem para a existência de cidades mais limpas.
Ao passo que essas inovações se tornam mais importantes, a necessidade de atenuar o fosso tecnológico é mais urgente.
Ban Ki-moon (secretário-geral das Nações Unidas).
Pronunciamento acerca do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação.
17 de maio de 2010. Internet: <unicrio.org.br> (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
Depreende-se do primeiro parágrafo que somente no futuro ficará provado que as telecomunicações são muito mais do que um serviço básico.
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No mundo de hoje, as telecomunicações representam muito mais do que um serviço básico; são um meio de promover o desenvolvimento, melhorar a sociedade e salvar vidas. Isso será ainda mais verdade no mundo de amanhã.
A importância das telecomunicações ficou evidente nos dias que se seguiram ao terremoto que devastou o Haiti, em janeiro de 2010. As tecnologias da comunicação foram utilizadas para coordenar a ajuda, otimizar os recursos e fornecer informações sobre as vítimas, das quais se precisava desesperadamente. A União Internacional das Telecomunicações (UIT) e os seus parceiros comerciais forneceram inúmeros terminais satélites e colaboraram no fornecimento de sistemas de comunicação sem fio, facilitando as operações de socorro e limpeza.
Saúdo essas iniciativas e, de um modo geral, o trabalho da UIT e de outras entidades que promoveram o acesso à banda larga em zonas rurais e remotas de todo o mundo.
Um maior acesso pode significar mais progressos no domínio da realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A Internet impulsiona a atividade econômica, o comércio e até a educação. A telemedicina está melhorando os cuidados com a saúde, os satélites de observação terrestre são usados para combater as alterações climáticas e as tecnologias ecológicas contribuem para a existência de cidades mais limpas.
Ao passo que essas inovações se tornam mais importantes, a necessidade de atenuar o fosso tecnológico é mais urgente.
Ban Ki-moon (secretário-geral das Nações Unidas).
Pronunciamento acerca do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação.
17 de maio de 2010. Internet: <unicrio.org.br> (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
Em “muito mais do que um serviço básico” (primeiro parágrafo), a retirada do vocábulo “do” não comprometeria a correção gramatical do texto.
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No mundo de hoje, as telecomunicações representam muito mais do que um serviço básico; são um meio de promover o desenvolvimento, melhorar a sociedade e salvar vidas. Isso será ainda mais verdade no mundo de amanhã.
A importância das telecomunicações ficou evidente nos dias que se seguiram ao terremoto que devastou o Haiti, em janeiro de 2010. As tecnologias da comunicação foram utilizadas para coordenar a ajuda, otimizar os recursos e fornecer informações sobre as vítimas, das quais se precisava desesperadamente. A União Internacional das Telecomunicações (UIT) e os seus parceiros comerciais forneceram inúmeros terminais satélites e colaboraram no fornecimento de sistemas de comunicação sem fio, facilitando as operações de socorro e limpeza.
Saúdo essas iniciativas e, de um modo geral, o trabalho da UIT e de outras entidades que promoveram o acesso à banda larga em zonas rurais e remotas de todo o mundo.
Um maior acesso pode significar mais progressos no domínio da realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A Internet impulsiona a atividade econômica, o comércio e até a educação. A telemedicina está melhorando os cuidados com a saúde, os satélites de observação terrestre são usados para combater as alterações climáticas e as tecnologias ecológicas contribuem para a existência de cidades mais limpas.
Ao passo que essas inovações se tornam mais importantes, a necessidade de atenuar o fosso tecnológico é mais urgente.
Ban Ki-moon (secretário-geral das Nações Unidas).
Pronunciamento acerca do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação.
17 de maio de 2010. Internet: <unicrio.org.br> (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
Quanto à tipologia, o texto é essencialmente expositivo.
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O mecanismo de came mostrado na figura acima tem a função de elevar caixas de uma correia transportadora para outra, repetidamente. A sequência de movimentos do seguidor é:
• elevação: 50 mm em 1,2 s;
• permanência: 0,4 s;
• descida: 25 mm em 0,9 s;
• permanência: 0,6 s;
• descida: 25 mm em 0,9 s.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
No mecanismo em tela, a velocidade de rotação do came é igual a 15 rpm.
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
A conservação do momento angular implica que a velocidade angular !$ \omega = |\theta| !$ seja dada por !$ \omega = \dfrac{7R}{r^2}|\vec{v}| !$, quando o foguete sai do estágio 3.
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
A condição para que o foguete escape de uma órbita fechada em torno da Terra e se afaste indefinidamente dela é dada por !$ |vec{a}| \ge \dfrac{50}{\sqrt{50}}g !$
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
Para o módulo da aceleração !$ \vec{a} !$, no estágio 1, deve existir um valor que implique que o foguete descreva uma órbita circular em torno do centro da Terra a partir do ponto C.
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
O trabalho W realizado pela força !$ |vec{F}| !$ entre os pontos A e C é dado por !$ W=mgR\dfrac{100\sqrt{50}-102}{102\sqrt{50}} !$
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
A energia mecânica E do foguete no ponto C é dada por !$ E=mgR(\dfrac{2}{100}-\dfrac{1}{\sqrt{50}}) !$, e a órbita do satélite em torno do centro da Terra tem a forma de uma elipse.
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Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TELEBRAS

Um foguete é lançado da superfície da Terra em um processo de três estágios, conforme descritos a seguir e esquematicamente ilustrados na figura anterior.
• Estágio 1 – O foguete é acelerado uniformemente até o ponto A, de altura hA, com uma aceleração !$ \vec{a} !$, cujo módulo é igual ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
• Estágio 2 – O foguete mantém-se em movimento retilíneo uniforme vertical ascendente até o ponto B, de altura hB.
• Estágio 3 – O foguete faz uma curva circular de raio RC até o ponto C, de tal modo que sua direção de movimento sofra uma alteração de 90 graus. O módulo de sua velocidade permanece constante e igual ao módulo da velocidade do foguete no estágio 2.
velocidade do foguete nos estágios 2 e 3 é representada por !$ \vec{v} !$. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua força de impulsão !$ \vec{F} !$ e a força !$ \vec{P} !$, devido à atração gravitacional da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma força de resistência do ar !$ \vec{R} !$, que sempre aponta na direção contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra. Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua distância !$ r !$ até o centro da Terra e o ângulo polar !$ \theta !$ entre a direção da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e RC = R.
Acerca dessa situação hipotética e considerando-se que a massa do foguete permanece constante ao longo de seu movimento, que a aceleração da gravidade g valha 10 m/s2 e que o raio da Terra R seja igual a 6.500 km, julgue o item subsecutivo.
No estágio 2, a aceleração do foguete é nula, o que implica que !$ |\vec{F}|=|vec{P}| !$ e que, portanto, !$ |\vec{F}| !$ seja constante.
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